Your address will show here 12 34 56 78
Fabricantes, Notícias
Saiba como umas das maiores empresas de autopeças do País está se adaptando à transformação digital e como você, varejista, pode se beneficiar com as ações oferecidas pela companhia

Disponibilizar um ambiente virtual comum para sua rede de distribuição, de modo que o modelo não desrespeitasse a cadeia, sempre esteve nos planos da empresa brasileira Fras-le, referência na produção de lonas e pastilhas de freio.

No entanto, a ideia foi finalmente colocada em prática no final de 2017, quando a companhia conheceu a proposta da nossa plataforma. “Os projetos do grupo CWS se alinham às nossas necessidades e princípios: queremos nos aproximar do consumidor final, entendendo suas carências, mas mantendo o canal de fornecimento atual com os nossos distribuidores e varejistas”, diz a coordenadora de marketing da Fras-le, Morgana Stedile.

Há quase um ano no ar, o Comprefras-le.com reúne lojistas da marca, que ali exibem seu portfólio virtual no portal de um dos principais fabricantes de peças do Brasil. “A exposição favorece a ampliação do canal de vendas, possibilitando mais negócios para a nossa rede de distribuição e, também, maior divulgação da nossa empresa. Nesse modelo, todos saem ganhando”, afirma Stedile.

+ Leia mais: A corrida digital do varejo

A entrada no cenário eletrônico através do portal também reforça a opinião da companhia sobre o comércio virtual. “É um caminho que só tende a crescer e temos que estar preparados para atender as demandas dos nossos clientes em termos de informações sobre os produtos, imagens, vídeos explicativos, entre outros”, comenta.

“Para o consumidor, a possibilidade de comprar online gera mais praticidade e conveniência. Já quem vende através da internet tem uma abrangência muito maior de mercado, fazendo de sua loja virtual, muitas vezes, uma extensão de sua física”, opina.

Na era digital

A digitalização da Fras-le favorece o varejista no momento da criação de sua vitrine online, já que ele pode contar com fotos, aplicações e especificações, informados pela própria indústria. Consequentemente, o consumidor tem mais confiança em fechar um pedido através do Comprefras-le.com.

“Também atuamos com newsletters, ações nas redes sociais e blog, onde postamos conteúdos e promoções que nos aproximam do usuário final”, acrescenta. “Como estratégia de divulgação ainda maior, disponibilizamos um link no nosso site institucional que direciona o consumidor para o portal”.


A força-tarefa digital ganhou reforço com as nossas ações. “Temos o apoio da plataforma de compra e venda Canal da Peça, que nos ajuda a divulgar nossa marca nas redes sociais, através de e-mails marketing e conteúdos no blog. Ter mais ferramentas de alcance e acesso à relatórios nos auxilia também a planejar nossos próximos passos dentro do ambiente virtual”, afirma.

Ações de incentivo

Os lojistas que vendem através do Comprefras-le.com têm acesso à benefícios exclusivos disponibilizados pela própria companhia, como cupons de desconto e frete grátis.

“A Fras-le subsidia essas ações, que são frequentes, como forma de incentivo para o varejista aumentar suas vendas. Na outra ponta, o usuário tem a oportunidade de conhecer mais nossa linha de produtos e usufruir da gratuidade na entrega”, comenta Morgana.

+ A união faz a força

A Pesquisa Conversion do Consumidor Digital 2017, publicada pela agência brasileira Conversion, comprova os efeitos positivos do frete gratuito: 84% dos e-consumidores entrevistados afirmam que comprariam mais pela internet se o frete fosse sempre grátis. Já o alto custo da taxa de entrega liderou a lista de fatores que desestimulam o cliente a finalizar uma compra, correspondendo a 77%.

Comercializando os produtos da Fras-le pela web, o lojista Emirson Oliveira, do Grupo Frota, aprova a iniciativa. “Acho sensacional essa possibilidade de oferecer frete grátis para os nossos clientes, pois isso beneficia quem está em regiões afastadas. Conseguimos atingir consumidores de outras partes do Brasil e, ainda assim, ser tão competitivo quanto os varejistas desses locais”, afirma o comerciante de Cuiabá, no Mato Grosso.

Crescimento dentro e fora da rede

Com fábricas próprias no Brasil, Estados Unidos, Uruguai, Argentina e China, além de uma de uma joint venture na Índia e presença em mais de 120 países, metade do faturamento da companhia vem das exportações. A empresa, que pertence ao Grupo Randon, cujo faturamento em 2017 foi de R$ 4,2 bilhões, quer aumentar sua representatividade dentro do conglomerado. No mesmo período, a divisão acumulou R$ 832,8 milhões – 2,5% de avanço em relação ao ano anterior. “Nossa meta, até 2020, é chegar aos R$ 2 bilhões”, afirma Felipe De Carvalho, gerente de marketing da companhia.

Para isso, a companhia realizou diversos investimentos como as aquisições de três marcas: as argentinas Armetal e Farloc, e a uruguaia Fanacif. Na Índia, foi criada a ASK Fras-le Friction para atender o mercado asiático e outros países próximos daquela região. Já a unidade da China foi ampliada, enquanto a Colômbia ganhou um escritório de vendas e um centro de distribuição.

Já imaginou expor sua loja no portal da Fras-le? Clique aqui e confira como é fácil!

A expansão também ocorreu no Brasil, onde a Fras-le formalizou uma parceria com a multinacional Federal Mogul, resultando na Jurid do Brasil. Localizada em Sorocaba (SP), a fábrica produz componentes de freio para veículos leves, atendendo o mercado nacional e toda a América do Sul. A aquisição mais recente foi a compra da brasileira Jofund, detentora da marca Fremax, fabricante de discos de freio.


Com ritmo de produção mais acelerado, o faturamento também promete avançar este ano. “Embora tenhamos investido muito nas fusões e aquisições, esperamos crescer, pelo menos, 10% em 2018”, diz Carvalho. “Não tenho dúvida que, no futuro, o comércio eletrônico terá uma participação maior no nosso crescimento”.

Futuro online

De olho no setor, que tende a consumir mais digitalmente, a Fras-le continuará confiando na web para fomentar mais negócios para todos deste mercado.

“Acreditamos muito que o varejo de peças vai crescer cada vez mais, tanto que, dentro do e-commerce brasileiro, os números são muito relevantes: entre 15% e 20% do que é vendido hoje é representado pelo comércio de autopeças. Não tem como não estarmos presentes”, afirma Carvalho.
Assim como o portfólio da Fras-le se destaca por sua diversificação, a companhia quer atuar em todos os meios de divulgação possíveis – sem deixar de lado ações que beneficiem sua rede de distribuição.

+ Veja também: Sua marca no mundo virtual

“Vamos continuar aumentando a exposição no digital e entendemos que o comércio online não veio para acabar com as vendas físicas, mas sim como uma possibilidade de ampliação de negócios para os nossos clientes. Queremos estar preparados e, sobretudo, habilitar varejistas e distribuidores para que possam atender a nova demanda do mercado”, finaliza Morgana.

0

Fabricantes, Notícias
Na última segunda-feira 8, o Canal da Peça promoveu a 3ª edição do CWS Experience, evento que viabiliza a transformação digital nos setores automotivo e de reposição de peças. O encontro reuniu distribuidores nacionais que, além de receberem dicas de negócios, se atualizaram sobre as tendências neste segmento

A rede de distribuição de peças está mais envolvida em assuntos relacionados à tecnologia e novos negócios. Foi o que mostrou a última edição do CWS Experience, promovido pelo Canal da Peça. O evento, que ocorreu na última segunda-feira 8, na nossa sede, em São Paulo, reuniu grandes nomes do setor, entre eles Pacaembu Autopeças, Jahu, Auto Americano e Grupo Universal.

O encontro foi marcado pela palestra do professor Lino Rodrigues, da Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP), que dissertou sobre práticas que podem fazer a diferença na receita de uma companhia. “Muitas vezes, estratégias que elevam ou reduzem custos, volume ou preço em apenas 1%, podem ter impacto muito forte nos negócios”, diz Rodrigues.


O professor explicou, através de exemplos reais de empresas que faturam até ou mais de R$ 900 milhões ao ano, como ajustes mínimos podem ser relevantes em médias e grandes companhias. “Há caso de empresa que, ao elevar apenas 1% do preço de seus produtos, aumentou o resultado operacional em 288,2%,” afirma. “É o que chamamos de ‘milagre do 1%’”.

Novos negócios

A digitalização, é claro, não poderia ficar fora da pauta do evento. Nosso CEO, Vinícius Dias, comentou como a transformação digital tem impactado o mercado de distribuição.


“Percebemos que, ao longo dos anos, os distribuidores também têm mudado seu modo de atuação e usado o digital para inovar suas operações e fortalecer sua marca em ambientes que, até há pouco tempo, não estavam presentes”, diz Dias. “Essas ações têm oferecido mais produtividade e, ainda, ajudado a construir laços mais fortes com fabricantes e clientes”.
De acordo com um estudo da consultoria americana Forrester Research, sobre transformação digital B2B, 93% dos compradores de atacado preferem fazer suas compras através de canais virtuais, fato que tem incentivado o mercado a investir em tecnologia.

É o caso do empresário Ismael Kassim. “Acreditamos que fortalecer nossa presença online poderá nos ajudar a crescer ainda mais. Não é possível ter representantes em todas as cidades brasileiras e a tecnologia vem para suprir essa necessidade. Queremos pegar a cauda desse cometa”, afirma Kassim, sócio-proprietário da V&B Autopeças.

