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Negócio virtual, faturamento real

Com o crescimento do comércio eletrônico, varejistas de autopeças têm investido mais na rede. Antes coadjuvante, a internet já está a um passo de se tornar protagonista na receita de muitos comerciantes. Inspire-se na história de três deles

O mundo está cada vez mais digital e, por consequência, a forma de consumo também. Essa transformação tem encorajado muitos varejistas a entrarem no universo de vendas online.

Muitos comerciantes de autopeças, que no início entraram desconfiados, já não imaginam sua loja fora da web. A Gainer, na Vila Prudente, em São Paulo, tem conquistado novos mercados desde que estreou no e-commerce, em 2009.

“Atualmente percebemos como é importante nossa marca estar presente na internet, pois amplia nossa rede de contatos. Hoje, vendemos para todo o País, especialmente para o Sul e para o Sudeste”, diz Alex Stamatto, vendedor da Gainer. “Fico muito orgulhoso de saber que a loja está crescendo e indo cada vez mais longe”.

Em 2015, no entanto, Stamatto resolveu apostar em novos caminhos dentro do ambiente virtual, e se associou à nossa plataforma. “O Canal da Peça é segmentado para o público que procura por autopeças, dessa maneira, nossa exposição é direcionada exatamente para os clientes que desejamos atingir”, diz. “Além da facilidade de criar uma loja virtual, o melhor é a visibilidade que ela nos dá”, opina.

Pesquisa mais virtual

Se antes os consumidores comparavam preços e produtos pessoalmente ou por telefone, agora é através do computador e do smartphone que essas pesquisas têm sido feitas. Para Stamatto, a rede tem ajudado o consumidor na decisão de compra. “Percebemos que os profissionais da área têm utilizado muito a internet para pesquisar produtos, como uma espécie de ferramenta para a decisão de compra”, analisa.

A opinião do vendedor de peças vai ao encontro de um recente estudo feito pela consultoria americana Forrester Research, por encomenda do Google. Ele indica que 10% das vendas do varejo virão do e-commerce em 2021, mas outros 30% serão influenciadas pelo online, apesar de acontecerem no offline.

Quer ter também uma loja virtual? Veja como é fácil!

Em vista da expectativa cada vez maior no varejo virtual, a Gainer continuará investindo no e-commerce. “Não consigo imaginar nossa loja fora do mundo digital. Este universo só tende a crescer e queremos fazer parte dele sempre”, afirma.

De vento em popa

A alta representatividade do comércio virtual no faturamento tem feito lojistas se interessarem mais pela rede. A Galpão Autopeças, na Vila Granada, em São Paulo, é um dos nossos cases de sucesso.

“Antes, tínhamos certa restrição em comprar e vender pela internet, tanto que entramos meio desacreditados. Mas começamos a atingir regiões de várias partes do Brasil e percebemos que o futuro estava ali”, afirma Jefferson Masullo, sócio-proprietário da Galpão Autopeças. “Hoje, 40% das vendas vêm da internet”, comemora. Com e-commerce próprio e loja personalizada pela nossa plataforma, o empresário destaca as vantagens da exposição em um ambiente digital segmentado.

“Posso dizer que nós alavancamos com o Canal da Peça. Fazemos atualmente, no mínimo, cinco vendas diárias pela plataforma. Já chegamos a enviar 13 produtos em um único dia”, diz Jefferson Masullo, da Galpão Autopeças.
Não tão distante dali, na Avenida Sapopemba, a autopeças Molina também só tem motivos para comemorar. “Em 2014 tornamos nossa operação na internet muito mais profissional, com a contratação de equipe especializada e focada apenas nesta área”, comenta Emerson Martins, gerente da Molina. “Hoje, 30% do nosso faturamento vêm da internet; 45% das vendas para oficinas no balcão; e 15% vêm dos clientes finais que compram no balcão”.

Grandes indústrias de peças

Com a gente desde 2013, a Molina elogia nossa parceria com os principais fabricantes. “A plataforma agrega valor em relação à padronização das informações e através dos catálogos eletrônicos. Além disso, fez despertar muitos fabricantes e lojistas que ainda estavam offline”, comenta.

+ Vendas mais aceleradas

“A indústria passou a entender a importância de oferecer informações mais claras e precisas; enquanto o varejista compreendeu que já era hora de estar online”, diz. Atualmente, mais de 27 mil itens estão disponíveis na loja da Molina no Canal da Peça, a mesma quantidade do espaço físico.

Emerson Martins, da Molina. Foto: Adriano Stofaleti

Emerson Martins, da Molina. Foto: Adriano Stofaleti


A parceria com as indústrias, inclusive, garante vantagens extras para os varejistas que aderem nossa plataforma. Entre os benefícios, destacam-se a exposição no portal de empresas como Bosch, Nakata, Fras-le, entre outras, cupons de desconto e frete grátis. O varejista pode oferecê-los aos clientes de sua loja virtual e, também, utilizá-los para uso próprio, dentro do marketplace.

+ Saiba mais sobre cupons de desconto

“Essas campanhas nos ajudam a vender produtos que estão parados há um tempão. É muito bom quando elas estão ativas”, afirma Martins, referindo-se aos cupons de desconto.

O futuro é na rede

Hoje, Martins não enxerga a Molina fora do comércio eletrônico. Mas se isso acontecesse: “Com certeza, seríamos uma empresa menor, com faturamento mais baixo até do que tínhamos há alguns anos, e com menos informação. A internet nos trouxe uma inteligência maior”, diz. “É encantador para quem compra, já que consegue achar o que procura; e para quem vende, pois atinge mercados que antes seriam impossíveis”, afirma.

Já para Jefferson Masullo, da Galpão Autopeças, o varejista tem de estar online o quanto antes, pois a transformação digital já começou. “Poucas lojas vão sobreviver. O cliente não tem mais a necessidade de ir até uma autopeças. O conforto vai prevalecer. É mais cômodo, mais fácil, seguro e, de quebra, ajuda o consumidor a economizar, já que é possível comparar preços”, diz.

+ Combustível para o varejo de autopeças

“O brasileiro já sabe usar as ferramentas digitais, tem celular com internet, sabe procurar informações. O comércio eletrônico já é uma realidade no País. Além da evolução digital, houve uma evolução fiscal. Hoje, tem até legislação para o e-commerce. As vendas online já superam muitos balcões por aí”, afirma.

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