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Consumidores brasileiros estão substituindo o desktop pelo smartphone na hora de fazer compras pela internet. A troca tem colocado em foco aplicativos famosos de mensagens, que têm se transformado em ferramentas poderosas nos negócios

Fazer compras pela internet tornou-se um ato corriqueiro no cotidiano dos brasileiros. O avanço dos pedidos online tem sido impulsionado por itens como comodidade, maior número de ofertas e a possibilidade de comparar preços de forma imediata.

Nesse cenário, os smartphones vêm ganhando mais espaço. De acordo com a pesquisa Comércio Móvel no Brasil, elaborada pelo site Mobile Times em parceria com a empresa Opinion Box, o chamado mobile commerce ou m-commerce já supera as vendas feitas através de computadores convencionais e notebooks.

Mais de 1500 usuários virtuais foram entrevistados e 63% deles afirmaram fazer compras com mais frequência pelo smartphone que pelo desktop. Dos que finalizam pedidos através do aparelho, 83% estão satisfeitos ou muito satisfeitos com a experiência.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, esse aumento é natural, uma vez que os processos de pagamento estão mais seguros e o acesso aos smartphones mais fácil. “Com a evolução constante dos meios de pagamento online, ficará cada vez mais rápido e seguro comprar pelo celular. Basta lembrar, ainda, que ele é mais acessível à população, pois, no geral, é mais barato investir em um smartphone do que em um computador ou notebook”, explica.

Os ‘queridinhos’ do varejo

Porém, a surpresa da pesquisa vem agora: dois famosos aplicativos de mensagens instantâneas têm sido usados por grandes empresários e varejistas para alavancar as vendas. O WhatsApp, que já opera no mercado corporativo; e o Facebook Messenger, que também passou a ser utilizado por consumidores como canal de dúvidas e de compras. É a primeira vez, em dois anos que esse estudo é realizado, que ambos os apps entraram no ranking dos mais usados para compras de bens físicos pelos consumidores móveis brasileiros, citados por 8% e 5% deles, respectivamente.

+ Leia também: Transformação digital não é e-commerce

Em uma pergunta separada, dedicada ao uso dessas duas ferramentas, a pesquisa constatou que 57% dos internautas brasileiros afirmam que já encomendaram produtos físicos ou serviços através do WhatsApp, enquanto 42% já o fizeram pelo Facebook Messenger.

Comprado pelo Facebook em fevereiro de 2014, por US$ 21,8 bilhões, o WhatsApp tem mais de 1 bilhão de usuários no mundo, sendo mais de 100 milhões no Brasil. Números que animam empresários e profissionais liberais a usarem o aplicativo com foco nos negócios.


O mecânico Joaquim Marques, da Jo Pneus, é um deles. “Muitos pedidos são feitos através do app, porém são efetivados no balcão. É um meio prático e assertivo de divulgação e, agora, de vendas também”, afirma.

O vendedor Rodrigo Santos, da Multpeças, teve a ideia de implementar o WhatsApp no trabalho há pouco mais de um ano. Todavia, ele não efetuou nenhuma venda através do aplicativo, mas a ferramenta tem facilitado sua rotina. “Antes, tinha que ficar respondendo e-mails ou atendendo a ligações, o que demandava muito tempo. Agora, a troca de mensagens tem facilitado o meu dia a dia”, diz.

WhatsApp até na indústria

O setor de reposição também já aderiu o aplicativo de mensagens instantâneas. Nesse caso, para agilizar a comunicação com seus clientes e indicar revendedores da marca.

Alfredo Bastos Junior, diretor de marketing da MTE-Thomson, se orgulha da iniciativa. “Fomos a primeira empresa de autopeças a disponibilizar o WhatsApp. Usamos para sanar dúvidas, mandar fotos de produtos, além de informações técnicas e de distribuidores. Hoje, temos mais de mil reparadores em nossos grupos”, afirma.


“Sou a favor da tecnologia sempre. Costumo dizer que temos que testar todas as novidades, sem medo de errar. Afinal, se ainda não estamos testando, já erramos”, complementa Bastos.

+ Foco nas vendas

Cláudio Doerzbacher, CEO da Gauss, compartilha da mesma opinião. Com plataforma exclusiva criada pelo Canal da Peça, que ajuda a fomentar mais negócios no setor, e presente nas redes sociais, o app completa o pacote digital da companhia. “Temos canal direto através do WhatsApp, onde procuramos dar suporte às ações de marketing e vendas online de nossos clientes”, afirma.

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A tecnologia, segundo ele, será sempre aliada da companhia brasileira de peças. “Vamos investir cada vez mais na transformação digital, pois queremos continuar sendo a marca de confiança do aplicador de autopeças e prestar o melhor atendimento possível, independentemente da ferramenta utilizada”, diz.

Suporte em múltiplos canais

Nossa plataforma utiliza diferentes meios de comunicação, entre eles o WhatsApp e o Facebook Messenger, que servem também como suporte para os associados e para seus clientes. A razão da presença em diferentes canais é uma só.

“O modo de consumo dos brasileiros está mudando. Hoje, uma marca precisa estar presente em diferentes meios para atender seus consumidores. Não é mais uma opção, já virou uma necessidade”, opina Diego Alencar, líder de atendimento do Canal da Peça.
Com suporte exclusivo aos associados do Clube Canal da Peça, o lojista não precisa se preocupar com eventuais problemas durante sua venda. Nossa equipe de atendimento se encarrega da função. “Atendemos através de e-mail, telefone e aplicativos de mensagens instantâneas. A assistência imediata é o nosso diferencial”, acrescenta.


Fora do horário comercial, disponibilizamos chatbots – sistema que usa inteligência artificial para interagir com usuários do Facebook Messenger. “As principais perguntas têm respostas prontas e são relacionadas com os produtos disponíveis em nossa plataforma. É uma maneira rápida de solucionar questões recorrentes”, diz Alencar. “Mas, caso o ‘robô’ não tenha a solução, entramos em contato com o cliente assim que possível”, garante.

Do outro lado da tela, quem usa, aprova. Gabriel Silva é um consumidor virtual ativo. Estudante de engenharia mecânica, ele compra, na maior parte das vezes, peças automotivas. O uso do app pelo varejo tem o ajudado a tirar dúvidas e fazer pedidos mais rapidamente. “Em poucas mensagens, consigo resolver questões técnicas sem perder tempo ligando”, diz.

+ Veja mais: Sua marca no mundo virtual

Cliente da nossa plataforma, ele não dispensa a ferramenta para se comunicar com a equipe de suporte, quando necessário. “O pessoal do Canal da Peça é muito solícito. Sempre que surge uma dúvida sobre um item, não hesito em mandar mensagem pelo WhatsApp”, afirma ele, que dá dicas para quem quer usar esse novo meio de compras.

“Já fiz pedidos pelo app também, mas costumo alertar sempre para que o consumidor escolha marcas conhecidas no mercado. Só assim ele terá certeza da procedência e do envio do produto”, diz. E você, varejista, já pensou em usar essas ferramentas para garantir mais vendas?

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Por que a minha concessionária precisa se digitalizar? Para o economista Raphael Galante, da Oikonomia Consultoria Automotiva, a resposta é simples: porque é a hora de virar a página para um futuro novo; para algo maior. A transformação digital no seu negócio, definitivamente, não pode esperar

É inegável que a tecnologia já faz parte da vida da maioria das pessoas. Ela está presente em diferentes momentos corriqueiros do dia a dia. Hoje, quem não utiliza aplicativos de mensagens para se comunicar com amigos e familiares? Ir ao banco também tem se tornado cada vez mais raro, já que, pelo celular, é possível acessar a conta, realizar pagamentos e outras transações.