+ Leia também: Sua marca no mundo virtual

Com plataforma ativa de venda de peças para o mercado corporativo (B2B), o Grupo Universal é um entusiasta das ações digitais. “Hoje, com a tecnologia, temos a possibilidade de oferecer mais agilidade e informações a qualquer momento. Essa disponibilidade é muito importante, pois conseguimos solucionar dúvidas e atender as necessidades dos nossos consumidores mais facilmente”, diz Deise Nóbrega, gestora de e-commerce da companhia.


Para Deise, iniciativas como as nossas vêm para fomentar mais negócios para todos do setor. “O Canal da Peça é uma empresa que tem muita representatividade no mercado. Não traz só a questão da ferramenta, traz o conhecimento do business. A forma como catalogam os produtos, tratam e integram as informações, além dos conteúdos disponibilizados, contribuem com todos dessa cadeia”, opina.

Mais economia com a tecnologia

A consultoria Accenture, uma das maiores autoridades em digitalização, constatou que grandes companhias que combinam tecnologias podem economizar até US$ 85 mil, em média, por empregado. Mas empresas de todos os portes e segmentos também têm poupado dinheiro com ações digitais.

A Rodobens que o diga. O grupo, que é um dos maiores do País, conseguiu reduzir custos com iniciativas tecnológicas. “Além de posicionarmos nossa marca no ambiente virtual, em três meses de atuação conseguimos economizar R$ 200 mil através de processos que envolvem a digitalização de cadastros”, diz Herbert Piedra, head de suprimentos da companhia brasileira.

+ O ouro do século 21

Atuante nos setores automotivo, financeiro e imobiliário, a Rodobens lançou uma plataforma de venda de peças e de pneus. Nossa empresa foi a escolhida para executar o projeto. “A ideia é oferecer mais praticidade aos nossos clientes corporativos. Através do epecas.rodobens.com.br, eles têm acesso à nossa rede de distribuição e podem fazer seus pedidos de forma mais prática e ágil”, explica Piedra.

Vantagens para todos

Assim como ocorre em outras plataformas direcionadas ao B2B, a Rodobens estuda implementar ações que beneficiem os usuários de seu novo canal, como, por exemplo, programa de pontuação para consumidores recorrentes. “Queremos fazer algo que favoreça quem compra através da plataforma, de repente, pontos que possam ser trocados por peças ou descontos”, adianta. A companhia também almeja o mercado B2C. “Vamos abrir nossas operações para o cliente final. Acredito que não passará do primeiro semestre de 2019”, prevê.

Para Piedra, o setor de distribuição já está no caminho que leva à transformação digital, no entanto, outros, dentro da cadeia automotiva, vão seguir o mesmo rumo. “Não vai demorar para que outras áreas, além do aftermarket, percebam a importância dessas ações em seus negócios. A tendência é atender o consumidor omnichannel, que está conectado em diferentes canais, e oferecer as mesmas experiências e vantagens em todos eles”, analisa. “Felizmente, essa transformação já começou na Rodobens”.

+ Veja também: Varejo mais integrado

A estratégia digital do grupo vai ao encontro da nova era do varejo. Pelo menos, foi o que afirmou o professor Lino Rodrigues ao finalizar sua palestra. “O empresário precisa estar na frente da concorrência e não deixar esse tema para depois. Aquele que começa antes, conquista uma fatia maior do mercado”. É o milagre da digitalização.

0

Fabricantes, Notícias
Na corrida por mais produtividade e inovação, empresas que investem em tecnologia saem na frente daquelas que deixam o tema para depois. A transformação digital tem ajudado companhias a garimparem o que realmente importa para seus negócios: os consumidores

Quando fora encontrado ouro em Sutter’s Mill, na Califórnia (EUA), entre os anos 1848 e 1855, milhares de americanos saíram de suas cidades em busca de riqueza. A notícia se espalhou logo e o país foi invadido por pessoas de todas as partes do mundo, que, assim como os donos do território, almejavam prosperidade e sucesso.


Hoje, 163 anos depois, os cavalos que serviam de transporte para as terras valiosas deram lugar à tecnologia: a transformação digital é a ferramenta da vez para chegar ao ouro. Pelo menos, no mundo empresarial, onde destacam-se companhias que pensam fora da caixa e que fazem mais que seus concorrentes – sobretudo, que se arriscam e não têm medo de inovar. O pioneirismo é a palavra-chave deste século.

Assim como na corrida do ouro, em que os primeiros que chegavam angariavam mais metais preciosos, a corrida pela digitalização garante às empresas visionárias uma fatia muito maior do mercado em que atuam. O ouro de ontem é a transformação digital de hoje.


As marcas que percebem isso rapidamente têm uma grande vantagem em relação àquelas que resistem à tecnologia. Nosso papel vai além de oferecer soluções digitais: queremos conscientizar empresários da importância do tema atualmente e como poderá influenciar no futuro de sua companhia, seja qual for sua área de atuação”, diz Vinícius Dias, CEO do CWS, divisão corporativa do grupo Canal da Peça.

Cases de sucesso

No varejo, há inúmeras histórias inspiradoras de marcas que enxergaram antes a ‘mina de ouro’. Fora do País, a Amazon intensificou seus investimentos em tecnologia.

Entre 2010 e 2018, seu valor de mercado cresceu mais de 1300%. Hoje, a empresa está avaliada em US$ 1 trilhão, tornando-se a segunda companhia americana a atingir essa cifra. Em agosto deste ano, semanas antes dessa divulgação, a Apple havia alcançado o mesmo patamar.

No Brasil, um dos casos mais relevantes é a Magazine Luiza, famosa pela venda de eletrodomésticos em pontos físicos. Mas ela foi além do balcão e apostou no e-commerce. Entre 2011 e 2018, seu valor de mercado subiu 400%, chegando a R$ 23 bilhões.

+ Leia também: A transformação é para já

Para Rodrigo Bandeira, vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o modelo de negócio adotado por essas companhias vai se fortalecer ainda mais no País. “Os canais de marketplace têm se destacado muito no Brasil e para algumas lojas chegam a representar 60% do volume de vendas. A conveniência oferecida aos empresários através da grande circulação de potenciais consumidores, ambiente financeiro mais seguro e facilidade em sistemas são alguns desses diferenciais”, afirma.

Bandeira acredita que a integração dos ambientes físicos e digitais tem de ser imediata. “A internet vem crescendo e continua com uma boa perspectiva. Praticidade, comodidade e preço têm sido os grandes atrativos. As lojas físicas vão continuar existindo, mas vão precisar conviver com um canal seguro, aberto 24 horas, 7 dias por semana e com alcance nacional ou mesmo mundial de vendas”, diz.

Mais investimentos

A indústria está mais digitalizada do que nunca. É o que mostra o estudo “Investimentos em Indústria 4.0”, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Entre 2016 e 2018, o percentual das companhias que já usam ferramentas tecnológicas passou de 63% para 73%. Até o final deste ano, quase metade (48%) do setor industrial pretende investir em ações digitais.
A pesquisa aponta a produtividade como propulsora para essa transformação, já que as grandes empresas priorizam iniciativas inovadoras para aumentar a eficiência do processo de produção e melhorar a gestão de seus negócios.

+ O ano da digitalização

No mercado de aftermarket, empresas como Bosch, Delphi e Gauss digitalizaram seus catálogos e ampliaram seus canais de venda e de relacionamento com o cliente. Os processos, além de conferirem mais agilidade, atendem o novo consumidor, que está mais conectado.


Cláudio Doerzbacher, CEO da Gauss, resume bem o motivo que tem levado as indústrias para a era digital. “A tecnologia está conectando todo mundo. As pessoas não vivem mais longe dela: seja para informação, comunicação ou compra”, afirma. “É impossível não estarmos no mesmo ambiente”, diz.

A inovação também tem sido peça fundamental para a Delphi no Brasil. A companhia ganhou mais eficiência desde que implementou ações digitais. “As ferramentas nos oferecem informações valiosas por meio das buscas e compras realizadas. Sabemos quais são as peças mais procuradas e aprendemos sempre mais sobre o perfil do consumidor”, afirma Arnaldo Leonardo, diretor comercial da Delphi para a América do Sul.

+ Veja mais: Delphi acelera na internet

Segundo ele, o tema tem que ser tratado com mais atenção pelo setor. “Atender os clientes da forma mais adequada à realidade deles tem que ser a prioridade da fábrica, do distribuidor e também do varejo”, justifica. “Usar as informação obtidas com a ajuda da tecnologia pode ser a chave para o sucesso”, conclui. E para a mina de ouro.

0

Fabricantes, Notícias
O setor de peças não tem deixado a tecnologia de lado nem para se comunicar com seus clientes. Veja como ferramentas digitais têm mudado o relacionamento – e os negócios – de varejistas, mecânicos e fabricantes de itens automotivos

Em tempos de redes sociais, é raro encontrar um consumidor que nunca tenha pesquisado uma marca em meios como Facebook e Instagram, afinal, muitas já estão presentes nessas plataformas. Além de divulgar o nome e o portfólio, as empresas têm se aproximado mais de seus clientes e, ainda, conseguem criar ações direcionadas que, em curto e médio prazos, podem gerar mais negócios. No entanto, o conteúdo das mídias sociais precisa estar alinhado com a filosofia da empresa – caso contrário, em vez de ajudar, pode prejudicar a marca na rede e fora dela.

