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Como forma de estimular o varejo online, o Canal da Peça promoverá um evento gratuito, em São Paulo, para mostrar, na prática, todas as funcionalidades da plataforma. Aprenda a usar as ferramentas que têm fomentado mais negócios para centenas de lojistas brasileiros

O objetivo de todos os varejistas é vender mais. E, com o comércio online a todo vapor no País, o plano está cada vez mais fácil de ser atingido. Para estimular ainda mais o setor de autopeças na internet, o Canal da Peça promoverá na terça-feira 28, a 1ª edição do CWS Experience, um evento para ajudar lojistas a lucrarem mais através da plataforma.

“Vamos explicar, na prática, como funcionam nossas ferramentas, dar dicas e responder dúvidas”, avisa Diego Alencar, responsável pelo departamento de vendas do Canal da Peça.

O evento servirá de impulso para que varejistas possam aproveitar a boa maré do comércio online de peças. A consultoria brasileira E-Consulting prevê que, este ano, as vendas virtuais de carros, motos e peças automotivas deverão gerar R$ 15,2 bilhões ao e-commerce brasileiro, o que representa alta de 14,3% em comparação ao ano passado.

O Canal da Peça, principal marketplace de autopeças do Brasil, é um importante termômetro para validar o potencial do setor: desde 2013 no ar, a plataforma já contabilizou 18 milhões de acessos, mais de 10 milhões de usuários e 82 milhões de páginas acessadas. Atualmente, mais de 500 varejistas fazem parte do Clube Canal da Peça, um programa de vantagens aos lojistas associados.

+ Leia mais: Com o pé no acelerador

A visibilidade é um dos grandes atrativos para eles. “Além da facilidade de criar uma loja virtual, o melhor é a exposição que ela nos dá”, opina Alex Stamatto, da Gainer. “O Canal da Peça é segmentado para o público que procura por autopeças, dessa maneira, nossa visibilidade é direcionada para os clientes que desejamos atingir”.

Vantagens exclusivas

A exposição, é claro, ajuda a vender mais. No entanto, nossas ferramentas digitais são fundamentais para alavancar a loja virtual. Membros do Clube Canal da Peça têm acesso a todos os nossos recursos, com suporte via telefone, e-mail, chat e WhatsApp, além de contar com outros benefícios, como cupons de desconto, frete grátis e participação nos portais de grandes fabricantes, como SKF, Bosch, Nakata, MTE-Thomson, Delphi, entre outros.

Essa possibilidade tem ajudado nossos membros a lucrarem mais. “Percebo que quando é lançada uma campanha, principalmente a de desconto, aumenta o número de vendas. É excelente para nós”, opina Hélio Pereira, gerente de vendas da Leves e Pesados.

+ Varejo mais integrado

Para a Gainer, estar presente nos portais dos principais fabricantes do setor é um dos grandes atrativos do Clube Canal da Peça. “É um privilégio ter minha marca nos portais de marcas reconhecidas nacionalmente e internacionalmente. Faz toda a diferença para nossa divulgação”, diz Alex Stamatto.

Autopeças na ponta dos dedos

Profissionais automotivos têm apostado cada vez mais na internet. É o que aponta uma pesquisa da Central de Inteligência Automotiva (Cinau). O estudo, que avaliou 488 reparadores independentes no Brasil, revelou que 58% utilizam a web para comprar autopeças.

A análise também concluiu que 7 em cada 10 profissionais automotivos optam pela compra virtual quando não encontram a peça em seus fornecedores. Os números comprovam que o comércio online já faz parte da rotina de muitos mecânicos. Até dos mais conservadores, como o Everaldo Berbary, da Auto Gil, no Pará.

Tenha uma loja virtual no Canal da Peça!

O profissional, que até pouco tempo não usava a web para pesquisas e compras de autopeças, ganhou mais agilidade com a nossa plataforma.

“Acho muito importante existir uma ferramenta como o Canal da Peça. É excelente para o nosso campo de atuação, que demanda rapidez. Além disso, o setor de autopeças está em crescimento no varejo online”, afirma Everaldo.

Os mecânicos, no entanto, não estão só na rede: consumidores finais também estão mais digitalizados. O motorista Marcos dos Anjos prefere as lojas virtuais às físicas. Ele explica a razão. “Em poucos cliques, consegui achar o produto que eu precisava, sem ter de sair de casa para comprá-lo”, aprova ele, cliente do portal da Delphi. “A entrega rápida também me surpreendeu”.