Está com fome? Em um clique, você escolhe o que quer comer e em quanto tempo receberá seu pedido, onde estiver. Precisa de um motorista? Os aplicativos de transporte já fazem a diferença na questão da mobilidade nos grandes centros urbanos.

As revistas e os jornais impressos foram atropelados pelas mídias digitais. O uso da tecnologia no País vem crescendo a cada ano e os brasileiros estão mais conectados do que nunca. E isso é excelente para o seu negócio. Nós, do CWS, divisão corporativa do grupo Canal da Peça, podemos ajudar a sua empresa nessa nova jornada.

“O avanço do uso da internet e a evolução da tecnologia resultaram em soluções que, até há poucos anos, não eram sequer cogitadas. O que parecia algo muito à frente do nosso tempo, hoje é realidade. O processo está mais rápido do que imaginamos”, diz Bruno Lucchesi, head comercial do CWS.

+ Saiba mais sobre o grupo Canal da Peça

Rápido está também o aumento do número de brasileiros que estão mais conectados. Há dez anos, o uso da internet pela população brasileira representava pouco mais de 30% – cifra dobrada em 2016, segundo dados do Banco Mundial, obtidos e reproduzidos, no gráfico abaixo, pelo Canal da Peça Research.

“As mudanças em processos industriais e na forma de consumo já estão acontecendo, e a sua marca precisa estar preparada para viver essa transformação”, acrescenta Lucchesi. “Desenvolvemos projetos completos para companhias de diferentes setores, que buscam inovação, mais produtividade e otimização de custos”.

Sua concessionária já vive a transformação digital?

Transformação digital é a integração da tecnologia em todas as áreas de uma empresa, impactando o modo como ela opera e gera valor para seus clientes. E tratando-se de concessionárias, o assunto é urgente. De acordo com o Google, 93% dos consumidores utilizam meios digitais no processo de compra de um carro.

E mais: 10 horas é o tempo que o cliente investe para pesquisar informações, decidir onde e quando comprar. Fonte: EY Future of automotive retail – 2015
Use esse tempo a seu favor: a digitalização pode mudar o rumo do seu negócio. Adotando soluções digitais, o consumidor consegue se comunicar melhor com a empresa, fazer pesquisas, comprar peças e acessórios online, agendar revisão e outros serviços, a qualquer momento, em um clique.

+ Ela chegou para revolucionar

“O agendamento virtual é o principal serviço que tem sido desenvolvido pelas concessionárias, pela facilidade de manutenção no pós-venda”, diz o economista Raphael Galante, consultor da Oikonomia Consultoria Automotiva.


Para ele, recursos que trazem mais produtividade e economia também estão no pacote de quem adere a digitalização. “Ela beneficia várias áreas. O primeiro ponto é a forte redução de custos, como, por exemplo, servidores na nuvem e locação de licenças ao invés de adquiri-las; depois, otimização de processos, através da comunicação com o consumidor e o tempo ganho para se dedicar ao seu principal ativo, que é o cliente”, explica.

+ Veja também: O valor da experiência

Segundo Galante, que atua há mais de 14 anos no setor automotivo, esse tema não pode ser deixado para depois. Concessionários e profissionais do mercado precisam se adapatar, o quanto antes, a este modelo.

“É o novo ciclo e o momento de virar a página para um futuro novo; para algo maior. A digitalização do processo de vendas e gestão não é um caminho a ser tomado: é o único a ser seguido”, afirma Raphael Galante.
O consumidor atual, batizado de omnichannel por estar presente em diferentes canais (online e offline), tende a pesquisar e comprar mais pela internet. Até produtos mais caros, como automóveis. “Nos Estados Unidos, quem busca um carro 0km, visita, em média, apenas uma ou duas concessionárias antes de adquiri-lo. No mercado automotivo de luxo, a maioria dos clientes não vai mais até à concessionária, pois é o carro que vai ao encontro do comprador”, acrescenta Galante. “Ainda teremos muitas mudanças neste setor. E elas, felizmente, já estão acontecendo”.

Sucesso no seu negócio

Assim como na corrida do ouro, em que os primeiros que chegavam angariavam mais metais preciosos, a corrida pela digitalização garante às empresas visionárias uma fatia muito maior do mercado em que atuam. O ouro de ontem é a transformação digital de hoje.


De acordo com um estudo feito pela companhia americana CA Technologies, empresas brasileiras que investem em tecnologia podem faturar até 50% mais. “As concessionárias que optam pela transformação digital antes têm uma grande vantagem em relação àquelas que ainda não se digitalizaram. Quem enxerga isso agora, certamente, conquistará o mercado de quem ainda vive offline”, diz Bruno Lucchesi.

90% dos executivos do varejo reconhecem que é necessário adotar um modelo de negócios com uma plataforma digital para obter sucesso e, ainda, se conectar com seus parceiros em um ecossistema. Fonte: Accenture: Technology Vision 2017 for Retail
Segundo Lucchesi, a transformação não acaba de acontecer, ela começa a acontecer. “Nesse novo ciclo, o CWS ajuda a preparar a sua empresa para aproveitar melhor todas as possibilidades da tecnologia”, garante. Bem-vindo à era digital.

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Fabricantes, Notícias
Na última segunda-feira 8, o Canal da Peça promoveu a 3ª edição do CWS Experience, evento que viabiliza a transformação digital nos setores automotivo e de reposição de peças. O encontro reuniu distribuidores nacionais que, além de receberem dicas de negócios, se atualizaram sobre as tendências neste segmento

A rede de distribuição de peças está mais envolvida em assuntos relacionados à tecnologia e novos negócios. Foi o que mostrou a última edição do CWS Experience, promovido pelo Canal da Peça. O evento, que ocorreu na última segunda-feira 8, na nossa sede, em São Paulo, reuniu grandes nomes do setor, entre eles Pacaembu Autopeças, Jahu, Auto Americano e Grupo Universal.

O encontro foi marcado pela palestra do professor Lino Rodrigues, da Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP), que dissertou sobre práticas que podem fazer a diferença na receita de uma companhia. “Muitas vezes, estratégias que elevam ou reduzem custos, volume ou preço em apenas 1%, podem ter impacto muito forte nos negócios”, diz Rodrigues.


O professor explicou, através de exemplos reais de empresas que faturam até ou mais de R$ 900 milhões ao ano, como ajustes mínimos podem ser relevantes em médias e grandes companhias. “Há caso de empresa que, ao elevar apenas 1% do preço de seus produtos, aumentou o resultado operacional em 288,2%,” afirma. “É o que chamamos de ‘milagre do 1%’”.

Novos negócios

A digitalização, é claro, não poderia ficar fora da pauta do evento. Nosso CEO, Vinícius Dias, comentou como a transformação digital tem impactado o mercado de distribuição.


“Percebemos que, ao longo dos anos, os distribuidores também têm mudado seu modo de atuação e usado o digital para inovar suas operações e fortalecer sua marca em ambientes que, até há pouco tempo, não estavam presentes”, diz Dias. “Essas ações têm oferecido mais produtividade e, ainda, ajudado a construir laços mais fortes com fabricantes e clientes”.
De acordo com um estudo da consultoria americana Forrester Research, sobre transformação digital B2B, 93% dos compradores de atacado preferem fazer suas compras através de canais virtuais, fato que tem incentivado o mercado a investir em tecnologia.

É o caso do empresário Ismael Kassim. “Acreditamos que fortalecer nossa presença online poderá nos ajudar a crescer ainda mais. Não é possível ter representantes em todas as cidades brasileiras e a tecnologia vem para suprir essa necessidade. Queremos pegar a cauda desse cometa”, afirma Kassim, sócio-proprietário da V&B Autopeças.

