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O risco de não se digitalizar

Segmentos que não aderiram a tempo soluções digitais já ficaram para trás: grandes revistas impressas fecharam, assim como muitos varejistas físicos encerraram suas operações. Companhias que vivem na era offline perderam mercado para empresas que visam a inovação. O seu negócio fará parte desse time?

Se você quer virar o jogo, temos boas notícias para você: ainda dá tempo de sair na frente da concorrência. Isso porque o assunto ‘transformação digital’, que já é tema há anos em grandes companhias internacionais, está chegando com mais força agora no Brasil. Nós, do CWS, estamos preparados para ajudá-lo a usar as ferramentas certas para a sua empresa ir mais longe e não parar pelo caminho.

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No varejo, há inúmeras histórias inspiradoras de marcas que enxergaram antes os benefícios da digitalização. Fora do País, a Amazon vem mostrando, em números, que a tal ‘transformação’, pode ser, de fato, surpreendente.

A gigante americana intensificou seus investimentos em tecnologia. Entre 2010 e 2018, seu valor de mercado cresceu mais de 1300%. Hoje, a empresa está avaliada em US$ 1 trilhão, tornando-se a segunda companhia nos EUA a atingir essa cifra. Em agosto deste ano, semanas antes dessa divulgação, a Apple havia alcançado o mesmo patamar.
No Brasil, um dos casos mais relevantes é a Magazine Luiza, famosa pela venda de eletrodomésticos em pontos físicos. A marca foi além do balcão e apostou no e-commerce. Entre 2011 e 2018, seu valor de mercado subiu 400%, chegando a R$ 23 bilhões.

Yassuki Takano, diretor da Logicalis. Foto: divulgação


Para Yassuki Takano, diretor da consultoria Logicalis, essa mudança nos negócios é natural, já que o mercado empresarial, como um todo, demonstra interesse no assunto. “Na nossa pesquisa IoT Snapshot, que está em sua 3ª edição este ano, o nível de importância atual cresce de 27% em 2016 para 40% em 2018, se considerarmos as repostas de importância alta e muito alta. Quando perguntados para um horizonte de tempo de 3 a 5 anos, esses índices crescem para 62% (3 a 5 anos a partir de 2016) e 81% (3 a 5 anos a partir de 2018)”, diz.

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De acordo com Takano, há dois pilares fundamentais para a ascensão do tema: melhoria da eficiência operacional e experiência do cliente. “No primeiro, a transformação digital oferece um nível extremamente avançado de automação de atividades e análises para tomar decisões, que permitem atingir maiores níveis de eficiência; enquanto no segundo, a digitalização é essencial para o customer experience porque, se queremos monitorar e agir sobre todo o ciclo comercial, precisamos de tecnologias e soluções que nos permitam ter essa cobertura – e isso requer sensores e análises que o IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas) provê”, explica.

A jornada da digitalização

Empresas que ainda não inseriram soluções digitais em suas operações já têm ciência que agora é o momento inevitável – e único! – para sua adesão, independentemente do setor de atuação.

Imagem: Canal da Peça Research


Você ainda pensa em jogar esse tema para frente? Imagine, então, a seguinte situação: suponhamos que uma empresa espere uns três anos para começar a investir em projetos de transformação digital. O que temos observado nos cases bem-sucedidos atualmente é que os executivos investem meses ou anos para se alinhar e ganhar tração para iniciar os primeiros projetos.

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“Se ele esperar os três anos para começar, e levar mais dois ou três para conseguir criar um ambiente propício para desenvolver seus projetos, já terão se passado uns cinco anos. Nesse período, o mercado se transforma completamente em termos de tecnologia. Talvez esta empresa não tenha mais espaço quando acordar”, alerta Takano.

E você, vai deixar sua marca adormecida ou vai despertá-la para um universo cheio de possibilidades?

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