O mercado automotivo não foge à regra. “É preciso se atentar não apenas aos conteúdos disponíveis em seus sites, como também nas redes sociais, imprensa, blogs e fóruns”, diz Sergio Sanchez, gerente sênior de práticas automotivas da consultoria J.D. Power do Brasil. Segundo ele, saber se relacionar através desses canais, sobretudo prestando assistência adequada, ajuda na fidelização. “Para torná-los leais às marcas, é preciso buscar a excelência no atendimento ao cliente”, afirma.

Varejistas, fabricantes de peças e empresas de serviço automotivo têm confiado mais nas redes sociais, nos aplicativos de mensagens e em plataformas de vídeo para sua divulgação. A MTE-Thomson não abre mão de usar todos esses canais digitais para se aproximar de sua rede de distribuição e de seus usuários finais.

“Somos ativos no Facebook, Instagram e YouTube. É muito importante manter o contato direto com o dono do carro e com o reparador. Nossa empresa é de fácil acesso a qualquer elo da cadeia”, garante Alfredo Bastos Junior, diretor de marketing da companhia.


A estratégia digital está alinhada com seu maior público-alvo na web: os mecânicos. De acordo com o estudo “Uso profissional da internet pelo reparador”, feito pela Central de Inteligência Automotiva (Cinau), 3 em cada 4 reparadores têm perfil no Facebook.

+ Leia mais: O ano da digitalização

Para Bastos, a grande interação através da rede social deve-se à carência do setor. “Nosso mercado sofre muito com a falta de informação técnica e de gestão. Dentro da nossa linha de produtos e através de nossos meios de comunicação procuramos disponibilizar conteúdo para suprir essas necessidades”, comenta.

Mas as redes sociais não são meios isolados na comunicação da companhia brasileira. O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp, que recentemente lançou sua versão corporativa, também faz parte do plano de atuação virtual da MTE-Thomson.

+ WhatsApp: A nova forma de comunicação no varejo

“Fomos a primeira empresa de autopeças a disponibilizar o WhatsApp. Usamos para sanar dúvidas, mandar fotos de produtos e informações técnicas. Hoje, temos mais de mil reparadores em nossos grupos”, afirma Bastos.

Na era virtual

Outro fabricante de peças que tem lançado mão da tecnologia na comunicação é a Nakata. “Temos blog, site, portal próprio, aplicativo, catálogo eletrônico e estamos presentes nas redes sociais. A mensuração de todos esses ambientes nos mostra que estamos no caminho certo”, diz Sergio Montagnoli, diretor de marketing e vendas da empresa.


Para ele, a digitalização tem impacto direto nos negócio da companhia. “Seja nas transações ou no relacionamento com o cliente, a transformação digital beneficia todas as áreas da nossa empresa. Conseguimos fazer ações direcionadas para diferentes públicos e, assim, gerar mais vendas para todos”.

Criada há cinco anos, a página da Nakata no Facebook já soma mais de um milhão de seguidores – número bastante relevante para uma companhia de autopeças. Por lá, cerca de 15% das curtidas vêm de quem atua no setor, o que mostra que o consumidor final também está mais envolvido no tema.

“O dono do carro está mais interessado do que nunca em assuntos sobre peças e reparação. Não que ele vá, de fato, colocar a mão na massa, como é comum nos Estados Unidos. Mas ele quer saber como funciona para não ser enganado”, opina Sabrina Carbone, gerente de marketing da Nakata.

Quer uma loja virtual criada pelo Canal da Peça? Clique aqui!

“Eles estão sedentos por informação, por isso, os youtubers que conversam com os entusiastas são os que têm mais sucesso. Há cinco anos, 10% das vendas em lojas de autopeças eram para pessoas físicas. Hoje, já representa 45%”, acrescenta Carbone.

De uma ponta à outra

A invasão de empresas de varejo e de serviços no ambiente virtual vem ao encontro do novo consumidor, que prefere usar as redes sociais para tirar dúvidas e se comunicar com as marcas que consome. Na publicação “Dicas para empresas de e-commerce”, a americana Salesforce, que está entre as principais companhias em gestão de relacionamento com o cliente no mundo, constata que membros da geração Y, ou seja, pessoas entre 18 e 35 anos, preferem se comunicar com as marcas pelas redes sociais.

Já a Folha de S. Paulo, em “Consumidores trocam 0800 por chat para falar mais rápido com empresas”, revela que 92% dos clientes consideram o atendimento digital uma boa forma de comunicação. Do lado do cliente, essa integração é mesmo fundamental em tempos modernos.

Usuário do Canal da Peça, o analista de sistemas Alexandre Zardo resolveu uma dúvida sem fazer nenhuma ligação. “Através do chat fui direcionado para o portal de um fabricante de peças e lá encontrei facilmente o produto que eu buscava. Minhas dúvidas foram rapidamente sanadas”, aprova. Varejistas também ganham mais agilidade com as ferramentas virtuais. Em vez de ter que atender chamadas, em um clique, respondem perguntas e mandam orçamentos.

“Antes, tinha que ficar respondendo e-mails ou atendendo a ligações, o que demandava muito tempo. Agora, a troca de mensagens, seja ela por aplicativo ou em redes sociais, tem facilitado o meu dia a dia”, diz Rodrigo Santos, da Multpeças.
As oficinas mecânicas, igualmente, estão mais digitais. Além de divulgarem a marca, já tem caso de quem até tem faturado mais com o apoio da tecnologia. “Utilizo muito o WhatsApp para agendamento de serviços, mandar orçamentos e fotos, e também como canal de venda”, explica Joaquim Marques, da Jo Pneus. “É um meio prático e assertivo de divulgação e, agora, de vendas também”.

+ Veja também: Uma ferramenta indispensável

Para o mecânico Reinaldo Nadim, da Foxcar, a digitalização ainda vai favorecer muitos profissionais do setor. “Já vivenciei vários momentos e, hoje, tudo está mais cômodo por conta da internet. O mercado será digital em pouco tempo, o que irá, felizmente, agilizar ainda mais nosso trabalho”, afirma.

0

Fabricantes, Notícias
As indústrias de autopeças estão mergulhando, de vez, no mundo online: a maioria já disponibiliza portfólio virtual, que tem agilizado a rotina de muitos mecânicos. Em um clique, eles têm acesso aos principais itens, com especificações e fotos, economizando ligações e horas do dia em busca de um produto

Em tempos de transformação digital, quem ainda está offline está perdendo grandes oportunidades. Atento ao movimento, o setor está mais integrado à tecnologia – grande parte das indústrias já disponibiliza catálogos eletrônicos, que podem ser baixados ou consultados online.

Esse processo tem feito a diferença na rotina de mecânicos, que precisam de informações imediatas. Se antes os catálogos impressos eram os únicos meios de pesquisa, hoje, felizmente, isso mudou. Aquele portfólio, cheio de poeira e graxa, deu lugar à simplicidade digital. Tempo é dinheiro, principalmente, para eles.

“Quando tínhamos de fazer uma pesquisa em catálogo impresso ou procurar peças pessoalmente, atrapalhava nossa rotina de trabalho, pois perdíamos muito tempo na função. Agora, com a internet e, sobretudo, com o setor mais digitalizado, os processos que envolvem pesquisa e compra se tornaram mais simples”, diz o mecânico Joaquim Marques, da oficina Jo Pneus.


A facilidade é tanta que fez Marques repensar seu modelo de negócio atual. “Hoje, usamos a web como um canal de pesquisa, atualização e compra de peças. No futuro, quem sabe, podemos tornar nossos serviços mais digitais, com agendamentos online e até loja virtual”, afirma ele, que também comercializa pneus.

Mais informações pela rede

Os mecânicos estão mais presentes na web. É o que mostra a pesquisa “Uso Profissional da Internet pelo Reparador Independente”, da Cinau (Central de Inteligência Automotiva).

O estudo, que contou com a participação de 488 reparadores de todo o País, afirma que 88,1% usam a rede para pesquisar peças. Destes, 45,6% vão diretamente nos sites dos fabricantes.

+ Veja também: O poder do catálogo online

Nesses portais, destacam-se os catálogos de aplicação (32,2%), referências cruzadas (21,9%), instruções de montagem (21,1%), lançamentos de produtos (15,2%) e procedimentos de garantia (12,9%). Quando a necessidade é encontrar um fornecedor de peças, 41,2% afirmaram usar a internet com essa finalidade.

Através do Canal da Peça, mecânicos conseguem obter todas essas informações em um clique. Isso por conta da nossa parceria com as principais companhias do setor, entre elas Bosch, SKF e Nakata.

+ Tecnologia a favor dos mecânicos

Usuário da nossa plataforma, o mecânico Cesar Calcic, da TPS Automotive, se surpreendeu com as facilidades digitais. “Em uma busca, encontrei o item que precisava, comparei preços e efetuei a compra. Achei a peça original por um bom preço e sem sair de casa”, comenta.

Quer ter uma loja virtual no Canal da Peça? Veja como é fácil!

Para Adelcio Correa, da Autogiro, a plataforma se sobressai em relação a outras pela pesquisa certeira. “A vantagem é usar o código da peça. Automaticamente, o produto é encontrado com fotos e informações técnicas”, diz.

Na palma da mão

As consultas através dos smartphones também estão em alta nas oficinas mecânicas. De acordo com o mesmo estudo da Cinau, 89,4% dos entrevistados acessam a internet pelo celular. Sabe qual é a maior vantagem desse uso? Ezequiel Morassi, da Personal Service Car, explica.