+ Leia também: Sua marca no mundo virtual

Com plataforma ativa de venda de peças para o mercado corporativo (B2B), o Grupo Universal é um entusiasta das ações digitais. “Hoje, com a tecnologia, temos a possibilidade de oferecer mais agilidade e informações a qualquer momento. Essa disponibilidade é muito importante, pois conseguimos solucionar dúvidas e atender as necessidades dos nossos consumidores mais facilmente”, diz Deise Nóbrega, gestora de e-commerce da companhia.


Para Deise, iniciativas como as nossas vêm para fomentar mais negócios para todos do setor. “O Canal da Peça é uma empresa que tem muita representatividade no mercado. Não traz só a questão da ferramenta, traz o conhecimento do business. A forma como catalogam os produtos, tratam e integram as informações, além dos conteúdos disponibilizados, contribuem com todos dessa cadeia”, opina.

Mais economia com a tecnologia

A consultoria Accenture, uma das maiores autoridades em digitalização, constatou que grandes companhias que combinam tecnologias podem economizar até US$ 85 mil, em média, por empregado. Mas empresas de todos os portes e segmentos também têm poupado dinheiro com ações digitais.

A Rodobens que o diga. O grupo, que é um dos maiores do País, conseguiu reduzir custos com iniciativas tecnológicas. “Além de posicionarmos nossa marca no ambiente virtual, em três meses de atuação conseguimos economizar R$ 200 mil através de processos que envolvem a digitalização de cadastros”, diz Herbert Piedra, head de suprimentos da companhia brasileira.

+ O ouro do século 21

Atuante nos setores automotivo, financeiro e imobiliário, a Rodobens lançou uma plataforma de venda de peças e de pneus. Nossa empresa foi a escolhida para executar o projeto. “A ideia é oferecer mais praticidade aos nossos clientes corporativos. Através do epecas.rodobens.com.br, eles têm acesso à nossa rede de distribuição e podem fazer seus pedidos de forma mais prática e ágil”, explica Piedra.

Vantagens para todos

Assim como ocorre em outras plataformas direcionadas ao B2B, a Rodobens estuda implementar ações que beneficiem os usuários de seu novo canal, como, por exemplo, programa de pontuação para consumidores recorrentes. “Queremos fazer algo que favoreça quem compra através da plataforma, de repente, pontos que possam ser trocados por peças ou descontos”, adianta. A companhia também almeja o mercado B2C. “Vamos abrir nossas operações para o cliente final. Acredito que não passará do primeiro semestre de 2019”, prevê.

Para Piedra, o setor de distribuição já está no caminho que leva à transformação digital, no entanto, outros, dentro da cadeia automotiva, vão seguir o mesmo rumo. “Não vai demorar para que outras áreas, além do aftermarket, percebam a importância dessas ações em seus negócios. A tendência é atender o consumidor omnichannel, que está conectado em diferentes canais, e oferecer as mesmas experiências e vantagens em todos eles”, analisa. “Felizmente, essa transformação já começou na Rodobens”.

+ Veja também: Varejo mais integrado

A estratégia digital do grupo vai ao encontro da nova era do varejo. Pelo menos, foi o que afirmou o professor Lino Rodrigues ao finalizar sua palestra. “O empresário precisa estar na frente da concorrência e não deixar esse tema para depois. Aquele que começa antes, conquista uma fatia maior do mercado”. É o milagre da digitalização.

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Notícias
Com a popularização dos smartphones e o maior acesso à internet, muitas empresas têm apostado em soluções digitais para não ficarem para trás. Uma delas é o comércio eletrônico. Mas não se engane: ele é apenas a ponta do iceberg

Indústrias e empresas de diferentes segmentos estão cada vez mais interessadas na tal ‘transformação digital’. Mas o que muitas delas nem imaginam é que esse termo, que está tão em voga atualmente, refere-se a um processo muito mais amplo, que vai além do e-commerce.

A digitalização vem para melhorar o desempenho de companhias, otimizar processos de comunicação, vendas e gestão de estoques, garantindo assim resultados muito mais consistentes. A transformação digital muda, principalmente, a estrutura da empresa que adota essas soluções.

É nesse cenário que nós, do CWS, nos encaixamos. “Um e-commerce sozinho não resultará em melhores resultados sem a digitalização da sua cadeia de valor”, afirma Bruno Lucchesi, head comercial do CWS, divisão corporativa do grupo Canal da Peça.

+ Leia também: O ouro do século 21

“A digitalização da cadeia de valor representa 95% do conceito transformação digital, enquanto o e-commerce apenas 5%, mostrando que ele é só a ponta do iceberg”, enfatiza. Para ele, muitas companhias ainda se baseiam somente em algumas ferramentas que, assim como o e-commerce isolado, têm pouca representatividade na mudança de uma marca.


“Há empresas que acreditam que só pelo fato de terem site e blog ou, ainda, uma página no Facebook, já vivem a era digital. Para, de fato, vivenciarem os novos tempos, devem lançar mão de outros recursos, que, juntos, servem como passaporte para um universo de novas possibilidades e negócios”, acrescenta Lucchesi.
Nossa empresa é referência em projetos nos setores automotivo, industrial, agrícola, de transporte e construção civil. Entre as soluções, disponibilizamos portais exclusivos, no estilo marketplace, que reúnem varejistas e outros serviços que têm ligação com a marca que nos contrata; digitalizamos cadastros e integramos estoques; além de fornecer análises mensais que têm auxiliado grandes companhias em seus planos estratégicos, entre outros recursos que podem ser adaptados às necessidades de cada marca.

“Atuamos em todos os processos e degraus que envolvem a transformação digital. Entregamos projetos completos, sem a necessidade de o cliente contatar outras empresas”, afirma Lucchesi.

O momento é agora

De olho nas tendências e, sobretudo, na melhor eficiência de seus processos, companhias de todos os portes já destinam parte de seus investimentos em tecnologia. Segundo um estudo da IFS, que analisou 750 tomadores de decisão em 16 países para avaliar a maturidade da transformação digital em serviços como manufatura, construção e serviços, quase 90% das empresas pesquisadas têm financiamento adequado para destinar ao tema, o que indica que estão preparadas e dispostas a ingressarem na era digital.

+ A transformação é para já

“É evidente que as empresas hoje entendem a urgência de se concentrarem na transformação digital”, diz Antony Bourne, vice-presidente de soluções globais da divisão industrial da IFS. “Elas precisam aplicar tecnologias inovadoras, relacionadas com seus conhecimentos relevantes no setor, para obterem sucesso e vantagem competitiva. É essa combinação que torna a transformação digital significativa e poderosa”.

Já o Worldwide Digital Transformation Spending Guide, divulgado pela americana IDC, apontou que investimentos em software, hardware e serviços que envolvem a transformação digital atingirão US$ 1,3 trilhão em 2018 – número que representa um salto de 16,8% em comparação com os US$ 1,1 trilhão gastos em 2017.

+ Veja mais: Ela chegou para revolucionar

“Digitalizar suas operações a fim de ficar mais conectado com o seu público-alvo deve ser prioridade para empresas e indústrias de todos os setores que querem continuar crescendo e sendo competitivas em seus respectivos mercados. Nossa missão é fazer sua marca enxergar além da ponta do iceberg”, afirma Bruno Lucchesi.

