Your address will show here 12 34 56 78
Notícias
De acordo com estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o varejo virtual deverá crescer 16% este ano no País, mostrando a força dos canais digitais hoje

Brasileiros de diferentes idades e níveis sociais já têm acesso, de alguma forma, à tecnologia. Usar a internet para comunicação, consulta ou compra de produtos e serviços já é realidade por aqui.

Essa maior conectividade tem refletido no crescimento das vendas online, que deverão atingir R$ 79,9 bilhões em 2019, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Se essa estimativa for concretizada, o montante irá representar avanço de 16% em comparação com 2018 – período em que se aproximou dos R$ 68 bilhões -, sendo a maior alta anual desde 2015.

Boa notícia também para as micro e pequenas empresas, que devem aumentar sua participação no faturamento, atingindo 29%. Já o tíquete médio será de R$ 301, com total de 265 milhões de pedidos efetuados pelos usuários até o fim de 2019.

+ Leia também: Os cinco pilares da inovação

Para Mauricio Salvador, presidente da ABComm, o otimismo observado pelos empresários do setor, somado à elevação da confiança do consumidor, são algumas das razões.

“Percebemos uma retomada expressiva das vendas online já no último trimestre do ano passado, especialmente durante a Black Friday e nas vendas de Natal”, afirma Salvador. “Livre dos eventos observados em 2018, vemos com bons olhos o desempenho para este ano”, diz.

Shoppings virtuais em alta

Os marketplaces, ambientes que reúnem lojas distintas, geralmente de mercados diferentes, também prometem se sobressair ao longo dos meses.

A fatia, que corresponde à participação no faturamento do setor, deve passar dos atuais 31% verificados em 2018 para 35% até o fim deste ano.

+ A reinvenção do B2B

O maior interesse de lojistas nesses ambientes virtuais não passou despercebido por nós, do CWS. Desde 2014, quando estreamos no mercado de tecnologia, tivemos aumento de mais de 1000% no número de varejistas ativos nas plataformas que operamos.

Entre os clientes que têm marketplace próprio, destacam-se o Canal da Peça, o Grupo Ipiranga e a Rodobens. As ofertas também avançaram. De 2017 para 2018, o número, somando todos os projetos, cresceu 300%.

De acordo com Bruno Lucchesi, head comercial do CWS, os empresários devem colocar em prática ações que estavam engavetadas por conta da desaceleração na economia.

“O ano promete ser de retomada. A expectativa é que, até dezembro, o CWS dobre as ofertas do período anterior, com a entrada de projetos na área de construção civil e mais parceiros do setor agrícola”, revela.

Foco nos dispositivos móveis

A experiência do consumidor nos dispositivos móveis deve continuar sendo alvo de atenção das lojas virtuais neste ano. Segundo a ABComm, é esperado que 33% das vendas efetuadas pelos consumidores venham a partir de smartphones e tablets.

A 29ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), mostra que o Brasil já tem 306 milhões de dispositivos portáteis em uso – além de smartphones, a estimativa inclui notebooks e tablets.
Número que ultrapassa os atuais 208,5 milhões de habitantes, segundo o IBGE. Se estamos mais conectados, sua marca também precisa incorporar todas as possibilidades do universo digital em suas ações.

+ Veja mais: Digitalização não é uma moda passageira

“Aos poucos, as empresas vêm percebendo a importância de fazer parte de toda a jornada do consumidor. A tecnologia tem aberto novas portas e, sem dúvida, estará cada vez mais presente nos planos das companhias brasileiras”, aposta Bruno Lucchesi.

0

Notícias
Quer implementar a tecnologia na sua empresa, mas não sabe por onde começar? Saiba quais são os pontos fundamentais para a verdadeira transformação digital, de acordo com a consultoria IDC

A tecnologia tem traçado novos caminhos para companhias de todos os portes. Hoje, sem ela, uma empresa não sobrevive no mercado. Se a sua ainda está com as portas abertas mesmo sem usar ações digitais, cuidado, ela corre perigo.

“A palavra-chave é velocidade. Se você não aderir à digitalização ou lançar algo novo hoje, o seu concorrente irá amanhã. Tem de estar preparado para o momento e, principalmente, ter estrutura para o crescimento dentro da economia digital”, diz Pietro Delai, gerente de Consultoria e Pesquisa da IDC Brasil.

+ Leia também: Tecnologia para crescer

Além da agilidade em implementar a tecnologia, Delai ressalta a organização como item mandatório. “Sem planejamento, não há ganho. Há empresas que, por falta de alinhamento, não aproveitam todos os benefícios da digitalização após concretizarem projetos digitais. É necessário aproveitar ao máximo o novo”, afirma.

A IDC se baseia em cinco pilares fundamentais para uma jornada digital bem-sucedida. Mas, Delai, vai logo avisando: “Não existe milagre nem tempo predefinido para obter resultados. É um processo; uma melhora contínua”.