Aprenda na prática

A 1ª edição do CWS Experience contará com a presença de profissionais do Canal da Peça, especializados em auxiliar varejistas no manuseio das ferramentas digitais, que ainda vão comentar alguns de nossos cases de sucesso. “É possível faturar mais na internet do que na loja física. Existem varejistas virtuais que já ultrapassaram as vendas do balcão”, diz

Entre os tópicos abordados estão como usar a planilha de estoque, personalização da loja, o que são os portais das marcas, como funcionam os cupons de desconto e frete grátis, logística, meios de divulgação, entre outros assuntos que, sem dúvida, vão ajudar o comerciante a angariar mais vendas.


O encontro também marcará a inauguração do novo escritório, que agora está localizado no Itaim Bibi, na zona sul da capital paulista. “A ideia do evento é ser o mais informal possível, por isso, vamos fazer em estilo happy hour, com petiscos e chopp”, acrescenta Alencar.

+ Veja também: Eles querem lucrar mais

A ocasião vai possibilitar que varejistas conheçam a nova estrutura e como funciona cada área da empresa. “Quem participar, ainda, concorrerá a três meses grátis no Clube Canal da Peça, garantindo acesso aos cupons de desconto e frete grátis”, complementa Alencar.

Para participar, inscreva-se nesse link até o dia 24/08. As vagas são limitadas a 15 participantes.

CWS Experience – 1ª Edição
Data: 28/08 (terça-feira)
Evento gratuito
Tema: Como utilizar o Canal da Peça para alavancar suas vendas
Horário: das 18h às 21h
Onde: Avenida Juscelino Kubistchek, 1400 – 13º andar – Itaim Bibi (SP)

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Conheça histórias de profissionais do setor automotivo que, inspirados pelos patriarcas da família, seguiram a mesma profissão. Além da paixão pelas peças, eles compartilham a vocação para os negócios

Dar continuidade ao comércio da família e seguir os mesmos passos dos pais já se tornaram caminhos naturais no setor automotivo. Não raro, ouvimos histórias de mecânicos que cresceram em oficinas e, hoje, não se imaginam em outro ofício.

Assim como é comum lojas de autopeças passarem de geração para geração. O varejista Hamilton Tadashi Sueyasu, da Rhaltec, seguiu a mesma trilha de sua família nos negócios, que começou com seu avó entre as décadas de 1940 e 1950.

“Em 1963, meu pai (o sr. Tadashi Sueyasu) recebeu como herança um alto valor em peças automotivas. Entre repassá-las para outro lojista ou abrir seu próprio negócio, ele ficou com a segunda opção”, relembra Hamilton. Exatos 30 anos depois, era a vez dele estrear no comércio. “Por conta da experiência familiar e pela vivência com peças, decidi investir também no mesmo ramo”.

+ Leia mais: A bola da vez

Hoje, aos 77 anos, o sr. Tadashi atua como conselheiro do filho nos negócios. “Claro que vivemos altos e baixos, como em todas as áreas do comércio, mas gostamos muito do que fazemos. Isso supera qualquer dificuldade. O segredo é entender e, acima de tudo, gostar do que faz”, afirma Hamilton, que sonha em passar a loja para os filhos. “Será muito gratificante para mim se o negócio se estender para outras gerações”.

Mello Autopeças: três décadas no varejo

Há 30 anos no mesmo endereço, a Mello Autopeças nasceu por acaso. O fundador, o sr. Marcos Mello, formado em engenharia civil e ainda no comando da loja, percebeu que o setor de autopeças poderia ser lucrativo.

“Na época, eu era funcionário de uma empresa de engenharia, mas queria ter meu próprio negócio. Conheci o sogro do meu irmão, um empresário muito bem-sucedido do ramo de peças, e me entusiasmei”, relembra. “A loja dele faliu, mas a minha continua firme”, diz, aos risos.


Firme e com o apoio do filho Douglas, que tem sido peça fundamental para trazer mais novidades ao negócio familiar. Há pouco mais de quatro anos, a Mello se associou ao Canal da Peça e hoje comercializa para outros mercados. “O varejo precisa acompanhar as tendências e uma delas é o comércio eletrônico”, diz Douglas.

Veja como é fácil ter sua própria loja virtual

A inovação é necessária e os sucessores sabem bem disso. Uma pesquisa sobre empresas familiares da consultoria britânica PwC constatou que para 81% dos respondentes brasileiros, inovar é uma meta considerada importante ou muito importante; enquanto para 72% deles, a necessidade da inovação contínua representa o terceiro maior desafio para os próximos cinco anos.

Felizmente, Douglas tem o aval do pai para continuar trazendo novidades. “Um dos maiores diferenciais de uma loja virtual é que ela está aberta 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso é fantástico”, comenta Mello. “Em locais mais afastados, muitas vezes o tempo que um carro fica parado porque o mecânico não tem a peça pode ultrapassar 30 dias. É uma outra realidade. Com a internet, esse tempo é reduzido muito”, acrescenta Douglas, ao explicar o motivo da entrada no comércio eletrônico.