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Fabricantes, Notícias
Na corrida por mais produtividade e inovação, empresas que investem em tecnologia saem na frente daquelas que deixam o tema para depois. A transformação digital tem ajudado companhias a garimparem o que realmente importa para seus negócios: os consumidores

Quando fora encontrado ouro em Sutter’s Mill, na Califórnia (EUA), entre os anos 1848 e 1855, milhares de americanos saíram de suas cidades em busca de riqueza. A notícia se espalhou logo e o país foi invadido por pessoas de todas as partes do mundo, que, assim como os donos do território, almejavam prosperidade e sucesso.


Hoje, 163 anos depois, os cavalos que serviam de transporte para as terras valiosas deram lugar à tecnologia: a transformação digital é a ferramenta da vez para chegar ao ouro. Pelo menos, no mundo empresarial, onde destacam-se companhias que pensam fora da caixa e que fazem mais que seus concorrentes – sobretudo, que se arriscam e não têm medo de inovar. O pioneirismo é a palavra-chave deste século.

Assim como na corrida do ouro, em que os primeiros que chegavam angariavam mais metais preciosos, a corrida pela digitalização garante às empresas visionárias uma fatia muito maior do mercado em que atuam. O ouro de ontem é a transformação digital de hoje.


As marcas que percebem isso rapidamente têm uma grande vantagem em relação àquelas que resistem à tecnologia. Nosso papel vai além de oferecer soluções digitais: queremos conscientizar empresários da importância do tema atualmente e como poderá influenciar no futuro de sua companhia, seja qual for sua área de atuação”, diz Vinícius Dias, CEO do CWS, divisão corporativa do grupo Canal da Peça.

Cases de sucesso

No varejo, há inúmeras histórias inspiradoras de marcas que enxergaram antes a ‘mina de ouro’. Fora do País, a Amazon intensificou seus investimentos em tecnologia.

Entre 2010 e 2018, seu valor de mercado cresceu mais de 1300%. Hoje, a empresa está avaliada em US$ 1 trilhão, tornando-se a segunda companhia americana a atingir essa cifra. Em agosto deste ano, semanas antes dessa divulgação, a Apple havia alcançado o mesmo patamar.

No Brasil, um dos casos mais relevantes é a Magazine Luiza, famosa pela venda de eletrodomésticos em pontos físicos. Mas ela foi além do balcão e apostou no e-commerce. Entre 2011 e 2018, seu valor de mercado subiu 400%, chegando a R$ 23 bilhões.

+ Leia também: A transformação é para já

Para Rodrigo Bandeira, vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o modelo de negócio adotado por essas companhias vai se fortalecer ainda mais no País. “Os canais de marketplace têm se destacado muito no Brasil e para algumas lojas chegam a representar 60% do volume de vendas. A conveniência oferecida aos empresários através da grande circulação de potenciais consumidores, ambiente financeiro mais seguro e facilidade em sistemas são alguns desses diferenciais”, afirma.

Bandeira acredita que a integração dos ambientes físicos e digitais tem de ser imediata. “A internet vem crescendo e continua com uma boa perspectiva. Praticidade, comodidade e preço têm sido os grandes atrativos. As lojas físicas vão continuar existindo, mas vão precisar conviver com um canal seguro, aberto 24 horas, 7 dias por semana e com alcance nacional ou mesmo mundial de vendas”, diz.

Mais investimentos

A indústria está mais digitalizada do que nunca. É o que mostra o estudo “Investimentos em Indústria 4.0”, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Entre 2016 e 2018, o percentual das companhias que já usam ferramentas tecnológicas passou de 63% para 73%. Até o final deste ano, quase metade (48%) do setor industrial pretende investir em ações digitais.
A pesquisa aponta a produtividade como propulsora para essa transformação, já que as grandes empresas priorizam iniciativas inovadoras para aumentar a eficiência do processo de produção e melhorar a gestão de seus negócios.

+ O ano da digitalização

No mercado de aftermarket, empresas como Bosch, Delphi e Gauss digitalizaram seus catálogos e ampliaram seus canais de venda e de relacionamento com o cliente. Os processos, além de conferirem mais agilidade, atendem o novo consumidor, que está mais conectado.


Cláudio Doerzbacher, CEO da Gauss, resume bem o motivo que tem levado as indústrias para a era digital. “A tecnologia está conectando todo mundo. As pessoas não vivem mais longe dela: seja para informação, comunicação ou compra”, afirma. “É impossível não estarmos no mesmo ambiente”, diz.

A inovação também tem sido peça fundamental para a Delphi no Brasil. A companhia ganhou mais eficiência desde que implementou ações digitais. “As ferramentas nos oferecem informações valiosas por meio das buscas e compras realizadas. Sabemos quais são as peças mais procuradas e aprendemos sempre mais sobre o perfil do consumidor”, afirma Arnaldo Leonardo, diretor comercial da Delphi para a América do Sul.

+ Veja mais: Delphi acelera na internet

Segundo ele, o tema tem que ser tratado com mais atenção pelo setor. “Atender os clientes da forma mais adequada à realidade deles tem que ser a prioridade da fábrica, do distribuidor e também do varejo”, justifica. “Usar as informação obtidas com a ajuda da tecnologia pode ser a chave para o sucesso”, conclui. E para a mina de ouro.

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Adotar soluções digitais já é realidade para empresas brasileiras de diferentes portes. Veja a opinião de quem vivencia a nova era e de especialistas que levantam a bandeira da tecnologia

Você, certamente, já deve ter ouvido ou lido a expressão “transformação digital”. O conceito, no entanto, é muito mais amplo do que parece e vai além do comércio virtual ou de manter uma página do seu negócio em redes sociais.

Digitalizar operações reflete diretamente na otimização do trabalho de áreas distintas dentro uma empresa; garante gestão mais eficiente de produtos e estoques; e melhora a comunicação com os clientes. Todos esses pontos ajudam a companhia a se destacar em seu mercado de atuação.

E é esse o propósito do Canal da Peça Web Services (CWS), divisão corporativa do grupo Canal da Peça. “Empresas que se dispõem a adotar soluções tecnológicas para continuarem crescendo e inovando, indubitavelmente estão um passo à frente da concorrência”, diz Bruno Lucchesi, head comercial do CWS. “E isso faz toda a diferença para seus negócios”.

Ele está certo. De acordo com um estudo feito pela companhia americana CA Technologies, empresas brasileiras que investem em tecnologia podem faturar até 50% mais.

“A transformação digital mudou de uma vez por todas o papel da tecnologia dentro das empresas. Se antes as companhias eram feitas para durar, hoje, são feitas para mudar. A experiência do usuário está no centro desse movimento”, afirma João Fábio Valentin, vice-presidente de DevOps da CA na América Latina.

B2B na onda tecnológica

Os mercados B2B (Business to Business), onde o público-alvo são empresas, e o B2C (Business to Consumer), que foca no cliente final, estão mais digitais do que nunca. Novos modelos de negócio têm sido implementados em grandes companhias a fim de atender o atual consumidor, que está presente em múltiplos canais.

+ Leia também: Com o pé no acelerador

O grupo Ipiranga lançou recentemente uma plataforma de venda de peças automotivas e outros produtos para clientes corporativos com a ajuda do CWS. No modelo marketplace, o objetivo do Ipiranga Clube Empresarial é se tornar um programa de fidelidade, em que o consumidor veja relevância e valor nas parcerias e nos benefícios.