+ Um e-commerce não irá salvar a sua empresa

Em conversa com o CWS, o executivo explica cada um dos pontos que, se adotados, vão mudar o rumo da sua companhia. Confira:

Liderança
Se não houver uma transformação que parta de cima, não haverá a verdadeira mudança. Se não houver a ‘causa’, que é essa transformação, não haverá o ‘efeito’, que se aplica à máxima “quem se transformar primeiro, vai colher mais resultados”. É preciso mudar o mindset da organização, ou seja, a mentalidade; a cultura – pontos formados pelos líderes.

De acordo com dados da IDC, um em cada três CEOs das três mil maiores empresas da América Latina tem a transformação digital como base de sua estratégia corporativa.

Até 2022, a economia digital deve representar mais de 50% do PIB da América Latina, com crescimento impulsionado por ofertas, operações e relacionamentos aprimorados.
De 2019 a 2022, quase US$ 380 bilhões serão revertidos em gastos com TI.

Força de trabalho
Com a digitalização, novas formas de trabalho surgem, entre elas o conceito ‘anywhere office’, onde é possível trabalhar onde estiver, através da internet e de outras ferramentas de comunicação. Novos modelos de contratação e flexibilização vêm com a transformação digital.

Modelo de negócio
A tecnologia permite criar novas formas e modelos que ajudam a economia, como aplicativos de transporte e as tão faladas bicicletas e patinetes compartilhados. Já dentro de uma empresa estruturada, é possível gerar novos meios de distribuição e comunicação, aumentando assim os canais de venda e de contato. Novas oportunidades e áreas de trabalho têm nascido com o digital.

+ Veja mais: A reinvenção do B2B

Informação
Graças ao poder de concentrar e analisar dados, empresas se tornam mais preparadas para manipular um volume maior de informação e, assim, tomam decisões mais assertivas.

Customer experience
Atender os clientes sem descontinuidade, entregando uma experiência melhor e mais próxima, também é fundamental para a mudança. Com a transformação digital é possível oferecer formas diversificadas de distribuição de produtos e serviços, entendendo a ‘dor’ do consumidor e elevando sua satisfação.

0

Notícias
Companhias com foco no público corporativo estão mais alinhadas com a tecnologia. Na prática, as iniciativas resultam em mais produtividade, eficiência e, ainda, garantem a fidelização de clientes. Veja como a sua marca pode extrair todos os benefícios

Num mundo totalmente conectado, quem não leva a conectividade para dentro de sua empresa perde cliques – e hoje, eles representam negócios.

Essa onda digital não atinge apenas o B2C, que foca no consumidor final. O mercado B2B, que compreende relações corporativas, não tem poupado esforços para suprir as necessidades de seus clientes.

Sabe aquela história de que quem chega antes leva tudo? Ela faz todo sentido, principalmente, para quem opera nesse modelo de negócio.

+ Leia também: O B2B está mudando mais rápido do que se imagina

De acordo com a consultoria americana Forrester Research, 75% dos compradores B2B preferem adquirir produtos online. No entanto, apenas 25% das empresas corporativas vendem ativamente pela rede.

“Se uma marca quer ser lembrada, precisa atender às necessidades do atual consumidor, que está mais conectado. Companhias com maturidade digital elevada têm mais chances de dominar seu mercado de atuação”, diz Bruno Lucchesi, head comercial do CWS.

+ Saiba mais sobre o estudo Maturidade Digital Brasil, da McKinsey

Segundo ele, o atraso em aderir soluções pode definir o rumo de uma empresa. “Muitas companhias do cenário B2C que não deram atenção à tecnologia fecharam suas portas. Esse mesmo movimento também poderá chegar ao B2B a qualquer momento”, acrescenta.

Não feche suas portas: digitalize-se!

Em 2017, cerca de nove mil lojas físicas encerram suas atividades nos Estados Unidos, número que foi superado em 2018, com mais de 12 mil, de acordo com a empresa americana de serviços imobiliários Cushman & Wakefield.

O fechamento é um reflexo do aumento do comércio digital no mundo, que saiu, em 2014, da casa dos US$ 1,3 bilhão para US$ 2,3 bilhões em 2017. A companhia alemã Statista estima que, até 2021, as vendas online movimentarão US$ 4,8 bilhões.
No entanto, não basta disponibilizar e-commerce: é necessário aderir a jornada completa para seus clientes. “Transformação digital, definitivamente, não é ter uma loja virtual. Quem já entendeu isso tem resgatado todos os benefícios”, complementa Lucchesi.

Grainger e Rodobens

A distribuidora de peças americana Grainger é um bom exemplo de empresa B2B que entendeu que investir no digital tem impacto direto na lucratividade.

No mercado desde 1927, a tradicional marca não parou no tempo. Hoje, ela é a 10ª maior loja online da América do Norte.

+ Aftermarket: um setor em transformação

Em 2015, a empresa faturou US$ 9,9 bilhões – 41% já correspondiam aos investimentos digitais, um aumento de 13,6% em comparação ao ano anterior. Em 2017, o online compreendeu 56% da receita, o equivalente a US$ 5,84 bilhões.

Os números mostram que o mercado B2B tem usado recursos tecnológicos para crescer e também para economizar, caso da brasileira Rodobens.