“É muito mais fácil consultar um produto através do celular. Se você está trabalhando em um carro, não precisa parar para ir até o computador ou procurar nas centenas de páginas dos portfólios impressos. O papel, mais cedo ou mais tarde, irá desaparecer. Aquele catálogo que o mecânico vai empilhando, enchendo de pó, está dando lugar ao eletrônico”, afirma.
Os mais tradicionalistas, no entanto, podem ainda preferir os impressos. Mas, para Morassi, isso é apenas questão de tempo. “O mecânico que não se atualizou pode achar difícil mexer no catálogo digital. É só falta de prática. Depois que se habituar verá que é muito mais simples”.

+ Leia mais: Ligado no futuro

Para Sergio Montagnoli, diretor de marketing e vendas da Nakata, esse é um caminho sem volta no setor. “Antigamente, vivenciávamos os problemas do catálogo impresso, como falta de informação e a demora para atualização. Hoje, com os digitais, a informação é imediata. Isso é ótimo para todos desse meio”, diz.

Além dos catálogos

A internet, hoje, é uma das principais ferramentas de atualização do setor automotivo. Vídeos no YouTube, aliados à conteúdos como o nosso, servem de impulso para o avanço de muitos profissionais da área.

O estudo da Cinau mostrou que 1 a cada 3 reparadores faz cursos pela internet; enquanto o YouTube é acessado por 85% deles. As buscas por vídeos técnicos representam 94% dos usuários que acessam.


Nosso blog tem, mensalmente, mais de 120 mil acessos – grande parte deles de mecânicos. “Acho fundamental ter matérias explicativas, pois são muito importantes para nós. Muitas vezes, não temos acesso à informações sobre determinada falha e os blogs nos ajudam bastante”, afirma Adelcio Correa. A internet já é uma ferramenta indispensável nas oficinas mecânicas.

0

Fabricantes, Notícias
Referência na fabricação de relés, a empresa brasileira DNI, comandada pela família Salfatis, quer conquistar seu lugar ao sol na internet. Para suprir as necessidades dos novos consumidores, o Canal da Peça foi o fio condutor para a entrada da companhia no ambiente virtual

No final da década de 1950, quando montava seu primeiro negócio ao lado da esposa, a sra. Kelly, o patriarca da família Salfatis, o sr. David Josif, conhecido como “Sr. João”, nem imaginava que o tino para os negócios iria passar de geração para geração. Ainda mais, que seria no setor de peças, onde tudo começou.

O pequeno negócio familiar, batizado de autopeças Dani, nome em homenagem à primogênita Daniela, fechou na década de 1990 para dar lugar a um projeto muito maior: a indústria Dani Condutores Elétricos, a DNI.

Seus filhos Jeff, Daniela, Roberto e Eduardo, ao lado dos futuros sucessores, comandam a empresa, que hoje é líder na fabricação de relés. Mas não foi fácil chegar até aqui. O Plano Collor fez a família se reinventar nos negócios.

“Nós tínhamos sociedade com outro fabricante, mas nos vimos em uma situação complicada devido à economia da época. Separamos as empresas e apostamos no setor elétrico, que carecia de bons produtos nacionais”, explica Jeff Salfatis, diretor administrativo da DNI. “Nos esforçamos muito para conseguir nos estabelecer no mercado. O empenho é contínuo: hoje, toda a família trabalha na empresa, que já está na terceira geração”, diz, orgulhoso.

Mais do que relés

Com o tempo, a DNI foi se consolidando nos mercados automotivo e de segurança patrimonial através de uma política comercial e industrial mais agressiva. Administrada por mais quatro diretores, responsáveis por áreas distintas, a empresa foi além e passou a buscar novos mercados.

Em 2006, adquiriu a Key West, que tem como foco produtos para casa e escritório. “Ela complementa o nosso portfólio, já que sempre teve forte atuação com a parte elétrica e iluminação residencial. Estamos tentando convergir com a nossa linha de segurança patrimonial”, afirma Jeff.

Hoje, o portfólio contempla 1380 produtos, entre eles fios e cabos, itens para segurança patrimonial, domiciliar e escritório. Desse total, mais de 900 são relés – os carros-chefe da marca. Todos eles são exportados para 71 países, com forte atuação na América do Sul e América Central.

Nesses quase 30 anos de história, o catálogo cresceu drasticamente. A razão? A frota brasileira. “Ao longo desses anos, o número de automóveis novos fez com que nós expandíssemos nossas linhas e, consequentemente, nossos espaços. Se nos anos 1990, conseguíamos cobrir 80% da frota com 30 modelos de relés, hoje, com mais de 900, atendemos 50%”, diz o empresário, que divide sua produção em três fábricas, localizadas em São Paulo e Minas Gerais.

“Aquela peça que ficava anos no mercado e servia para quase todos os carros, não existe mais. Hoje, um produto não resiste muito tempo. A agilidade do setor fez a indústria correr com a produção. Não é à toa que, no primeiro semestre deste ano, já lançamos 180 itens”.

De acordo com o estudo “Frota Brasileira de Veículos em Circulação”, realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), em parceria com a Empresômetro Tecnologias, em 2017 a frota brasileira alcançou o número de 65,8 milhões de veículos em circulação na soma de carros, motos, comerciais leves, caminhões e ônibus, o que representa crescimento de 1,37% em relação ao ano anterior. Desse total, os automóveis correspondem a 62,65%, com 41,2 milhões.

Apesar do tímido crescimento, a variedade de automóveis é enorme, o que demanda mais tecnologia para empresas de peças, como a DNI. “Todo mês temos lançamentos. Por conta disso, precisamos manter nossos distribuidores sempre atualizados e a melhor maneira é através da internet”.

Soluções digitais

Há pouco mais de um ano, a DNI decidiu fortalecer sua marca na rede. Mas a companhia queria mais do que site e catálogo digital: a ideia, desde o início, era fomentar mais negócios para distribuidores e lojistas que comercializam seus produtos.


David Salfatis, filho de Jeff, atua no departamento comercial da DNI. Através da nossa plataforma, ele encontrou o que buscava. “Queremos que todos do setor tenham certeza o que estão vendendo e o que estão comprando. E a melhor maneira para isso é a indústria passar fotos, aplicações e dados técnicos corretos. Nosso trabalho com o Canal da Peça é divulgar essas informações, unindo todas as pontas da cadeia”, explica.

+ Saiba mais: A indústria se reinventa

O portal da marca serve como ambiente virtual comum para distribuidores e lojistas que vendem produtos da DNI. No modelo marketplace, ele conecta varejistas e consumidores finais, que têm, ali, a certeza de estar adquirindo o produto correto e a possibilidade de comparar preços.

Já o catálogo eletrônico, que viabiliza atualização a qualquer momento, tem ajudado mecânicos e varejistas na hora de buscar um produto com apenas um clique.

“O Canal da Peça é muito interessante para lojistas e consumidores de peças. Imagina alguém no interior da Bahia que esteja procurando por um item específico? É muito mais fácil encontrar através do comércio eletrônico, que tende suprir essa deficiência. Nesse setor, a plataforma entra com grande força por conta de sua segmentação”, opina Jeff Salfatis, da DNI.
O empresário enfatiza que a companhia não está vendendo diretamente para lojistas e consumidores finais, mas, sim, facilitando o comércio para seus revendedores. “A nossa intenção sempre foi auxiliar a equipe de vendas, nossos parceiros e consumidores. Estamos alimentando o setor com informações técnicas através do Canal da Peça. A cadeia é muito respeitada por nós”, afirma.

Mais controle

Com a nossa plataforma, a DNI consegue medir onde sua marca está mais fortalecida, quais regiões vendem menos e, assim, criar estratégias diferenciadas. “É possível ter um controle maior com as ferramentas do Canal da Peça. E isso, para qualquer negócio, é ótimo”, comenta David.

Para ele, o trabalho mais importante do fabricante é a atualização da planilha regularmente. “Quando lançamos um produto, temos o cuidado de fazer o cadastro, pegar todos os detalhes, fotos, códigos originais, aplicações técnicas e fazemos o upload dessas informações. Com a atualização frequente e os dados corretos, o distribuidor tem mais chances de vender”, diz David, que aprova o primeiro ano usando a plataforma.

Confira como é simples ter sua própria loja virtual!

“O Canal da Peça é muito bem visto no mundo automotivo. O consumidor sabe que, para peças, é mais fácil encontrar o que procura através da plataforma. É uma referência no mercado”, afirma.

Em breve, o site institucional da DNI irá ganhar um recurso a mais, que favorecerá o portal. “Vamos colocar um botão de direcionamento para o nosso marketplace, assim, quem estiver procurando onde comprar, terá acesso aos parceiros que estiverem mais próximos”.

+ A bola da vez

A indústria, para David, está cada vez mais unida para incentivar lojistas a entrarem no comércio eletrônico. A DNI ressalta a importância para o varejo. “Vale muito a pena participar do Clube Canal da Peça. O varejista irá ampliar sua área de atuação. O País inteiro estará de olho no estoque e ele poderá alcançar todas as regiões”, diz.

A tecnologia é fundamental

Jeff acredita que a investida do setor em meios digitais tem de ser agora. “É impossível um lojista ter todos os itens que existem no mercado em estoque físico. A digitalização já se faz necessária. O comércio eletrônico, sobretudo para peças de curvas b e c, vai ser muito procurado. A tecnologia será cada vez mais importante nesse processo”, diz.

+ Veja também: Negócio virtual, faturamento real

O ponto físico, para ele, está ameaçado. “Acredito que, entre cinco ou dez anos, alguma das etapas irá desaparecer. Não sei se o pequeno distribuidor ou o varejista físico, mas o processo de compra será muito mais por vias virtuais”, aposta.