“Com essa iniciativa pioneira em nosso mercado, trazemos uma oferta que vai além do combustível, proporcionando toda praticidade e diversificação de produtos e serviços que buscamos em nosso negócio. Nossa visão de inovação é reforçada pela parceria com startups e fintechs, que trouxeram a tecnologia por trás do Ipiranga Clube Empresarial, mostrando que a empresa valoriza a inovação e a cultura do empreendedorismo em suas operações”, diz Miguel Lacerda, diretor de mercado empresarial da Ipiranga.
Para Rodrigo Bandeira, vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a estratégia está alinhada com as expectativas deste mercado, uma vez que ele promete crescer ainda mais no cenário virtual. “A digitalização do B2B já é realidade e torna mais prático o processo de cotação e compra. A tendência é de crescimento, sim”, afirma. “É natural que as grandes marcas estejam partindo para criação dos seus próprios portais de venda. No segmento de cuidados com a saúde, temos o exemplo da P&G”.

Varejo mais digital

A rede de distribuição também está otimista com a tecnologia. A Abecom, que comercializa produtos da SKF, hoje também alcança o mercado B2C. A indústria tem apoiado a digitalização do setor com a implementação de portais, no padrão marketplace, que têm ajudado na divulgação de seus clientes.

+ O ano da digitalização

“A SKF do Brasil, nossa fornecedora e parceira, foi a maior incentivadora para que nós começássemos a vender pela internet. Aceitamos e hoje estamos na plataforma do Canal da Peça”, revela Meire Garcia Vaz, gerente administrativa da Abecom.

Websites de varejo e de marcas são meios mais assertivos que a publicidade. É o que mostra o estudo Criteo Shopper Story 2017, obtido pelo Canal da Peça Research.



“Estar visível também na página de um grande fabricante nos ajuda a crescer na internet. O consumidor quer ter confiança em comprar online, por isso, aparecer no portal de uma indústria com um nome forte no mercado, gera mais vendas”, acrescenta Meire Vaz.

A vez da indústria

No setor de peças, outras companhias, como Bosch, MTE-Thomson e Fras-le, também já deram o primeiro passo rumo à transformação. Com o apoio do Canal da Peça, digitalizaram os catálogos, disponibilizaram portais exclusivos da marca e, algumas, até aplicativo.


“Os resultados, até agora, têm sido positivos. Não se trata da fábrica vendendo diretamente para os consumidores finais. O portal funciona como um ‘shopping online’ e serve apenas de vitrine para nossos distribuidores e parceiros, que ali podem comercializar em um mesmo ambiente”, comenta Alfredo Bastos Junior, diretor de marketing da MTE-Thomson.

+ Veja mais: A investida digital da MTE-Thomson

Segundo ele, o lojista que se associa à plataforma estará visível em um portal acessado por usuários de todas as regiões do País, enquanto os clientes podem saber exatamente onde encontrar determinado item, com a vantagem de comparar preços. “A intenção da indústria é fomentar mais negócios através da tecnologia”, enfatiza Bastos.

Com portal e aplicativo próprios, a SKF otimizou o tempo de seus funcionários desde sua entrada no mercado virtual. “Antigamente ficávamos amarrados quando um cliente nos ligava procurando um produto. Mandávamos uma extensa lista de distribuidores, mas não podíamos garantir que eles teriam aquele determinado item ou em quanto tempo receberiam”, diz André Cachetti, assistente de suporte do Compreskf.com.br.

“Hoje, damos oportunidade para que varejistas e distribuidores se associem à plataforma e fiquem em evidência na rede. Quando um cliente nos pede informações, conseguimos passar os links de quem realmente tem os produtos e qual será o prazo de entrega. Tudo isso em um clique. É uma solução para todos”, complementa Cachetti.

Para Romero Rodrigues, fundador do Buscapé e um dos principais nomes quando o assunto é digitalização, o empresário que ainda não investiu em tecnologia está perdendo, além de negócios, eficiência. “Acho que quem está offline está ineficiente. Se quiser continuar assim vai estar, fatalmente, fora do mercado”, diz. A transformação digital não é mais uma opção: se tornou uma necessidade para manter vivo qualquer negócio.

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Na última terça-feira 25, o Canal da Peça foi palco da 2ª edição do CWS Experience, evento que promove a transformação digital no setor automotivo. Além de conhecerem mais nossas soluções, os participantes conferiram uma palestra do youtuber Tales Domingues, o Dr. Carro, sobre atendimento e vendas

Varejistas, mecânicos e até fabricante de peças estiveram presentes na 2ª edição do CWS Experience, que ocorreu na última terça-feira 25, na nossa sede, em São Paulo. A iniciativa do Canal da Peça em promover encontros frequentes com profissionais do mercado automotivo vem para suprir as necessidades do setor, que está cada vez mais ávido por novidades, principalmente, tratando-se de tecnologia.

Dessa vez, além de apresentarmos nossas soluções digitais, que têm feito a diferença na rotina de lojistas e consumidores de peças, o ex-mecânico e youtuber Tales Domingues, à frente do canal Dr. Carro, foi a atração principal do evento, onde palestrou sobre a importância do atendimento para conquistar mais clientes.

Atualmente, esse é o tema central de suas palestras que têm atraído espectadores em várias cidades brasileiras. “É um assunto que interessa tanto varejistas como mecânicos. Para quem lida com o público, a chave do sucesso é saber atender bem, com respeito e carinho sempre”, diz Tales Domingues. “Apesar de parecer óbvio, muitos profissionais se esquecem que o bom atendimento é o que vai fidelizar o cliente”.

+ Leia mais: Bom atendimento é fundamental

Entre as dicas, destaca-se a análise diária do ambiente de trabalho. Para ele, comerciantes e mecânicos devem ter um olhar mais crítico na loja e na oficina. “Todos os dias, parem, por pelo menos 15 minutos, e observem seus funcionários e percebam como eles tratam os clientes, suas expressões, e até como você próprio age diante de um consumidor. Esse exercício é muito importante para identificar deficiências no atendimento”, ensina.


Caroline Batista, da Attow Automotive, elogiou o evento. “Como vendedora, é fundamental saber lidar com as pessoas da melhor maneira possível. A apresentação agregou muito e, certamente, colocarei em prática”, afirma. “O Canal da Peça se destaca por essas ações, que visam ajudar ainda mais nosso setor. Por isso, foi a plataforma escolhida por nós para estrearmos no comércio eletrônico”.

Preste atenção nos detalhes

Segundo Tales, muitos mecânicos e balconistas cometem erros sem perceber – alguns deles são ‘fatais’ na fidelização de clientes. “Digo sempre que, na boa intenção, você pode faltar com a atenção. Corrigir um consumidor, por exemplo, sobretudo se ele estiver acompanhado, pode ‘puxar’ um sentimento ruim e ele nunca mais voltar ao local. É constrangedor”, diz. “Lembre-se sempre que, quem digita a senha do cartão, é o emocional do cliente”.


Outra dica que vale ouro é deixar o celular de lado enquanto estiver trabalhando. De acordo com ele, esse é um dos maiores deslizes no varejo atualmente. “É muito desagradável entrar em uma loja e o vendedor estar mexendo no celular. Preste atenção para não cometer essa falha, pois ela pode ser decisiva na venda”, acrescenta.

+ Foco nas vendas

O mecânico Leandro Botelho, da Maartvel Serviços Automotivos, concordou com as orientações de Tales. “Elas serão fundamentais para o meu trabalho”, garante ele. “Só vale mexer no celular quando for usar o WhatsApp para falar com os clientes, já que nós, de oficina, utilizamos muito esse aplicativo de mensagens”.

De olho nas oportunidades

Tales Domingues, que se tornou conhecido no mercado de reparação ao lançar seu canal em 2009, é um entusiasta da tecnologia. O aftermarket, para ele, se beneficiará muito com as soluções digitais. “Eu não vejo o mercado virtual de peças como substituto do comércio tradicional, mas será uma parte fundamental da estratégia de qualquer lojista. Quem não estiver online vai perder uma grande oportunidade de fazer ótimos negócios”, opina.