O projeto epecas.rodobens.com.br, que foi colocado no ar há poucos meses por nós, já está surpreendendo a companhia, que conseguiu reduzir custos altos.


“Além de posicionarmos nossa marca no ambiente virtual, já conseguimos economizar R$ 200 mil através de processos que envolvem a digitalização de cadastros”, diz Herbert Piedra, head de suprimentos da Rodobens. “Esse movimento (digital) tende a crescer ainda mais em breve”, prevê.

Uma nova era

De acordo com a consultoria BCG, os consumidores B2B não têm mais a expectativa de interagir com um vendedor até que seja o momento de fechar o negócio.

Eles esperam, ainda, ter as mesmas experiências e funcionalidades digitais que encontram enquanto consumidores, e que as empresas ofereçam experiências mobile fluidas, qualquer que seja sua indústria.

Para Bruno Lucchesi, o céu não é o limite para a digitalização. “Transformação digital é um processo contínuo e aqui, no CWS, lançamos frequentemente novas ferramentas e serviços para aprimorar nossos projetos”, diz.

+ Veja também: Digitalização não é uma moda passageira

“Somos preparados para conectar sellers de todos os portes, monitorando o nível de serviço de entregas. Além de integrar estoques, treinamos equipes a fim de oferecer a jornada completa para a empresa que nos contrata”, explica.

Benefícios para todos

Companhias que operam através de plataformas B2B, integrando serviços e tornando suas áreas mais digitais, garantem aumento de vendas, uma vez que o novo canal proporciona mais agilidade e conveniência para os clientes.

O avanço da lucratividade também é atribuído ao aumento da base de consumidores, além da reativação de usuários antigos.

A nível operacional, há maior facilidade na atualização de estoque, de modo que é possível saber, com exatidão, a quantidade de produtos disponíveis.

Além disso, a empresa pode aderir às vendas cruzadas (comercializar outros itens de lojas parceiras), aumentando seu ganho e expandindo o portfólio para os consumidores.

A economia e o avanço da eficiência podem ser relacionados com o catálogo online, com vídeos, fotos e animações, otimizando custos; e com a equipe comercial, que ganha mais atendimentos, melhora a taxa de conversão e gasta menos com deslocamentos.

+ Seja um líder digital

Já os clientes têm mais comodidade, rapidez na comunicação e acesso às informações de um produto. Tudo isso ao alcance do dedo.

“Hoje, o digital é a melhor vitrine para o seu produto e serviço, independentemente do setor. O consumidor pode até não fechar um pedido online, mas, certamente, vai pesquisar sua empresa na rede. Oferecer uma boa jornada será fator decisivo”, finaliza Lucchesi.

0

Notícias
Cada vez mais comum no plano estratégico das empresas, a transformação digital vem mudando a visão de executivos mundo afora, que já enxergaram que ela não é uma onda momentânea: ela veio para ficar de vez

Gostando ou não de tecnologia, você deve estar se deparando com matérias, artigos e vídeos sobre transformação digital com muito mais frequência.

E não é para menos, afinal, a tecnologia está inserida em várias atividades corriqueiras, como chamar um táxi, pedir uma comida ou consultar a conta bancária.

Nessa invasão de conteúdos e informações relacionados ao tema, você já pode ter se questionado se o digital é apenas uma tendência, que será superada por outra amanhã.

+ Leia também: A transformação é para já

A resposta, definitivamente, é não. Para Pietro Delai, gerente de Consultoria e Pesquisa da IDC Brasil, quem está esperando a “onda” passar, corre o risco de afundar seu próprio negócio.

“Transformação digital não é moda. Simplesmente, não tem jeito, não vai acabar amanhã. O empresário precisa entender que o pioneirismo em seu mercado de atuação significa uma grande oportunidade. Não há razão para esperar ou ter medo”, diz. “Pelo contrário, há urgência”.

Encare os desafios

Num mundo totalmente conectado, quem não dá o primeiro passo, perde espaço, como na corrida do ouro em que os primeiros que chegavam angariavam mais metais preciosos.

+ O ouro do século 21

A corrida pela digitalização garante às empresas visionárias uma fatia muito maior do mercado em que atuam. O ouro de ontem é a transformação digital de hoje. E de amanhã.

Mas se ainda assim você tem medo de se envolver com um projeto digital, Pietro Delai dá uma dica valiosa. “O segredo é ter bons parceiros. De uma forma geral, as companhias estão com equipes enxutas por conta da crise que passamos, e sem fôlego na área de TI”, afirma.

Pietro Delai, da IDC. Foto: divulgação


“Procure uma empresa que esteja alinhada com seus objetivos e próxima, olhando de perto para os desafios e as oportunidades na sua companhia. Certamente, vai ajudar a cruzar essa ponte com mais rapidez”, diz.

O momento é agora

Empresários do mundo todo estão mais otimistas na aplicação de tecnologias em seus negócios. De olho numa fatia maior do mercado, companhias deverão investir ainda mais este ano.