Amor à mecânica

Do lado da reparação, há também pais que inspiraram os filhos a seguirem a mesma profissão. O patriarca da família paulistana Bacci, seu Florentino, de 75 anos, atua como mecânico há mais de 50 anos. Ao lado do filho Luis Carlos Bacci, ele mantém uma das oficinas mais tradicionais do Jabaquara, em São Paulo: a Mecânica Bacci (antiga Boa Amizade), no bairro há três décadas.


Luis Carlos cresceu vendo seu pai consertar carros. Ainda na adolescência optou pela mesma profissão. “Não me imagino fazendo outra coisa”, afirma ele, que conta com uma ajuda especial quando precisa. “Atendemos por mês, em média, cerca de 120 carros. Quando necessário, meu pai ainda coloca a mão na massa”, diz, orgulhoso.

A história é semelhante a do mecânico Roberto Ghelardini Montibeller, da oficina High Tech, que também se espelhou em seu pai, o sr. Antônio. Dono do Centro Automotivo Vera Lúcia, aos 80 anos ainda está na ativa.

+ Novos tempos, novas soluções

“Sai do quartel em 1986, pois não era o que eu queria. Meu pai me questionou o que eu iria fazer da vida. Como sempre o acompanhei na oficina, quis seguir os mesmos passos”, relembra Roberto. Mas não foi assim tão fácil. “No início, meus pais não apoiavam muito, pois não é uma profissão tão reconhecida, mas viram que fiz a coisa certa. Em 2006, abri minha própria oficina”.

Pai de um menino de onze anos, Montibeller diz que o apoiaria caso quisesse dar continuidade aos negócios da família. “Com certeza, daria a maior força, mas o alertaria que hoje em dia não é fácil ser mecânico”, diz.

Família unida também na indústria

No final da década de 1950, quando montava seu primeiro negócio ao lado da esposa, a sra. Kelly, o patriarca da família Salfatis, o sr. David Josif, conhecido como “Sr. João”, nem imaginava que o tino para os negócios iria passar de geração para geração. Ainda mais, que seria no setor de peças, onde tudo começou.

O pequeno negócio familiar, batizado de autopeças Dani, nome em homenagem à primogênita Daniela, fechou na década de 1990 para dar lugar a um projeto muito maior: a indústria Dani Condutores Elétricos, a DNI.

+ Veja também: De geração para geração

Seus filhos Jeff, Daniela, Roberto e Eduardo, ao lado dos futuros sucessores, comandam a empresa, que hoje é líder na fabricação de relés. O segredo para se manter firme e forte no segmento está na união.


“Nos esforçamos muito para conseguir nos estabelecer no mercado. O empenho é contínuo: hoje, toda a família trabalha na empresa, que já está na terceira geração”, afirma Jeff Salfatis, diretor administrativo da DNI.

O filho David, que atua no departamento comercial, o ajuda com os negócios da família. “Meu pai é minha inspiração na vida e nos negócios. Sou muito grato por ter a oportunidade de trabalhar com ele, pois aprendo diariamente. É uma honra seguir seus passos”, declara David. E que o setor automotivo siga inspirando as próximas gerações.

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Incorporar todos os canais de venda e de relacionamento ainda é um desafio para o varejo brasileiro. Confira as dicas de lojistas e fabricantes de peças que já se adaptaram às mudanças e, hoje, estão prontos para atender o consumidor omnichannel

O varejo tem uma difícil missão pela frente: desenvolver múltiplos canais de venda e de relacionamento para atender o consumidor ‘omnichannel’, aquele que utiliza todas as ferramentas de compra disponíveis (online e offline) simultaneamente.

O termo baseia-se em uma tendência do varejo, a qual integra todos esses canais sem que o consumidor perceba as diferenças entre eles, ou seja, o mesmo serviço oferecido na loja física tem que se estender à virtual. E vice-versa.

Para saber se os vendedores brasileiros estão preparados para atender o novo público, a empresa Brazil Panels e a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) se uniram para analisar, anonimamente, 60 pontos na cidade de São Paulo.

O resultado foi publicado na 2ª edição da “Pesquisa Consumidor Omnichannel”, que concluiu que 57% dos vendedores conseguiram estimular a integração entre os canais, garantindo vendas. A porcentagem representa aumento de 12% em comparação com a primeira pesquisa sobre o tema, realizada em 2014.