De fato, é um mercado com potencial gigantesco. Um levantamento recente da Ebit mostra que o varejo online brasileiro cresceu 12,1% no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2017.

O faturamento total foi de R$ 23,6 bilhões, ante R$ 21 bilhões no primeiro semestre do ano anterior. A consultoria Ebit mantém a previsão de crescimento para este ano, que é de 12%, atingindo a marca de R$ 53,4 bilhões até dezembro.

Dono da oficina The Especialist, Felipe Fraga planeja, em breve, expandir sua área de atuação e comercializar peças pela internet. “O e-commerce já dominou vários países, em diferentes segmentos. No Brasil, não será diferente, só precisamos melhorar nossa logística”, diz. “O futuro do varejo de peças tem tudo para ser online”.

Quem já vive essa realidade, aprova. O comerciante Agnosvaldo Gomes, da Multpeças, que tem loja virtual criada por nós, elenca os pontos positivos desde que ingressou na nossa plataforma. “Ganhamos mais visibilidade, mais corpo na internet e, principalmente, a confiança dos consumidores”, afirma.


A satisfação é tanta que ele quer ir além. “Pensamos em criar um aplicativo exclusivo para atrair ainda mais clientes”, revela Gomes. Conquistar mais negócios também faz parte dos planos da lojista Priscila Rodrigues, da autopeças Rodrigues, que almeja mais vendas com a ajuda da web.

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Em breve, ela pretende criar uma vitrine online com o apoio da nossa plataforma. “Só temos site e uma página no Facebook, mas estamos atentos às mudanças no consumo e queremos, em curto prazo, apostar no e-commerce. O Canal da Peça poderá nos ajudar nessa estrada digital”, comenta.

Atendimento de qualidade

Com suporte exclusivo aos associados do Clube Canal da Peça, o lojista não precisa se preocupar com eventuais problemas durante sua venda. Nossa equipe de atendimento se encarrega da função. Para aqueles que não têm tempo, essa é uma das maiores vantagens.

“O varejista não precisa ter contato com o usuário. Nós fazemos essa intermediação”, garante Diego Alencar, coordenador da equipe de vendas do Canal da Peça. “Também auxiliamos o lojista que não tem muita intimidade com a internet”, diz.

A assistência oferecida aos associados e clientes da nossa plataforma chamou a atenção de Rodrigo Rodrigues, da autopeças Rodrigues. “Agora sabendo que oferecem atendimento também aos nossos consumidores, ficamos mais animados em entrar para o comércio virtual”, afirma.

+ Veja também: A união faz a força

Para Tales Domingues, disponibilizar suporte adequado, também no e-commerce, faz toda a diferença para que clientes se tornem leais à marca. “O bom atendimento, seja ele em lojas físicas ou online, certamente marcará aquele consumidor. Dependendo da experiência, seu comércio será o primeiro a ser lembrado por ele – positivamente ou não. Cabe a você escolher”, finaliza.

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Fabricantes, Notícias
O setor de peças não tem deixado a tecnologia de lado nem para se comunicar com seus clientes. Veja como ferramentas digitais têm mudado o relacionamento – e os negócios – de varejistas, mecânicos e fabricantes de itens automotivos

Em tempos de redes sociais, é raro encontrar um consumidor que nunca tenha pesquisado uma marca em meios como Facebook e Instagram, afinal, muitas já estão presentes nessas plataformas. Além de divulgar o nome e o portfólio, as empresas têm se aproximado mais de seus clientes e, ainda, conseguem criar ações direcionadas que, em curto e médio prazos, podem gerar mais negócios. No entanto, o conteúdo das mídias sociais precisa estar alinhado com a filosofia da empresa – caso contrário, em vez de ajudar, pode prejudicar a marca na rede e fora dela.

O mercado automotivo não foge à regra. “É preciso se atentar não apenas aos conteúdos disponíveis em seus sites, como também nas redes sociais, imprensa, blogs e fóruns”, diz Sergio Sanchez, gerente sênior de práticas automotivas da consultoria J.D. Power do Brasil. Segundo ele, saber se relacionar através desses canais, sobretudo prestando assistência adequada, ajuda na fidelização. “Para torná-los leais às marcas, é preciso buscar a excelência no atendimento ao cliente”, afirma.

Varejistas, fabricantes de peças e empresas de serviço automotivo têm confiado mais nas redes sociais, nos aplicativos de mensagens e em plataformas de vídeo para sua divulgação. A MTE-Thomson não abre mão de usar todos esses canais digitais para se aproximar de sua rede de distribuição e de seus usuários finais. “Somos ativos no Facebook, Instagram e YouTube. É muito importante manter o contato direto com o dono do carro e com o reparador. Nossa empresa é de fácil acesso a qualquer elo da cadeia”, garante Alfredo Bastos Junior, diretor de marketing da companhia.


A estratégia digital está alinhada com seu maior público-alvo na web: os mecânicos. De acordo com o estudo “Uso profissional da internet pelo reparador”, feito pela Central de Inteligência Automotiva (Cinau), 3 em cada 4 reparadores têm perfil no Facebook.

+ Leia mais: O ano da digitalização

Para Bastos, a grande interação através da rede social deve-se à carência do setor. “Nosso mercado sofre muito com a falta de informação técnica e de gestão. Dentro da nossa linha de produtos e através de nossos meios de comunicação procuramos disponibilizar conteúdo para suprir essas necessidades”, comenta.

Mas as redes sociais não são meios isolados na comunicação da companhia brasileira. O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp, que recentemente lançou sua versão coorporativa, também faz parte do plano de atuação virtual da MTE-Thomson.

+ WhatsApp: A nova forma de comunicação no varejo

“Fomos a primeira empresa de autopeças a disponibilizar o WhatsApp. Usamos para sanar dúvidas, mandar fotos de produtos e informações técnicas. Hoje, temos mais de mil reparadores em nossos grupos”, afirma Bastos.

Na era virtual

Outro fabricante de peças que tem lançado mão da tecnologia na comunicação é a Nakata. “Temos blog, site, portal próprio, aplicativo, catálogo eletrônico e estamos presentes nas redes sociais. A mensuração de todos esses ambientes nos mostra que estamos no caminho certo”, diz Sergio Montagnoli, diretor de marketing e vendas da empresa.


Para ele, a digitalização tem impacto direto nos negócio da companhia. “Seja nas transações ou no relacionamento com o cliente, a transformação digital beneficia todas as áreas da nossa empresa. Conseguimos fazer ações direcionadas para diferentes públicos e, assim, gerar mais vendas para todos”.

Criada há cinco anos, a página da Nakata no Facebook já soma mais de um milhão de seguidores – número bastante relevante para uma companhia de autopeças. Por lá, cerca de 15% das curtidas vêm de quem atua no setor, o que mostra que o consumidor final também está mais envolvido no tema.

“O dono do carro está mais interessado do que nunca em assuntos sobre peças e reparação. Não que ele vá, de fato, colocar a mão na massa, como é comum nos Estados Unidos. Mas ele quer saber como funciona para não ser enganado”, opina Sabrina Carbone, gerente de marketing da Nakata.

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“Eles estão sedentos por informação, por isso, os youtubers que conversam com os entusiastas são os que têm mais sucesso. Há cinco anos, 10% das vendas em lojas de autopeças eram para pessoas físicas. Hoje, já representa 45%”, acrescenta Carbone.