De olho no futuro, a DNI quer ajudar distribuidores e lojistas nessa caminhada. “O comércio eletrônico é muito promissor. Queremos angariar vendas para os nossos parceiros e auxiliá-los sempre na estrada da digitalização”, afirma Jeff Salfatis. O Canal da Peça também.

0

Fabricantes, Notícias
A transformação digital no setor de peças tem entusiasmado a companhia no Brasil. O portal Compreskf.com.br tem aberto novos caminhos no cenário eletrônico e gerado mais negócios – inclusive para seus distribuidores. Confira as estratégias da marca para crescer ainda mais na web

Em abril de 2017, durante a Automec, o coordenador de marketing da SKF no Brasil, Fábio Fabri, acreditava que o portal Compreskf.com.br, lançado naquela ocasião, traria bons resultados a curto prazo.

Hoje, um ano e poucos meses depois, o balanço tem correspondido às expectativas do profissional. “A avaliação desse primeiro ano é bem positiva. O Compreskf.com.br tem incentivado varejistas e distribuidores parceiros a entrarem no universo virtual de vendas, que é a tendência do varejo”, diz Fabri.

Atualmente, mais de 150 varejistas comercializam seus estoques através do portal e esse número cresce a cada mês. O primeiro ano no universo digital engordou a receita da companhia no Brasil, que fechou o ano com R$ 500 mil a mais.

O engajamento virtual tem feito a empresa aderir novas soluções, também desenvolvidas pelo Canal da Peça. De acordo com Josué Cardoso, coordenador de e-commerce da SKF no Brasil, a ideia é que a distribuição compartilhe, entre si, seu estoque. O modelo B2B (Business to Business) será o maior beneficiado com essa estratégia.

+ Leia também: Vendas mais aceleradas

“Em breve, os estoques de distribuidores da mesma região estarão conectados. Dessa maneira, o consumidor final sempre será atendido e os distribuidores não vão perder vendas. A ideia é que não falte peças no mercado”, comenta Cardoso, que adianta outra novidade. “Os novos planos também incluem a comercialização de outros produtos que tenham correlação com os da SKF, assim, atenderemos todos do setor”.

Na era digital

O Compreskf.com.br nasceu da necessidade de tornar os setores automotivo e industrial mais digitalizados, através de catálogo eletrônico, aplicativo e estoques conectados. Na prática, o varejista ou distribuidor que expõe seus produtos no portal, através de sua própria loja virtual desenvolvida pelo Canal da Peça, automaticamente já tem acesso às informações técnicas, modo de instalação e fotos oficiais dos produtos, que ficam disponíveis na página do lojista.

Quem se associa à plataforma tem a vantagem de ter uma página virtual de maneira simplificada, sem ter de contratar uma equipe especializada, garantindo dados e informações corretas dos produtos, já que eles vêm diretamente da indústria. Além disso, tem exposição mais abrangente, pois estará em um grande portal, acessado por todas as regiões do Brasil.

Confira o passo a passo para criar uma loja na web

Como forma de incentivo, a SKF promove, frequentemente, ações como cupons de desconto e frete grátis. Quem vende pode oferecer esses benefícios aos seus clientes e, também, para uso próprio em compras dentro da plataforma.

“Toda campanha é um investimento para trazermos mais clientes para o nosso portal, mas também é uma forma da gente incentivar os lojistas a realizarem mais vendas”, diz. “A SKF do Brasil está subsidiando essas ações, logo, o varejista não perde seu lucro, já que receberá o valor integralmente”, complementa Josué Cardoso.
O Compreskf.com.br conecta o consumidor final com as redes de distribuição e varejo. Através de um clique, pelo computador ou smartphone, o cliente tem acesso ao portfólio completo da marca. Mais de 30 mil ofertas estão disponíveis no portal.

+ SKF entra na onda digital

“Nossa intenção não é vender diretamente ao consumidor e, sim, promover nossa cadeia de distribuição. Nesse modelo, a indústria, o varejo e os distribuidores trabalham em conjunto para atingir o público final”, diz Cardoso. “Estar na internet como marketplace é um diferencial competitivo”.

Distribuição mais virtual

Redes de distribuição, como a tradicional Abecom, também têm aprovado o comércio na web. “A SKF do Brasil, nossa fornecedora e parceira, foi a maior incentivadora para que nós começássemos a vender pela internet. Aceitamos e hoje estamos na plataforma do Canal da Peça”, revela Meire Garcia Vaz, gerente administrativa da Abecom.

+ Veja mais: Uma vitrine para todos

Com a loja na rede, a empresa comercializa para todo o território nacional, atendendo tanto o varejo como o consumidor final. Para a distribuidora, o comércio eletrônico promete alavancar ainda mais as vendas.

“Estar visível na página de um grande fabricante nos ajuda a crescer na internet. O consumidor quer ter confiança em comprar online, por isso, aparecer no portal de uma indústria com um nome forte no mercado, gera mais vendas”, diz Vaz.

A vez dos afiliados

Pessoas físicas, sem estoque e CNPJ, também podem lucrar com o portal da SKF. Há três meses, a companhia incorporou um modelo de negócio para quem quer garantir uma renda extra no fim do mês.

“O Programa de Afiliado é para qualquer pessoa que queira vender produtos SKF, dentro do nosso portal. O vendedor seleciona os itens que quer comercializar, baseado nos estoques de distribuidores e lojistas, e faz sua própria divulgação”, explica Cardoso.

“A cada venda, o afiliado ganha 5% de comissão. O processo de entrega fica por conta do varejista ou distribuidor. O associado é responsável apenas pela divulgação e concretização dos pedidos”.


Pelo jeito, o modelo tem agradado os internautas: já são mais de 280 afiliados em todo o Brasil. Esse programa, inclusive, é bem conhecido por aqui e em outros países. De acordo com uma pesquisa da empresa americana Forrester Consulting, os investimentos em marketing de afiliação, só nos Estados Unidos, movimentam mais de US$ 4,7 bilhões. A previsão é que, até 2020, chegue aos US$ 6,8 bilhões.

No Brasil, o número de empreendedores digitais também é surpreendente. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Marketing de Afiliação (IBMAfiliados), entre 2013 e 2015, cerca de 20 mil usuários ingressaram mensalmente em um programa de afiliação.

A flexibilidade e a facilidade do comércio eletrônico têm levado para a internet até quem não atua no varejo. É o caso do analista Renatto Moreira. “Divulgo os produtos através das redes sociais e e-mail marketing. Essas duas linhas de comunicação têm dado certo”, diz ele, que aposta no setor de peças online. “A plataforma veio no momento certo e, sem dúvida, tem tudo para transformar este mercado, que tende a crescer cada vez mais”.

O caminho é digital

A SKF no Brasil está cada vez mais inserida no cenário eletrônico. E ainda há muito mais por vir. “Estamos nos antecipando para o futuro. Acreditamos que a tendência do setor é ficar cada vez mais digital. Nossa entrada no cenário eletrônico também tem nos ajudado a criar um vínculo maior com o cliente final e, consequentemente, gerado mais business para a empresa e para nossos distribuidores. Continuaremos investindo em novas soluções”, acrescenta Cardoso.

Com o mesmo otimismo do lançamento do portal, na Automec, a SKF quer ir além e mostrar para outros mercados a importância da digitalização.

“Estamos sempre atentos às mudanças no comportamento do consumidor e para onde o setor está caminhando. Por oferecer soluções que beneficiam todos da cadeia de peças, também estudamos levá-las para a América Latina”, revela Cardoso. No universo digital, a SKF quer voar mais alto.

0

Fabricantes, Notícias
Empresa brasileira de autopeças acelera sua atuação no mercado digital, aderindo soluções tecnológicas para atrair mais varejistas e mecânicos para a rede

O termo transformação digital nunca esteve tão em alta no mundo, sobretudo, no mercado automotivo. As indústrias de autopeças estão andando no mesmo ritmo das montadoras e fazendo uma verdadeira revolução no setor.

Cláudio Doerzbacher, CEO da Gauss, resume bem o motivo que tem levado as indústrias para a era digital: “A tecnologia está conectando todo mundo. As pessoas não vivem mais longe dela: seja para informação, comunicação ou compra. No nosso setor não é diferente.”

A Gauss, que recém completou 20 anos, já caminha nessa direção. “Os eletricistas e os mecânicos estão utilizando a web para procurar e propagar informação sobre seu dia a dia, além de buscar e comprar peças. É impossível não estarmos no mesmo ambiente”, diz.

Portfólio na ponta dos dedos

Criada para atender o mercado de reposição de reguladores de voltagem e placas retificadoras, a Gauss viu seu portfólio crescer drasticamente em duas décadas. Em 1997, quando entrou no mercado, apenas cinco itens faziam parte de seu portfólio.

Hoje, são 1,7 mil distribuídos em 24 linhas de atuação. Atualmente, todos eles podem ser consultados na web. Por trás da digitalização está nossa plataforma, Canal da Peça.

“A Gauss mantém atualizada sua linha de produtos no Canal da Peça, com todas as informações necessárias para a identificação correta do produto e decisão de compra”, acrescenta o executivo. Para Doerzbacher, nossas soluções saem na frente quando comparadas com outras do mercado.

“O Canal da Peça é a plataforma mais completa do segmento e sabemos que cada vez mais lojistas se associarão para comercializar produtos”, comenta Cláudio Doerzbacher.
“Acreditamos que a parceria nos permite ajudar nossos clientes a venderem mais. O público final também consegue encontrar nossos produtos de maneira mais eficiente.”