Até dezembro, os investimentos em transformação digital deverão atingir US$ 1,7 trilhão, o que representa aumento de 42% em relação a 2017.
Segundo Delai, o avanço significativo reflete a nova postura dos executivos, que, através da tecnologia, têm alcançado mais benefícios.

+ Veja mais: O risco de não se digitalizar

“Com a transformação digital, empresas ficam mais preparadas para manipular um volume maior de informação e, assim, tomar decisões mais assertivas que vão impactar, sobretudo, sua lucratividade”, comenta.

E vai além. “Quem ainda não traçou um plano, irá chegar atrasado, se é que vai chegar, pois o mundo está se transformando digitalmente e rapidamente. Não tem como fugir”, afirma.

E você, vai continuar fugindo? O CWS ajuda a sua companhia a chegar na frente mais rápido!

0

Notícias
Para a real transformação, é necessário, sobretudo, digitalizar toda sua cadeia de valor. Companhias que resumiram a inovação em apenas loja virtual, hoje correm o risco de fechar as portas físicas

Colocar no ar um e-commerce está longe de ser a ação mais tecnológica que você pode fazer pelo seu negócio. A verdadeira transformação digital envolve ferramentas e planos mais estruturados, que abrangem todas as áreas de uma empresa, desde sua comunicação até suas transações.

Acima de tudo, é necessário mudar o mindset da companhia, de forma que todos pensem ‘digitalmente’. Esse é o ingrediente-chave que fará a sua marca se destacar no mercado.

E isso, independe do segmento. Até restaurantes fast food podem se beneficiar com a transformação digital. A Domino’s que o diga. A americana cresceu graças à tecnologia e, hoje, é a maior rede de pizzas do mundo, com 13 mil lojas em 83 países.

Praticamente, todo elemento de execução por trás da operação da Domino’s tem o componente digital: investimentos, organograma, contratações, projetos, branding, comunicação, entre outros.

+ Leia também: Sem transformação, não há evolução

Essas iniciativas fizeram com que suas ações valorizassem, em menos de uma década, mais de 3.000%, superando grandes players do mercado, como a Amazon e a Apple.


Se a única atitude digital da Domino’s fosse permitir pedidos online, ignorando outras ferramentas e não expandindo sua transformação, certamente ela não teria crescido tanto, não é?

Mais investimentos no País

Por aqui, felizmente, empresários também têm usado a tecnologia para promover boas experiências aos seus clientes, elevar a produtividade, reduzir custos e, é claro, crescer.

Um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) revelou que 7% do PIB nacional está ligado à investimentos em TI e comunicações.

Até 2021, as aplicações na área digital deverão atingir R$ 250 bilhões, incluindo soluções para digitalizar negócios, Internet das Coisas (IoT), Big Data, entre outras ferramentas.


Para Roberto Alonso, professor de marketing da Fundação Instituto de Administração (FIA), estratégias que envolvem tecnologia são essenciais para a evolução.

“A transformação digital é um processo no qual as empresas passam a utilizar a tecnologia para melhoria de performance em suas atividades. A partir daí, há um despenho superior em diversos aspectos, como alcance, compreensão dos públicos, entendimento e atendimento”, afirma. “Acompanhar as mudanças é fundamental para o sucesso”.
Quem acompanhou, hoje colhe os frutos. Caso da Magazine Luiza. A companhia, famosa pela venda de eletrodomésticos, mudou totalmente sua forma de atuação e operação, tornando-se muito mais tecnológica. E poderosa.

+ O B2B está mudando mais rápido do que se imagina

Há poucos meses, a empresa alcançou o patamar de R$ 30 bilhões em valor de mercado. Atualmente, ela é a varejista mais valiosa do País.

A alta não foi impulsionada apenas pelo seu e-commerce. A companhia levou ao pé da letra o conceito transformação digital e mudou o mindset de todas as áreas, adotando ferramentas essenciais que servem como uma espécie de bússola para suas próximas ações.

A jornada completa é fundamental

Empresas que não deram atenção à tecnologia ou investiram apenas em um canal, como o e-commerce isolado, hoje tentam correr atrás do prejuízo.

A Máquina de Vendas, que detém a Ricardo Eletro, não olhou da mesma forma para a digitalização como sua concorrente Magazine Luiza.

Coincidência ou não, em 2018 a companhia acumulou R$ 3 bilhões em dívidas, que, agora, devem ser reestruturadas pela Starboard, empresa brasileira de private equity que comprou uma fatia de 72,5% do negócio.

+ Veja mais: Tecnologia para crescer

O varejo de livros também não vai nada bem por aqui. A saída da francesa Fnac do País foi só um aviso do que vinha pela frente.

Pouco depois, as livrarias Saraiva e Cultura anunciaram recuperação judicial, reafirmando que, em tempos modernos, só sobrevive quem não tem medo de inovar.

Com livros mais digitais e o avanço da americana Amazon no País, a crise poderia ser ainda pior se elas não tivessem e-commerce. O problema foi o investimento apenas em um canal, deixando de lado outras iniciativas.