De uma ponta à outra

A invasão de empresas de varejo e de serviços no ambiente virtual vem ao encontro do novo consumidor, que prefere usar as redes sociais para tirar dúvidas e se comunicar com as marcas que consome. Na publicação “Dicas para empresas de e-commerce”, a americana Salesforce, que está entre as principais companhias em gestão de relacionamento com o cliente no mundo, constata que membros da geração Y, ou seja, pessoas entre 18 e 35 anos, preferem se comunicar com as marcas pelas redes sociais.

Já a Folha de S. Paulo, em “Consumidores trocam 0800 por chat para falar mais rápido com empresas”, revela que 92% dos clientes consideram o atendimento digital uma boa forma de comunicação. Do lado do cliente, essa integração é mesmo fundamental em tempos modernos.

Usuário do Canal da Peça, o analista de sistemas Alexandre Zardo resolveu uma dúvida sem fazer nenhuma ligação. “Através do chat fui direcionado para o portal de um fabricante de peças e lá encontrei facilmente o produto que eu buscava. Minhas dúvidas foram rapidamente sanadas”, aprova. Varejistas também ganham mais agilidade com as ferramentas virtuais. Em vez de ter que atender chamadas, em um clique, respondem perguntas e mandam orçamentos.

“Antes, tinha que ficar respondendo e-mails ou atendendo a ligações, o que demandava muito tempo. Agora, a troca de mensagens, seja ela por aplicativo ou em redes sociais, tem facilitado o meu dia a dia”, diz Rodrigo Santos, da Multpeças.
As oficinas mecânicas, igualmente, estão mais digitais. Além de divulgarem a marca, já tem caso de quem até tem faturado mais com o apoio da tecnologia. “Utilizo muito o WhatsApp para agendamento de serviços, mandar orçamentos e fotos, e também como canal de venda”, explica Joaquim Marques, da Jo Pneus. “É um meio prático e assertivo de divulgação e, agora, de vendas também”.

+ Veja também: Uma ferramenta indispensável

Para o mecânico Reinaldo Nadim, da Foxcar, a digitalização ainda vai favorecer muitos profissionais do setor. “Já vivenciei vários momentos e, hoje, tudo está mais cômodo por conta da internet. O mercado será digital em pouco tempo, o que irá, felizmente, agilizar ainda mais nosso trabalho”, afirma.

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Notícias
Varejistas, distribuidores e fabricantes do setor de reposição têm um incentivo a mais para ingressarem no ambiente online: nossa plataforma disponibiliza soluções digitais sob medida para atender às necessidades de cada cliente

O jornalista Silvio Palma é dono de dois carros antigos – um Gurgel Carajás 1991 e um Pullman 1981. Quando precisa de peças para reparação de algum deles, a história é sempre a mesma. “É uma saga encontrar produtos para automóveis mais velhos”, reclama Palma, que, há pouco tempo, encontrou a solução para seus problemas. “A internet é, sem dúvida, o meio mais fácil de achar o que eu preciso”.

O cenário virtual está cada vez mais presente na rotina dos consumidores brasileiros. Na área de itens de reparação, a inclusão digital se faz ainda mais necessária para atender clientes como o Silvio. De olho nas deficiência deste mercado, os empreendedores Vinícius Dias e Fernando Cymrot, CEO e CFO, respectivamente, criaram a plataforma Canal da Peça. Desenvolvida, à princípio, para digitalizar o segmento automotivo, as soluções foram além e, hoje, já atendem também os setores industrial, agrícola e de transporte.

“A ideia desde o início sempre foi essa: conectar todos os nossos clientes em um ambiente digital comum, além de desenvolver serviços específicos para cada um deles”, afirma Vinícius Dias. “Nossas soluções também se adaptaram a outros mercados, mas continuaremos sempre investindo no setor automotivo, que é nossa maior área de atuação”.

A união faz a força

Silvio Palma não teria achado as peças que precisava se a fábrica desses itens não tivesse incentivado seus distribuidores e varejistas a comercializarem pela web. A iniciativa da indústria, que digitalizou seu catálogo, e de seus revendedores, que apostaram no comércio eletrônico, tem ajudado mecânicos e consumidores finais a encontrarem, mais facilmente, os produtos que precisam.

+ Leia também: A indústria se reinventa

Nessa força-tarefa, todos levam vantagens. Os varejistas e distribuidores ganham mais visibilidade e, com a digitalização de catálogos das fábricas, mais chances de venda; enquanto a indústria, mais popularidade e negócios, já que se sua rede de distribuição está vendendo mais, consequentemente, fará mais pedidos.

Já o usuário final que utiliza o Canal da Peça, consegue se beneficiar com ações exclusivas de fabricantes, que viabilizam cupons de desconto e frete grátis frequentemente. Além disso, poder comparar preços e escolher onde quer comprar, com a vantagem de receber no local que desejar, são privilégios exclusivos do e-commerce.

“Dificilmente, pesquiso peça em catálogos impressos. Hoje, só em meios digitais. Em questão de segundos, podemos encontrar um produto que está em falta em lojas físicas da região”, comenta o mecânico Wesley Reis, cliente do Canal da Peça.

Bem-vindo à nova era

Além de digitalizar catálogos, conectar estoques, impulsionar a marca na rede, entre outras soluções feitas de acordo com as necessidades de cada cliente, a plataforma cria portais para fabricantes e distribuidores, no modelo marketplace, uma espécie de shopping center virtual.

+ A bola da vez

Companhias como Bosch, SKF, Delphi e Nakata já têm seu próprio endereço online, onde reúnem varejistas e distribuidores que, ali, fazem mais negócios com o apoio das marcas. Os portais têm otimizado o tempo de funcionários e auxiliado, com mais precisão, quem busca uma peça específica.

“Hoje, damos oportunidade para que varejistas e distribuidores se associem à plataforma e fiquem em evidência na rede. Quando um cliente nos pede informações, conseguimos passar os links de quem realmente tem os produtos e qual será o prazo de entrega. É uma solução para todos”, diz André Cachetti, assistente de suporte do Compreskf.com.br.

A rede de distribuição da SKF também ganhou mais incentivo com a digitalização da companhia. A Abecom, que atua no mercado de peças para manutenção industrial há mais de 50 anos, tem apostado no comércio eletrônico desde que a empresa lançou seu portal.


“Não estávamos online antes. O Compreskf.com.br nos abriu esta porta”, afirma Meire Vaz, gerente administrativa da Abecom.

“O mercado de vendas online possibilita que o comerciante se torne mais conhecido em um novo universo de potenciais clientes”, opina Meire.
Robério Barreto, diretor técnico da Primeira Linha Comercial de Rolamentos, também aprovou a estreia da SKF na rede. “É fato que estamos cada vez mais dependentes do universo digital, seja para uma simples pesquisa ou até mesmo em uma negociação de compra e venda de produtos de alta tecnologia. O Compreskf.com.br reúne tudo isso em um ambiente só”, elogia.

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Animado com o comércio eletrônico, Barreto só lista vantagens desde que criou sua própria loja virtual há dois anos. “Tivemos cadastro de novos clientes, aumento de vendas para pessoas de outras regiões, flexibilidade nos pagamentos, comercialização de itens de pouco giro e maior reconhecimento da loja”.

No cenário eletrônico


O comércio automotivo online está em ascensão no País. Um levantamento feito recentemente pela consultoria E-Consulting revela que as vendas no comércio online de carros, motos e peças automotivas deverão gerar R$ 15,2 bilhões ao e-commerce brasileiro em 2018. Cifras que representam crescimento de 14,3% em relação ao ano passado, período que acumulou R$ 13,3 bilhões.