Desde o início deste ano utilizando as novas ferramentas digitais, o executivo já enxerga mudanças significativas. “Podemos ver o quão prático e eficiente ficou para o eletricista escolher e comprar peças Gauss”, afirma.

Se antes a companhia estava presente na rede através do site e das redes sociais, a comunicação agora é bem mais assertiva. “Estamos bem ativos no YouTube, Facebook e WhatsApp. Procuramos dar sempre suporte às ações de marketing e vendas online de nossos clientes. Hoje, através do Canal da Peça, conseguimos fazer isso de maneira bem mais ampliada”, diz.

Transformação em curto prazo

Mais do que uma ponte entre o consumidor e o lojista, o objetivo da Gauss é ajudar o aplicador em todos os aspectos que envolvem seu serviço, como informação técnica, suporte e atendimento.

“Para isso, a melhor maneira é usarmos as infinitas possibilidades que as ferramentas digitais nos permitem. Por conta disso, estamos montando uma estratégia integrada de comunicação digital, que envolve gestão de redes sociais, plataforma unificada de atendimento e suporte técnico, além de produção de conteúdos técnicos e divulgação através de todos esses canais”, diz.


“Já o trabalho com o Canal da Peça complementa toda essa ação com dados e especificações técnicas necessárias para guiar o cliente. Acreditamos que, em poucos anos, as informações só circularão pelos canais digitais”, afirma.

Varejistas de autopeças conectados

Assim como a indústria, o varejo tem abocanhado boa parte da integração digital do setor através das vendas pela internet com as informações dos próprios fabricantes. Isso tem gerado mais confiança para quem compra.

“Não tenho dúvida de que, em breve, o setor comprará mais online. A Gauss está fazendo esse movimento com o Canal da Peça porque entende que os varejistas já estão nesse processo”, comenta. “É uma mudança que exige que a cadeia inteira de reposição se adeque. Não adianta só uma parte ‘ir para o digital’ e a outra ‘ficar no analógico’”.

+ Leia mais: Combustível para o varejo de autopeças

Quem vende, só enxerga vantagens nessa parceria. “É muito legal quando o cliente chega na nossa loja através da indústria. Ele tem certeza do que quer, tem a informação precisa e a entrega no tempo combinado. É perfeito”, diz Emerson Martins, gerente da autopeças Molina, membro do Clube do Canal da Peça.

Lojistas que aderem nossa plataforma, além de terem sua loja com as informações de produtos corretas, vindas diretamente da fábrica, têm a chance de expor o portfólio nos portais das indústrias parceiras.

“Tenho bastante conversão por ter um portfólio grande. O mais interessante é que é a fábrica falando do seu próprio produto e isso faz todo o sentido para o setor”, garante Martins.

Para Doerzbacher, o varejista que é avesso ao mercado digital não precisa enxergá-lo como inimigo. Pelo contrário. “O aplicador, por mais que acesse às informações e faça compras online, vai precisar de um atendimento físico próximo, seja por questão de otimização de entrega ou pelo atendimento e suporte. Mas entendo que essas duas necessidades não são conflitantes e, sim, complementares.”

Mais vendas e informações na web

O consumo pela internet no Brasil vem ganhando força. Em 2018 não será diferente. De acordo com o relatório Webshoppers 37, revelado pela Ebit, o comércio eletrônico crescerá 12% este ano, chegando a cifra de R$ 53,5 bilhões.

Veja como é fácil ter sua própria loja virtual

Já a procura por autopeças na rede foi mostrada na 2ª edição do Estudo do Setor de Autopeças, realizada pelo Google, em que apontou que o setor no Brasil cresce ao ritmo de 40% ao ano, enquanto o varejo total apenas 25% no mesmo período.

+ Leia a entrevista com Rafael Campion, cientista de dados do Google

As informações também têm contribuído com as vendas, já que são através delas que o reparador e o consumidor ganham mais confiança para fazer um pedido.

“Antes era muito limitado o acesso à informação, já que o catálogo impresso era atualizado apenas uma vez no ano. Hoje, o setor pode buscar informação instantaneamente e muito mais esclarecedora através de vídeos e informativos de produtos.”

Negócios em alta

Com sede em Curitiba, no Paraná, a Gauss mantém uma fábrica na China e atuação em mais de 50 países. Sua produção é surpreendente: da fábrica brasileira saem, anualmente, mais de três milhões de peças; enquanto da chinesa, mais de dois milhões. Com as máquinas a todo vapor, a crise que atingiu empresas em diferentes setores passou bem longe da companhia.


“O segmento de reposição é mais estável por conta do principal fator de sua demanda, que é a existência de carros usados. Acabamos tendo muito êxito e crescendo 78% em três anos”, diz Doerzbacher.

Depois do Brasil, países como Colômbia, Paraguai e Bolívia são mercados fortes para a companhia brasileira, que quer ir mais longe. “Temos alguns representantes na América do Norte, Europa, África e Oriente Médio. Há um plano de abrirmos, em breve, um centro de distribuição na Europa Central.”

Nos anos 2000, com a valorização cambial, a China ganhou a atenção da Gauss. Com os produtos brasileiros mais caros no mundo e os importados mais baratos no Brasil, era hora de investir em uma fábrica fora do País. 

“Assim, conseguimos continuar competitivos no mercado internacional e também reduzir o custo dos produtos vendidos no Brasil”, diz.


Mas, com o passar do tempo, a fábrica passou a ser ainda mais estratégica para a empresa. “Ela nos permitiu acessar mais fornecedores de matérias-primas, aumentar nosso portfólio de produtos mantendo um padrão de qualidade que poucas empresas do Brasil conseguem obter ao importar da China”, explica.

Mais tecnologia no setor

Para o executivo, o setor de autopeças daqui a cinco anos terá que contar com o apoio, ainda maior, das soluções digitais. “O que está em constante mudança é a quantidade de referências e aplicações, dado a grande ampliação da frota circulante em quantidade e variedade”, diz.

“Para não se perder no meio de tanta informação, se faz necessário estar muito atualizado, seja com as demandas de mercado como com a importância de organizar tal complexidade de informações. Por isso, é fundamental o uso das ferramentas de comunicação e relacionamento digitais”, explica.

+ Confira também: Vendas mais aceleradas 

Já os planos da Gauss, para o mesmo período, envolvem sua consolidação na internet, mas sem deixar de lado o contato físico com o reparador. “Vamos investir, cada vez mais, nos meios digitais. Queremos continuar sendo a marca de confiança do aplicador de autopeças, entregando o melhor produto em custo-benefício e prestando o melhor atendimento possível, independentemente da ferramenta ou canal utilizado”, diz.

“Além disso, no ‘mundo físico’ vamos continuar promovendo visitas e palestras técnicas, participando de feiras e eventos, sempre ajudando nossos clientes no que precisarem”, finaliza. 

0

Fabricantes, Notícias
Há 65 anos no mercado de reposição, a empresa brasileira se posiciona como uma das mais engajadas no universo eletrônico. Conheça as soluções digitais da companhia que não para de crescer na internet

A Nakata, uma das principais empresas de aftermarket do Brasil, é uma entusiasta dos canais digitais. Há 65 anos no mercado, um dos segredos da longevidade é sua constante reinvenção.

Há poucos meses, a companhia lançou o Comprenakata.com.br, um portal que funciona no modelo marketplace, onde é possível fazer compras e comparar preços de peças. O projeto, que também inclui um aplicativo, foi criado pela nossa plataforma, Canal da Peça.

+ Saiba mais sobre marketplaces

“Não abrimos mão da tecnologia para nos manter sempre atualizados e alinhados com as necessidades do setor. Investir em uma plataforma digital é um meio eficiente da marca se comunicar com o mercado e com o consumidor final”, diz Sergio Montagnoli, diretor de marketing e vendas da Nakata.

E de comunicação, a empresa entende muito bem. Atualmente, a Nakata dispõe de diferentes canais de interação, como o SAC, YouTube, e-mail e redes sociais. Criada há cinco anos, sua página no Facebook já soma mais de um milhão de seguidores – número bastante relevante para uma companhia de autopeças.

Por lá, cerca de 15% das curtidas vêm de quem atua no setor, o que mostra que o consumidor final também está mais envolvido no tema. “O dono do carro está mais interessado do que nunca em assuntos sobre peças e reparação. Não que ele vá, de fato, colocar a mão na massa, como é comum nos Estados Unidos. Mas ele quer saber como funciona para não ser enganado”, opina Sabrina Carbone, gerente de marketing da Nakata.


“Eles estão sedentos por informação, por isso, os youtubers que conversam com os entusiastas são os que têm mais sucesso. Há cinco anos, 10% das vendas em lojas de autopeças eram para pessoas físicas. Hoje, já representa 45%”, acrescenta Carbone.

O bom relacionamento é a fórmula mágica para o êxito da empresa dentro e fora da rede. Os mecânicos ganharam atenção especial da companhia. “Eles são peças-chave para nós. Criamos constantemente soluções para ajudá-los a se manterem bem informados”, afirma Montagnoli.

Foco em um mercado

Fundada para atender o setor de aftermarket e montadoras, entre 2003 e 2004 a Nakata passou a se dedicar apenas ao mercado de reposição. “Aftermarket e OEM não conversam. É como cavalo e vaca: não é possível alimentá-los da mesma forma”, exemplifica Montagnoli.