A Saraiva sofre, ainda, com seu segundo maior mercado, de filmes e música, que também foi atingido pelo digital. Gigantes como a Netflix e o Spotify ajudaram a somar mais dívidas, alcançando, em 2018, R$ 674 milhões.

+ Disrupção digital: não há como fugir

Segundo Alonso, o segredo, para todos os segmentos, é não se acomodar. “O maio erro é acreditar que tudo deve ser como no passado, adotar uma postura muito tradicional ou convencional”, diz.

“O mercado requer mais velocidade das organizações. Ignorar as tendências, as tecnologias disruptivas e os novos modelos de negócios pode ser fatal para companhias de todos os portes”, afirma.

E a sua empresa, vai continuar no passado? O CWS ajuda a sua marca olhar para frente.

0

Notícias
À medida que as companhias aumentam sua maturidade digital, fica muito mais fácil para elas dominarem todo seu mercado de atuação. Você escolhe se o seu negócio vai olhar pra frente ou viver no passado

Evoluir, nos dias de hoje, é inevitável. Mas a renovação só vem com a transformação. E, quando falamos em negócios, sabemos que a tecnologia é o único meio para a evolução.

Com ela, o empresário garante uma margem competitiva muito maior, eleva a produtividade e diminui custos. Mas não se engane: os efeitos positivos não param por aí, não.

+ Leia também: Transformação digital não é e-commerce

De olho na ascensão de projetos digitais em empresas brasileiras, a consultoria McKinsey foi a fundo e avaliou 124 companhias de nove setores e entrevistou 400 executivos.

O estudo Maturidade Digital Brasil, revelado há poucos dias, mostra que à medida que as empresas aumentam seu engajamento com a transformação digital, a distância entre elas e as companhias que ainda estão em estágio inicial cresce consideravelmente.

Isso sinaliza que existe uma curva significativa de aceleração da digitalização, reforçando o conceito de que “o vencedor leva tudo”.
E quanto àquelas que ainda não deram o primeiro passo? Para elas, torna-se cada vez mais difícil alcançar os líderes.

Por isso, a importância – e a urgência – de práticas para consolidar a transformação digital e capturar o valor associado.


“Quem não adotar soluções hoje, inevitavelmente ficará fora do mercado amanhã, como já ocorre com os setores de serviços, financeiro e mídia”, concorda Vinícius Dias, CEO do CWS.

Ebitda três vezes maior

O estudo também constatou que as companhias com maturidade digital mais elevada garantiram taxa de crescimento do lucro antes impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) três vez maior que outras empresas.

+ Disrupção digital: não há como fugir

De forma global, o Ebitda das companhias mais digitais é cinco vezes maior. O declínio por aqui é associado à crise que desacelerou os investimentos no País: as empresas focaram na melhoria de performance, não no crescimento.

Com a retomada da economia, provavelmente, o impacto digital será ainda mais surpreendente. É esperar para ver.

Custos baixos, satisfação alta

A McKinsey também revelou que as empresas que tornaram suas operações mais tecnológicas tiveram custos de transações menores, como queda de 50% nas despesas com atendimento digital em serviços financeiros.

Além disso, registraram aumento de 30% na satisfação do cliente e maior alcance da população; enquanto a perda de consumidores caiu 15%.

As companhias devem priorizar a transformação digital, independentemente do mercado de atuação. Essas ações não devem ser planejadas no longo prazo: é preciso dar senso de urgência.

Na corrida contra o tempo, o empresário precisa focar em uma jornada digital completa para ganhar fôlego para chegar ao topo mais rápido.

+ Veja mais: O ouro do século 21

Nessa disputa, o CWS sai na frente. Enquanto nossos concorrentes dão ao cliente as ferramentas para construção da jornada digital, nós a entregamos pronta, economizando o tempo da empresa contratante.

“Criamos plataformas com integrações tecnológicas e funcionalidades para a construção da jornada do consumidor, impactando a evolução dos modelos de negócio e o valor de mercado de nossos clientes”, afirma Dias. Evoluir é preciso. Para isso, a ação imediata é fundamental.

0

Notícias
Em conversa com o CWS, Guilherme Pereira, diretor de inovação da FIAP, explica a real importância da digitalização e dá dicas para quem quer usar a tecnologia para impulsionar os negócios em 2019

Todo início de ano é a mesma coisa: empresários fazem uma avaliação de como foi o período anterior, quais são as expectativas para o novo e como superar os últimos resultados.

Nesse balanço, uma palavra tem se tornado a “senha” para empresas que querem abrir novas portas; descobrir outros caminhos: a tecnologia.

De acordo com dados da consultoria IDC, um em cada três CEOs das três mil maiores empresas da América Latina tem a transformação digital como base de sua estratégia corporativa.

Até 2022, a economia digital deve representar mais de 50% do PIB da América Latina, com crescimento impulsionado por ofertas, operações e relacionamentos aprimorados. De 2019 a 2022, quase US$ 380 bilhões serão revertidos em gastos com TI.
Em razão do avanço do tema em empresas que operam em diferentes mercados, o CWS conversou com o diretor de inovação da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), Guilherme Pereira, que afirmou que a digitalização dos modelos de negócio é um dos grandes pilares estratégicos de inovação nos próximos anos.