Os números têm entusiasmado até quem nunca atuou no varejo. É o caso do mecânico Fernando Teixeira, da oficina Valecar. Com um pequeno estoque para uso próprio, o profissional planeja, em breve, aumentar o volume e comercializar pela web.

“Não pretendo vender na própria oficina, pois a tendência do varejo de peças é ser cada vez mais digital. Pensando nisso, quero estar um passo à frente”, diz. “Acredito que daqui a dez anos, as vendas pela internet vão superar as do balcão, então já estou me antecipando”, acrescenta.

+ Veja mais: Setor mais conectado

Para Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting, a previsão de Teixeira está correta, já que tanto o modelo B2B, que envolve empresas, como o B2C, entre empresas e consumidores, prometem amadurecer na web. “Montadoras, fabricantes e distribuidores estão nesse movimento que facilita a integração dos negócios em um ambiente digital. O modelo B2C também irá crescer no mesmo ritmo. Ambos têm espaço para avançar no País”, afirma.

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Notícias
Como forma de acelerar o envio e reduzir gastos com serviços de frete, comerciantes de peças estão aderindo a mais uma opção de entrega para seus consumidores virtuais: a retirada na loja. Saiba quais são as vantagens para quem vende e para quem compra

O comércio eletrônico já é realidade para os consumidores de peças automotivas e industriais, porém, muitos deles, precisam do produto imediatamente assim que o adquirem. Nessas horas, os motoqueiros não estão só para agilizar o processo.

Os pontos físicos também são opções muito bem-vindas para quem compra online e está próximo da loja que efetuou o pedido. Varejistas que fazem parte do Clube Canal da Peça podem oferecer essa alternativa aos seus clientes. Nesse caso, diferentemente do que ocorre normalmente, quem vende é que ganha mais comodidade e, ainda, pode ter até mais lucro. O lojista Jefferson Masullo, da Galpão Autopeças, explica.

“Para nós, essa opção é muito interessante, pois como também vendemos acessórios, o consumidor sempre acaba levando mais alguma coisa”, diz.“É muito comum clientes que moram na região optarem por retirar no balcão. Nesses casos, ligamos para cada um deles para agendar horário, assim, conseguimos oferecer uma experiência mais personalizada”, ensina.

Online e offline: fusão necessária

Essa modalidade está em alta no e-commerce brasileiro. De acordo com o estudo Click & Collect, feito pela MindMiners em parceria com a consultoria Shopper Vista, a retirada em pontos físicos é uma ação frequente para 20% dos compradores virtuais entrevistados.

+ Veja também: Frete sob medida

Entre as vantagens de ir pessoalmente à loja, 44% dos e-consumidores elegem a isenção do frete; enquanto 31% dos compradores fazem a retirada para diminuir o tempo de espera. O mecânico Roberto Ghelardini Montibeller, da oficina High Tech, é um consumidor virtual ativo. Sempre que pode escolher, dá preferência à entrega por moto e retirada no balcão. “Quando compro um produto pela internet e tenho a possibilidade de optar pela entrega via motoqueiro, eu não penso duas vezes. É uma garantia de que o item vai chegar logo”, afirma Montibeller.


Porém, dependendo do serviço, ele não hesita em ir à autopeças. “Mas se estou com muita pressa e a loja fica próxima à oficina, vou pessoalmente pegar o produto, assim agiliza meu trabalho”.

Vale a pena oferecer essa possibilidade, sim!

A opção retirada na loja é uma boa alternativa para quem quer economizar com o serviço de entrega e isso pode refletir positivamente nas vendas. O estudo Click & Collect apontou que 92% dos entrevistados comprariam mais se o frete fosse mais baixo. A informação reforça a ideia de que poder buscar o produto no fornecedor é um impulsionador de vendas online.

Consumidores que optam pela retirada na loja visando apenas o custo, podem ficar despreocupados na nossa plataforma. “Membros do clube conseguem oferecer frete grátis aos seus clientes, por conta da nossa parceria com fabricantes que, constantemente, disponibilizam ações de incentivo”, diz Tiago Souza, líder de atendimento do Canal da Peça.

+ A corrida digital do varejo

Marcas como Bosch, SKF, Delphi, Fras-le e MTE-Thomson oferecem também cupons de desconto, que ajudam a fomentar mais negócios para quem vende e um incentivo a mais para quem compra. Usuários da nossa plataforma têm acesso a todos os benefícios. “A retirada no balcão é uma opção bem interessante e agrega muito na quantidade de venda das lojas, principalmente nas feitas com a utilização de cupons de desconto”, afirma Souza.

Mercado automotivo em alta na internet

As vendas de itens para carros e motos continuam a todo vapor no e-commerce brasileiro. Este mesmo estudo aponta que eles correspondem a 34% do comércio online no País. O crescimento dos pedidos pela internet, de uma forma geral, tem feito pontos físicos ficarem para trás.

Entre 2015 e 2017, cerca de 226 mil fecharam suas portas por aqui. Nos Estados Unidos, estima-se que até 2022, 25% dos shopping centers também vão encerrar suas operações, mostrando que, de fato, o comércio eletrônico chegou para transformar os negócios de todos os setores no mundo.
O mercado de peças, assim como outros, funciona bem em múltiplos canais – o online complementa o balcão e vice-versa. Apesar da popularização recente do e-commerce neste segmento, já tem varejistas faturando mais que na loja física.

Adriano Yoshizato, da Brajauto, que está nessa área desde o final da década de 1980, hoje, lucra mais com seus canais virtuais que no balcão: 70% das vendas são realizadas pela rede. “Estamos deixando a vida nos levar, mas tudo indica que a internet será o principal meio de compras de autopeças daqui a alguns anos. Já percebemos que está tendo crescimento de consumidores finais. Assim como o varejo muda, o perfil do comprador também”, afirma.


Segundo ele, o sucesso virtual deve-se ao interesse cada vez maior do consumidor final. “O dono do carro tem mais acesso às informações e preços, e percebemos que ele quer assumir o controle do veículo. Quer pesquisar as peças e levá-las à oficina”, opina.

Outro case de sucesso é a loja Galpão Autopeças, citada no começo da matéria. Antes de investir nos meios digitais, o comerciante Jefferson Masullo não acreditava no potencial da rede. “Tínhamos certa restrição em comprar e vender pela internet, tanto que entramos meio desacreditados. Mas começamos a atingir regiões de várias partes do Brasil e percebemos que o futuro estava ali”, afirma. O futuro e o lucro. “Hoje, 40% das vendas vêm da internet”, comemora.

Peças na rede em um único lugar

Mais de 500 lojistas de todas as regiões do Brasil já expõem seu portfólio no nosso marketplace. Juntos, eles oferecem quase um milhão de ofertas.

Confira como é fácil ter uma loja virtual no Canal da Peça!

O mercado de reparação, que necessita de agilidade para pesquisa, agradece. “Quando encontro uma peça que preciso, entro em contato direto com o lojista ou distribuidor cadastrado na plataforma, que muitas vezes já conheço, e compro o produto. Em um clique no Canal da Peça, economizo dez ligações”, afirma Eduardo Vincenzo, da oficina Vincenzo & Pistori.

+ Leia mais: A bola da vez

Para Romero Rodrigues, fundador do Buscapé e um dos principais nomes quando o assunto é transformação digital, o varejista que ainda não aderiu à soluções tecnológicas poderá ficar pelo caminho. “A digitalização está acontecendo mais rápido do que as pessoas imaginam. Aquele catálogo antes cheio de graxa poderá ser consultado na própria oficina pelo celular. Acredito que em no máximo três anos, o mercado estará totalmente digital”, diz. Investir em novas ferramentas não é mais uma estratégia para depois. É para agora.

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