“Estamos muito felizes em chegar nessa idade em pleno vapor. Acredito que manter o olhar apenas em uma direção, como o mercado de reposição, fez a empresa se destacar mais no setor”.

Cenário digital

A Nakata utiliza, há anos, ferramentas para se digitalizar. Antes mesmo da onda dos catálogos eletrônicos e do marketing digital, suas ações já eram bem direcionadas. “Há 20 anos, nos concentrávamos em e-mails e no site, hoje, há uma gama enorme de interação com nossos consumidores”, diz.

+ O poder do catálogo online

Com a facilidade dos catálogos eletrônicos, que podem ser atualizados em um clique, o executivo comemora a chegada dessa ‘moda’ no setor.

“Antigamente, vivenciávamos os problemas do catálogo impresso, como falta de informação e a demora para atualização. Hoje, com os catálogos digitais, a informação é imediata, além da possibilidade de inserir mais dados. Isso é ótimo para todos desse meio”.

Segundo Montagnoli, a digitalização tem impacto direto nos negócios. “Seja nas transações ou no relacionamento com o cliente, a transformação digital beneficia todas as áreas da nossa empresa”, diz ele, que tem usado todas as possibilidades dessa nova era.

“Temos blog, site, portal próprio, aplicativo, catálogo eletrônico e estamos presentes nas redes sociais. A mensuração de todos esses ambientes nos mostra que estamos no caminho certo”.

Novas soluções

Há poucos meses, o Comprenakata.com.br e o novo app colocaram a marca em um aclamado modelo de negócio: o e-commerce. No entanto, a empresa não vende diretamente para reparadores e consumidores finais. Através do modelo marketplace, que reúne varejistas de todo o Brasil, a companhia tem servido apenas como vitrine para quem decide vender online.

“Quem não é visto não é lembrado. O lojista tem de investir em mais um canal de vendas, a internet. Através do Canal da Peça ficou muito mais fácil para quem quer vender online. A plataforma, por si só, já tem um fluxo de clientes; nós também. O varejista que expõe sua marca na plataforma, além de economizar tempo e dinheiro, já terá grande audiência”, afirma Sergio Montagnoli.

Os e-commerces estão em alta com os lojistas, sobretudo, os marketplaces. O estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil Edição Abril 2017, criado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), revelou que o número de varejistas ativos nos marketplaces cresceu 15,3%.

O novo aplicativo da Nakata servirá como um complemento do portal: por lá também é possível fazer compras e pesquisas de peças. “O cliente poderá comparar preço e escolher onde quer comprar. A internet favorece a economia”, pontua Montagnoli.

Veja como é fácil ter sua própria loja virtual

Conteúdo para todos

O conteúdo é levado muito a sério na Nakata. Cada um dos canais da empresa é dedicado a um público específico. No Youtube, por exemplo, os vídeos são destinados para mecânicos; enquanto os posts no Facebook visam o consumidor final.

“Há uma limitação para juntar mecânicos em cursos, por isso, decidimos também fazer vídeos, que já somam mais de dois milhões de visualizações”, afirma.

“Também acredito que o reparador precisa de formação, não apenas informação. Por isso, sempre visitamos oficinas para ensinar o passo a passo de uma aplicação, já que todos os anos novos modelos surgem. O mecânico precisa estar apto para atender tanto um Gol como uma BMW X1”, diz Montagnoli.

+ Leia também: Oficina na era digital

De acordo com o diretor de marketing, o aprendizado é mútuo. “Os mecânicos nos apresentam as dificuldades e podemos saná-las através dos meios digitais. Essa interatividade faz toda a diferença para nós e para eles”.

Para ele, o setor precisa prestar mais atenção em outras pontas da cadeia, como o balconista e o dono da loja. “Falta conteúdo para eles, o que é um erro, pois eles têm grande importância dentro do mercado: o balconista influencia muito na decisão de compra; o dono da loja precisa de mais conteúdo sobre gestão. Temos vídeos no Youtube só sobre gestão, é muito importante o setor se atentar a isso”, diz.

Empresa de sucesso

Com cinco mil itens no portfólio, a linha de suspensão e direção está presente em mais de 90% da frota brasileira. “Há quatro anos, tomamos a decisão de ampliar nosso portfólio, inclusive para veículos importados, com pastilhas e amortecedores. Estamos sempre crescendo”, diz Montagnoli.


“Ao mesmo tempo que estamos mergulhando de cabeça no universo digital, não vamos estacionar na fabricação de peças. Pelo contrário, vamos ampliar nosso portfólio ainda este ano”, revela.

Peças em um clique

Questionado se os mecânicos também têm usado a rede para comprar peças, Montagnoli é direto: “Sem dúvida. O reparador utiliza para comprar, aprender e comparar preços. Depende da necessidade de cada um. Por isso, repito que o varejista precisa investir na internet”, diz.

Os mecânicos, por sua vez, também têm delegado essa função aos clientes, que têm gostado da ideia por acreditarem que estão economizando – já que não existe mais a margem do mecânico.

“O Canal da Peça se destaca, principalmente, com o dono do carro, que consegue fazer pesquisas e comparar preços”, afirma Sabrina Carbone.

+ Eles também têm poder de compra

Caiu na rede, é bom negócio

Para Montagnoli, o Canal da Peça tem dado oportunidade aos varejistas que querem vender pela internet. “A Idade da Pedra não acabou pela falta de pedra. O que acontece é que temos de estar atento às mudanças. O Canal da Peça tem facilitado a entrada do lojista no ambiente virtual. Ele só precisa fazer e acreditar”, afirma.

“É um ponto a mais para faturar a um custo imensamente menor do que se o lojista fosse criar por conta própria. Além disso, as peças de baixo giro são mais fáceis de vender. Com certeza, você vai encontrar um comprador para aquela peça parada há anos”, diz Sergio Montagnoli.

A parceria da Nakata com o Canal da Peça possibilita que lojistas parceiros coloquem seus estoques no portal da marca e, também, no shopping virtual do Canal da Peça, gerando mais negócios para todos do setor.

“A Nakata, em seu papel de fabricante, colabora para que o processo de distribuição dentro do canal flua de maneira próspera através de um catálogo de produtos bem tratado, com fotos e o máximo de informações. Nosso objetivo é gerar demanda para o lojista”, diz.

De acordo com Montagnoli, em médio prazo o setor estará totalmente digital. “É só uma questão de tempo para que o segmento inteiro encontre boas oportunidades de ampliar suas vendas e não ficar com o estoque parado. Para o mecânico e para o dono do carro, a facilidade da internet vai cada vez mais ajudá-los. O futuro já está acontecendo aqui e agora”.

Soluções para todos

Sergio Montagnoli, que atua no mercado de reposição há mais de três décadas, acredita que todas as soluções e modelos irão conviver ao mesmo tempo, como uma forma de complemento.

“Costumo dizer que tudo depende da conveniência. Tem gente que, apesar do catálogo eletrônico, ainda vai preferir o impresso; enquanto outros vão preferir as compras online pela comodidade ou necessidade”.


De acordo com ele, a Nakata não vai parar de investir no ambiente digital. “Mais do que uma ferramenta de compra, a internet se tornou um meio de consulta. Hoje ninguém mais compra alguma coisa sem consultar a internet. Para nós também é muito importante que o varejista exponha online. O meio eletrônico é um bom negócio para todos”, diz.

“O cliente quer estar bem informado ao fechar um negócio. Essa é a grande estratégia para o lojista. Apareça, crie uma loja virtual. Não existe meio mais fácil e barato do que o Canal da Peça para isso”, comenta Sergio Montagnoli.

Para o diretor de marketing, a transformação digital no setor está apenas começando. “O universo digital vai muito além do e-commerce. Muitas possibilidades vão surgir e teremos a ajuda da tecnologia para criarmos um padrão de consumo e ações cada vez mais direcionadas. O céu é o limite”, finaliza. Sobretudo, no setor de autopeças.

0

Fabricantes, Notícias

Empresa brasileira de autopeças acelera cada vez mais no universo virtual, com a estreia de vídeos-aula sobre gestão de oficina e apoio aos varejistas que apostam no comércio eletrônico

Durante a última Automec, que ocorreu em abril de 2017 em São Paulo, o diretor de marketing da MTE-Thomson, Alfredo Bastos Jr, não escondeu seu otimismo com as ferramentas tecnológicas ao afirmar que o “setor de autopeças seguia um caminho sem volta no universo digital”.

Hoje, meses após a entrevista concedida ao Canal da Peça, Bastos continua empolgado com as possibilidades desse mercado, e apostando ainda mais na internet como ferramenta de união do setor.

“A web tem simplificado a busca por peças e servido como uma incrível vitrine para pequenos e médios varejistas. Todo o setor vive a tal ‘transformação digital’ e todos têm se beneficiado”, diz Bastos.

E desse assunto, a MTE entende bem. Desde 2013, a empresa brasileira disponibiliza um portal próprio, o Compremte.com.br. “Ás vezes me perguntam se estamos vendendo diretamente para mecânicos e consumidores finais. A resposta é não. Apenas fazemos a ponte entre o varejista e o cliente”, afirma.

O portal funciona no modelo marketplace, reunindo varejistas de todo o Brasil que vendem peças da marca. “A ideia é que cada vez mais lojistas tenham nossos produtos, por isso, os incentivamos com ações como cupons de desconto e frete grátis”.

+ Leia mais sobre a onda dos marketplaces

Além do endereço virtual, a companhia lançou um aplicativo que funciona nos mesmos moldes de seu portal. Por trás das duas ferramentas está a nossa plataforma, Canal da Peça.