Leia a entrevista com Guilherme Pereira:

CWS: Como o digital tem impactado negócios?

Guilherme Pereira: Todos os setores da economia estão sendo impactados pela disrupção digital, seja no nível micro ou macro. As grandes empresas estão competindo com startups que, mesmo sem muita infraestrutura, conseguem gerar valor e criar diferenciais competitivos. O desenvolvimento e a aplicação de novas tecnologias nunca foram tão rápidos quanto hoje e este cenário cria um contexto mais complexo para se fazer negócios. As empresas e os gestores estão buscando novos formatos para gerar e capturar valor, e a digitalização dos modelos de negócio é um dos grandes pilares estratégicos de inovação nos próximos anos.

+ Leia também: Tecnologia é a chave do sucesso

CWS: Quais são os setores que estão mais engajados com a digitalização?

Guilherme Pereira: Os que mais buscaram realizar sua transformação digital mundialmente foram telecomunicações, mídia e publicidade, serviços profissionais, finanças e seguros. Mas, outros, como o agrícola e o automotivo, também são mercados que vão passar por transformações mais profundas nos próximos anos. Os modelos de negócios destes setores chegaram em um limite e precisam ser reinventados e, por isso, estão buscando caminhos inovadores para a geração de competitividade. Contudo, não adianta digitalizar um canal de comunicação com um público-alvo se a estratégia de negócio não estiver alinhada com esta nova era digital. Como exemplo, o setor automotivo: grande parte das empresas tem discutindo mundialmente como será a mobilidade no futuro. Teremos a mobilidade como um serviço? Eventualmente, algumas das indústrias automobilísticas devem criar modelos de oferta de serviços de mobilidade ao invés da oferta de um bem de consumo.


CWS: Existe algum setor que não será afetado com a transformação digital?

Guilherme Pereira: Em minha visão, não. Todos os setores podem ser atingidos de alguma forma, pois na verdade as pessoas estão cada vez mais inseridas neste contexto. Não imagino que esta inserção seja homogênea, há setores com maior profundidade e outros com menos complexidade, mas estamos vivenciando uma transformação na forma como produzimos, consumimos e distribuímos bens e serviços.

+ Customer Experience: o cliente é o protagonista

CWS: Muitas empresas adiam projetos digitais pela complexidade por trás dessas ações, no entanto, o atraso tem feito muitas delas ficarem fora do mercado. Quais são as dicas que daria para elas?

Guilherme Pereira: De fato, é um tema sistêmico para a companhia. É necessário avaliar o contexto e a estratégia de negócios para então definir as diretrizes de digitalização de uma empresa. Estas diretrizes vão impactar a forma como pensamos, a visão de futuro e a administração estratégica, assim como as formas de liderança, os processos de gestão e a cultura organizacional. E, por fim, se criam as condições para trabalhar com as alavancas de transformação do modelo de negócio da empresa, como, por exemplo, canais de distribuição, sistemas de aprendizado organizacional, plataformas de negócios etc.

+ Veja mais: O mercado quer investir em empresas que estão se digitalizando

CWS: Há então urgência, para todos, no uso de tecnologias?

Guilherme Pereira: Acredito que as empresas vão ter que se adaptar ao nível de conexão e consciência que as tecnologias têm promovido para o público em geral. A balança na relação empresa-consumidor se alterou e agora o usuário tem muito poder para ser livre e fazer escolhas mais conscientes. O relacionamento e a comunicação com os usuários precisam refletir esse novo paradigma.

0

Notícias
Ações tecnológicas têm feito parte da estratégia de empresas que querem se destacar no mercado. Mas, afinal, quais são os pontos-chave para atingir o sucesso na digitalização?

Iniciativas digitais encabeçam a lista de prioridades de companhias que buscam a liderança em suas áreas de atuação.

Mas, para chegar ao topo, uma característica comum em empresas líderes de mercado tem chamado a atenção: o alto quociente digital.

A expressão refere-se à práticas que, juntas, apresentam melhores resultados para marcas que as adotam. Hoje, essas duas palavrinhas já se tornaram comum no vocabulário de quem despontou nos negócios.

+ Leia também: Tecnologia para crescer

Empresas com maior quociente digital tendem a conquistar melhor performance e retorno financeiro superior em comparação com seus concorrentes.

A constatação vem da consultoria americana McKinsey, que desenvolvera um programa – o Digital Quotient (DQ) – para medir a maturidade digital em companhias de diferentes segmentos.

Após analisar mais de 100 delas, quatro pontos foram colocados no centro de iniciativas que visam aumentar o DQ: estratégia, cultura, organização e capacidades. Em todos esses pilares, ações digitais são imprescindíveis para aumentar o poder das marcas no mercado.

Dessa forma, quem inserir projetos, da maneira correta, certamente elevará o quociente digital e, assim, se tornará líder em sua área de atuação.

Lino Rodrigues, professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP), concorda. Para ele, muitos empresários falam de estratégia competitiva, no entanto, nem todos sabem criar uma posição exclusiva e valiosa, envolvendo diferentes conjuntos de atividades.