“Acreditamos muito nos projetos do Canal da Peça. Evidente que existem algumas falhas, que já vêm sendo ajustadas. Mas não tenho dúvida de que será o principal meio de busca por peças do País, pois a plataforma foi feita especialmente para este mercado. Os marketplaces segmentados são os que têm mais sucesso”, opina Bastos.

Na era digital

Para a imersão no mercado virtual, a empresa teve de digitalizar seu catálogo, que reúne mais de três mil itens. O processo, também realizado pelo Canal da Peça, conferiu mais agilidade para mecânicos e usuários.


“Hoje, o profissional consulta qualquer peça da MTE-Thomson pelo celular. Além disso, tem acesso às fotos e modo de aplicação do produto. Nós economizamos e, ainda, podemos corrigir, com um clique, informações e dados do item”, explica.

+ A força da MTE-Thomson chega à internet

“Antigamente, o catálogo já saía velho da gráfica, pois muitos dados mudam e peças novas surgem. Agora, temos esse poder em nossas mãos”.

A digitalização, de fato, tem sido útil no dia a dia de mecânicos, como é o caso de Luis Bacci, da Mecânica Bacci. “Os catálogos digitais têm agilizado muito nossa rotina. Em uma rápida pesquisa, encontramos os dados que precisamos”, afirma Bacci.

De acordo com Alfredo, a era digital irá transformar a vida de todos. “A transformação digital já começou e os brasileiros vão se surpreender com as possibilidades dessa nova era”, diz Bastos.

Setor mais organizado

Segundo Bastos, a entrada no mercado online também irá “organizar” o setor. “Antes, sabíamos as peças de cor, pois existiam três montadoras no Brasil, ou seja, poucos carros e peças. A partir da década de 1990, tudo mudou: hoje temos 50 montadoras e cada veículo tem, em média, cinco mil peças”, comenta.

“É impossível o varejista ter um espaço físico para atender todos esses veículos. A internet será usada como um grande estoque virtual, sem a necessidade do varejista armazenar todas as peças”.

Mercado online: balanço positivo

Para a MTE, a meta no mercado virtual está sendo atingida. “Está mais fácil ter acesso à nossa linha de produtos e isso faz que a nossa marca seja muito mais lembrada pelos usuários”, diz Alfredo.

“Nosso principal objetivo na internet, no momento, é que o usuário conheça toda nossa linha de peças, além de ter acesso a qualquer produto onde quer que esteja”.

Em relação aos números, no médio prazo as vendas pela internet poderão ter boa representatividade na receita da companhia. “Acredito que, em três ou quatro anos, as vendas pelo portal e pelo aplicativo poderão representar até 15% do nosso faturamento anual”, afirma.

+ Saiba mais: Comércio eletrônico a todo vapor

Se for levado em conta a 2ª edição do Estudo do Setor de Autopeças, realizada pelo Google, a previsão de Bastos será concretizada em breve. O estudo afirma que a procura pela categoria de autopeças na internet vem crescendo a um ritmo de 40% ao ano, enquanto o varejo total apenas 25% no mesmo período.

O potencial do Brasil também foi citado em um importante estudo da consultoria americana Frost & Sullivan. Na análise “O futuro das peças e serviços na área de reposição automotiva”, o Brasil aparece como um dos principais mercados que terão forte crescimento na compra de peças pela internet.

Felipe Zapella, auxiliar de atendimento da MTE-Thomson, já sente o interesse dos brasileiros nas compras virtuais. “Quando algum cliente entra em contato em busca de uma peça, fazemos um rastreamento e indicamos um local mais próximo. Caso ele não esteja perto de nenhum fornecedor ou prefira comprar online, o que acontece bastante, indicamos o nosso portal. Ficou muito melhor, principalmente para quem mora em pequenas regiões e não tem acesso às peças”, diz Zapella.

Uma ajuda extra

Apesar do sucesso do e-commerce no País, as vendas virtuais, segundo Bastos, complementarão as realizadas em pontos físicos. “O varejo tradicional nunca vai morrer. Mas vai ser um desafio interessante, uma briga boa”, diz.

“A grande vantagem do comércio eletrônico é que quem está offline pode, da noite para o dia, ficar online. Inversamente, é impossível. Continuo acreditando que o varejista que ainda não está na internet deverá, rapidamente, ter um canal de venda na web”, afirma.

Veja como é fácil ter sua própria loja virtual

O diretor de marketing também aposta na internet como sendo uma ferramenta importante de comunicação entre o prestador de serviço e o cliente. “A web traz mais proximidade com o usuário, que pode tirar mais dúvidas e ficar por dentro das promoções e novidades do varejo”, comenta.

“Deve dar uma agonia para quem está no balcão e espera alguém entrar na loja. Com a internet, além disso não acontecer, sua vitrine está visível para o Brasil inteiro. As chances de acessarem seu ‘balcão’ é muito maior”.

Para Alfredo, um costume bem comum entre os varejistas pode dificultar a aproximação do cliente. “O varejo tradicional tem a mania de colocar o balcão na frente da loja, o que afasta os consumidores, cria uma espécie de barreira. O varejo, sem dúvida, precisa renascer nesse sentido”, opina.

O segredo é o bom relacionamento

Sem barreiras – ou balcões – que podem atrapalhar a comunicação com seus clientes, o Compremte.com.br mudou o relacionamento da companhia com os parceiros.


“Conseguimos explicar o modo de aplicação de uma peça através de vídeos no Youtube, que também são enviados por WhatsApp, e temos estreitado nossa relação com os clientes”, afirma.

+ WhatsApp: a nova forma de comunicação no varejo

Com mais interação, a companhia acredita que tem ajudado a trazer mais negócios para distribuidores e lojistas. “Isso é bom para todos: o consumidor conhece nossa linha e compra do varejo; enquanto o varejo compra do distribuidor; e ele, de nós. É um ciclo que está sendo muito respeitado”.

Em processo de implementação do Chatbot, programa que entende perguntas e responde de forma automática ao usuário, atualmente a comunicação direta tem sido feita pelo chat no site institucional, pelo telefone ou WhatsApp.

“Sou a favor da tecnologia sempre. Costumo dizer que temos que testar todas as novidades, sem medo de errar. Afinal, se ainda não estamos testando, já erramos”, afirma Bastos.

Conteúdo em um clique

A MTE-Thomson é uma das empresas mais engajadas em oferecer conteúdo para o setor automotivo no Brasil. A empresa está à frente do aplicativo Oficina do Saber, destinado a disseminar informações técnicas para reparadores.

O relacionamento com mecânicos fez com que a companhia identificasse um problema recorrente nas oficinas: a má gestão. Há dois anos, a MTE vem desenvolvendo um plano de aulas para frear o fechamento de muitos negócios.

Em parceria com Fábio Moraes, da Ultracar, empresa que disponibiliza programa de gestão para oficinas e centros automotivos, a companhia lançará, ainda este mês, o Curso de Gestão de Oficina. Dividido em 50 capítulos, a cada mês dez vídeos estarão disponíveis no app.

“Os vídeos-aula abordam toda a parte de gestão de uma oficina. Já vi muitas, que eram boas, fecharem por conta da falta de controle. O Brasil tem mais de 40 milhões de carros, sendo que 80% dessa frota é cuidada pela reparação independente. Esses vídeos vão ajudar muitos negócios”, aposta.

+ Oficina na era digital

A inscrição é gratuita e o reparador pode assistir aos vídeos quando puder. “Ele também poderá mandar suas dúvidas sobre tudo que envolve a gestão de uma oficina: desde controle de estoque até questões tributárias”.

Comemoração especial

Em 2017, a companhia completou seis décadas e, para celebrar a data, lançou uma ação que será finalizada ainda este semestre: a restauração de um Passat 1975.

A escolha do automóvel não foi por acaso. Nos anos 1970, a MTE – Metalúrgica Termo-Elétrica foi rebatizada de MTE-Thomson por conta de uma parceria com a americana Thomson International Co.

A joint venture surgiu exatamente para atender às necessidades de um dos sedãs mais queridos da Volkswagen, o Passat. “A partir dessa união, a empresa deu início à fabricação da válvula termostática, peça fundamental para a estreia do Passat no País, em 1974. Por isso, decidimos relembrar esse período”, explica Bastos.

A companhia desembolsou cerca de R$ 4 mil pela versão, que está sendo restaurada por uma equipe de sete pessoas, todos voluntários, entre eles o youtuber Marcelo Tonella. “Como a MTE tem três peças para este veículo, temos muitas doações. Grande parte vêm do Canal da Peça”.


O Passat, que está na fase final da restauração, ganhará a mesma cor verde da MTE-Thomson. “É inédito uma indústria restaurar um veículo. Está sendo muito interessante e divertido”, comenta Alfredo.

MTE para todos, em qualquer lugar

Além dos vídeos-aula e do término do Passat, que, provavelmente, será apresentado em feiras e eventos como um ‘mascote’ da companhia, o objetivo da MTE este ano é estar mais presente nos computadores, celulares e, principalmente, na garagem dos brasileiros.

“Continuaremos firmes nesse canal, sempre dispostos a criar ações de incentivo para ajudar nossos parceiros. Estar na internet nos possibilita isso e já é impossível ficar fora desse universo”, conclui. O setor de autopeças, de fato, já está em um caminho sem volta no universo digital.

0

PUBLICAÇÕES ANTERIORESPágina 1 de 2PUBLICAÇÕES RECENTES