“Por isso, a necessidade da inserção de projetos digitais em companhias de todos os portes e setores, pois só com a tecnologia é possível ter mais competitividade e avaliar, efetivamente, como uma marca está posicionada no mercado”, afirma.

Aumente o DQ da sua empresa

De acordo com o estudo Raising your Digital Quotient, da McKinsey, as companhias que hoje são líderes usam, como estratégia, iniciativas agressivas para resultados a longo prazo, além de utilizar o digital para remodelar a jornada do consumidor.

Nunca se esqueça que atualmente o cliente é o carro-chefe da sua marca – não mais o seu produto. Logo, sua empresa precisa estar onde ele está, se comunicando como ele se comunica, ou seja, por meios digitais.
Práticas que incentivam arriscar mais, testar e aprender, promover mais agilidade e colaboração têm de fazer parte da cultura de uma companhia. Nesse contexto, igualmente, a tecnologia é a melhor aliada para desenvolver esses processos.

+ Projetos digitais precisam do envolvimento do C-level

Sua organização tem talentos digitais? Equipes alinhadas e antenadas com o tema são fundamentais, assim como indicadores de desempenho claros (KPIs) e envolvimento do C-level nas estratégias tecnológicas.


Já as capacidades são exaltadas quando suas operações são orientadas por dados, que possibilitam criar e entregar boas experiências ao consumidor. Ter uma área de TI ágil, que forneça suporte para as principais atividades da empresa, além de desenvolver novas ações, também é vital.

Todos esses processos vão ajudar a elevar o quociente digital da sua marca, consequentemente, você terá mais chances de dominar o mercado.

O CWS coloca você na liderança

Nossa empresa desenvolve projetos digitais completos, criando um ecossistema que agrega valor à sua marca e aos seus clientes.

Isso significa que a sua transformação digital não precisa envolver mais de uma companhia. Entre as empresas que já elevaram o DQ com as nossas soluções, destacam-se o Grupo Ipiranga, Rodobens e Tracbel.

+ Veja mais: As 10 piores decisões na jornada digital

“Os concorrentes entregam as ferramentas para a construção da jornada digital; nós, oferecemos a jornada pronta, otimizando o tempo e os recursos da companhia contratante”, explica Vinícius Dias, CEO do CWS.

E a sua marca, está pronta para elevar o quociente digital e se tornar líder?

0

Notícias
Soluções digitais que otimizam processos e operações, integram sistemas e reduzem custos já fazem a diferença em empresas de diferentes portes e segmentos; nacionais e globais. Veja como a sua pode se destacar seguindo a mesma receita

O objetivo de todo empresário é dominar uma área maior de seu mercado de atuação. E hoje, para atingir essa meta, é fundamental usar a tecnologia para promover boas experiências e acompanhar toda a jornada de compra do seu cliente.

Com o mundo mais conectado, o seu negócio não pode mais fechar os olhos para a digitalização de transações, processos e comunicação – caso contrário, correrá o risco de fechar as portas.

A tecnologia, definitivamente, é pauta para agora, como já determinou Yassuki Takano, diretor de consultoria da Logicalis, em entrevista ao CWS.

+ Leia também: Tecnologia é a chave do sucesso

“Se o executivo esperar uns três anos para começar a pensar em transformação digital, e levar mais dois ou três anos para conseguir criar um ambiente propício para desenvolver seus projetos, já terão se passado cinco anos. Nesse período, o mercado se transforma completamente em termos de tecnologias. Talvez esta empresa não tenha mais espaço quando acordar”, afirma.

Quem já acordou está avançando rápido

Takano está certo e podemos comprovar sua teoria ao voltarmos no tempo. Quem não lembra da locadora americana Blockbuster?

Se ela tivesse despertado antes, hoje, quem sabe, estaria ainda no mercado, concorrendo com a Netflix, por quem foi vencida há alguns anos.

Atualmente, a companhia de serviços de streaming de filmes e séries tem mais de 130 milhões de assinantes e, em maio, seu valor de mercado alcançou os US$ 152,3 bilhões – ultrapassando, inclusive, a Walt Disney Company, com US$ 151,7 bilhões.


Para quem não acredita, está aí a prova que a tecnologia tem o poder de fazer crescer, se destacar e, ao mesmo tempo, de eliminar empresas que não a levam a sério. Ela é o ingrediente-chave para a sua marca se tornar mais competitiva.

No Brasil, além da Magazine Luiza, que alcançou os R$ 30 bilhões em valor de mercado, se tornando a varejista mais valiosa do País após anos de investimentos em tecnologia, a Natura também aposta na mesma fórmula de sucesso. Neste caso, com as revendedoras digitais.

Neste segundo semestre, a companhia atingiu 300 mil consultoras que atuam em plataformas online, representando crescimento de 300% em número de revendedoras da marca, que, ao todo, acumula 1,1 milhão.

O uso da tecnologia elevou o termômetro que mede a produtividade no terceiro trimestre deste ano, com alta de 24,1% em relação ao mesmo período de 2017.

+ O mercado quer investir em empresas que estão se digitalizando

Isso, é claro, refletiu nas vendas, que também avançaram dois dígitos, além do aumento do número de visitas, tíquete médio e alta na taxa de conversão. Nos nove meses do ano, a rede alcançou 4,8 milhões de consumidores digitais.

Resultados que comprovam que o comércio eletrônico está a todo vapor no Brasil. Se as previsões da consultoria Ebit se concretizarem, até o último dia deste ano o e-commerce deverá faturar R$ 53,5 bilhões – 12% a mais do que em 2017. Cifras que corroboram com a maior conectividade e “dependência digital” dos consumidores brasileiros.

“Quem usa a tecnologia a favor de seus negócios tem muito mais competividade e lucratividade em relação a quem ainda está em estágio inicial. Por isso, a importância e a urgência de digitalizar operações e transações”, analisa Bruno Lucchesi, head comercial do CWS. “Afinal, o brasileiro está muito mais digitalizado”.

Elas estão mais digitais

Felizmente, a transformação digital está cada vez mais inserida no plano estratégico de empresas brasileiras. Um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) revelou que 7% do PIB nacional está ligado à investimentos em TI e comunicações.

Até 2021, as aplicações na área digital deverão atingir R$ 250 bilhões, incluindo soluções para digitalizar negócios, Internet das Coisas (IoT), Big Data, entre outras ferramentas.
Para Yassuki Takano, os investimentos visam, sobretudo, a experiência do cliente, que, mais do que nunca, se posiciona no centro de todas essas ações.


“Utilizamos a definição ‘customer experience’, na qual a experiência do cliente em relação a uma empresa é a ponderação de sua vivência ao longo de todos os pontos de contato com a marca”, diz.

+ Veja mais: O risco de não se digitalizar

“A transformação digital é essencial para o customer experience porque, se queremos monitorar e agir sobre todo o ciclo comercial, precisamos de tecnologias e soluções que nos permitam ter esta cobertura – e isso requer sensores e análises que o IoT provê”, afirma Takano.

Qual é a experiência que a sua empresa promove hoje? O CWS ajuda a melhorar a jornada de compra do seu cliente com soluções sob medida para a sua marca.

0

Notícias
Saiba porque executivos do alto escalão necessitam estar alinhados ao tema para que as ações implementadas na empresa possam gerar melhores resultados

Quando falamos em transformação digital em uma companhia, logo vem à mente a imagem do CTO. No entanto, atualmente, é cada vez mais comum a participação de outros membros da empresa.

Afinal, para uma real transformação, é necessário mudar a cultura organizacional – e para tal, o envolvimento de todos os executivos é de fundamental importância.

+ Leia também: O B2B está mudando mais rápido do que se imagina

A transição precisa começar de cima para baixo. “A participação do CEO é essencial, porque dele se origina as decisões que precisam ser tomadas quase sempre em tempo real”, diz Roberto Alonso, professor de marketing da Fundação Instituto de Administração (FIA).

Mais chances de sucesso

Segundo a consultoria americana McKinsey, quando há engajamento do C-level em ações de transformação digital, as chances de êxito aumentam em até 1,7 vezes.


Já quando há envolvimento maior de outras áreas da companhia, o ganho pode ser até 1,8 vezes superior. Para Roberto Alonso, a empresa, como um todo, precisa absorver o mindset digital.

+ Tecnologia é a chave do sucesso

“Para a transformação ocorrer é necessário compartilhar entendimento, ter o compromisso da alta gestão no sentido de auxiliar no planejamento e implementar ações que envolvem agilidade, conectividade, interação e uso de dados, para possibilitar levar a informação correta à pessoa certa, no tempo adequado e com objetivo definido”, afirma.

CEO: torne sua empresa mais competitiva

Que tal começar 2019 com novas estratégias e planejamento digital definido? De acordo com Alonso, os executivos precisam traçar planos que contemplem objetivos e prazos determinados, observando suas vocações, missão como empresa e recursos, sem deixar de lado as tendências para seu mercado de atuação.

“O empresário deve, ainda, buscar fazer previsões e diagnósticos no sentido de implementar políticas, processos e adoção de novas tecnologias”, ressalta Alonso.
Fazer benchmarking, ou seja, buscar referências, também é de grande valia neste processo. “Desenvolver competências é fundamental. Equipes alinhadas com as estratégias e antenadas com o mercado, com conhecimento e técnicas atualizadas, fazem toda a diferença”, analisa.

Empresas bem-sucedidas se esforçam para que suas organizações tenham um mindset digital. E a participação do CEO é fundamental para servir de exemplo para outras áreas.

+ Veja mais: O mercado quer investir em empresas que estão se digitalizando

Estimular o uso de tecnologias, aliando criatividade e inovação, tem que encabeçar a lista de prioridades para o próximo ano. Essa é a transformação que vai garantir o sucesso.

Sua empresa está preparada para essa jornada?


0

PUBLICAÇÕES ANTERIORESPágina 1 de 12PUBLICAÇÕES RECENTES