A alta não é surpreendente, mas mostra que o varejo vem se adaptando, aos poucos, ao novo consumidor. O setor de autopeças também vem se preparando para atender o omnichannel. Graças à tecnologia, todos estão mais integrados. Rodrigo Santos, da Multpeças, promove a loja física e a virtual através das redes sociais, e conta com a ajuda de uma ferramenta fundamental para seus negócios: o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp.

+ Saiba mais sobre o WhatsApp no varejo

Ele é utilizado para enviar orçamentos, retirar pedidos, responder dúvidas e até como canal de venda. Em breve, Santos pretende criar grupos distintos com o intuito de segmentar promoções. “Muitas vezes, mando o link de um produto, que direciona o consumidor para a nossa loja virtual criada pelo Canal da Peça”, ensina. “Dessa maneira, conseguimos atender o cliente que está longe ou aquele que prefere comprar online”.

Carrinho montado, já!

Na Rhaltec, a funcionária responsável pela loja online, Izabella Souza, foi além: sabe aquele usuário que não tem habilidade para comprar online? Ainda assim é atendido na rede.

“Muitos clientes ainda não são habituados com a internet, então, eu monto o carrinho online, com os produtos que ele precisa, e envio o link para finalizar a compra. Mais fácil e prático”, garante.


A prática tem surtido efeito. “Percebo que tem agradado, pois é um modo de integrar o comércio online na rotina de quem ainda está offline, com a vantagem de o produto ser entregue na casa do cliente”.

A propaganda é a alma do negócio

Para atrair mais clientes para a loja virtual e para a física, a internet é a melhor solução, já que através dela é possível segmentar campanhas e atingir exatamente o público-alvo. A Galpão Autopeças não abre mão de usar todos os canais possíveis para divulgar sua marca: e-mail marketing, Instagram, Facebook, WhatsApp e até panfletagem são meios eficientes para gerar mais vendas.

“Os panfletos são interessantes, pois captam quem ainda está offline, mas a internet se destaca por ser mais abrangente”, analisa Jefferson Masullo, sócio-proprietário da Galpão Autopeças. A loja sai à frente pelo bom relacionamento com o consumidor omnichannel.


“Criamos lista de transmissão no WhatsApp para enviar novidades. Frequentemente, fazemos vendas por lá: passamos o link do produto para o cliente visualizar; outras vezes, mandamos prints. Costumamos fazer todo o processo de pesquisa, como se fosse o próprio consumidor, e enviamos apenas para o cliente finalizar”, diz. “Ele é tratado da mesma forma que seria na loja física”.

+ Combustível para o varejo de autopeças

A força-tarefa em suas campanhas digitais tem dado retorno. “Hoje, 40% das vendas vêm da internet”, comemora Masullo, que usa sua própria loja virtual como apoio para o balcão. “Quando os balconistas não encontram um item no estoque, colocam o código original no Canal da Peça para facilitar a busca e identificação do produto. É excelente”, diz. “A indústria precisa entender que ter um meio de consulta digital é importantíssimo para nós, já que a integração já é realidade”.

Indústria conectada

Empresas como SKF e MTE-Thomson, que usam soluções digitais criadas pela nossa plataforma, também tornaram suas operações mais integradas. Ambas têm catálogo digital, aplicativo e portal exclusivo, que, além de gerarem mais negócios aos seus distribuidores, são bons canais de pesquisa.

Quer comercializar online? Comece agora!

“Antigamente ficávamos amarrados quando um cliente nos ligava procurando um produto. Mandávamos uma extensa lista de distribuidores, mas não podíamos garantir que eles teriam aquele determinado item ou em quanto tempo receberiam”, diz André Cachetti, assistente de suporte do Compreskf.com.br.

“Hoje, damos oportunidade para que varejistas e distribuidores se associem à plataforma e fiquem em evidência na rede. Quando um cliente nos pede informações, conseguimos passar os links de quem realmente tem os produtos e qual será o prazo de entrega. É uma solução para todos”, afirma Cachetti.
Felipe Zapella, auxiliar de atendimento da MTE-Thomson, segue a mesma estratégia para atender o omnichannel. “Quando um cliente entra em contato em busca de uma peça, fazemos um rastreamento e indicamos um local mais próximo. Caso ele não esteja perto de nenhum fornecedor ou prefira comprar online, o que acontece bastante, indicamos o nosso portal. Ficou muito melhor, principalmente para quem mora em pequenas regiões e não tem acesso às peças”, diz Zapella.

Na era ‘omnichannel’

Do lado dos mecânicos, que são os principais consumidores de peças, eles opinam que a integração do varejo e da indústria tem que ser imediata. “Com o comércio eletrônico, blogs e catálogos digitais ganhamos mais autonomia para escolher onde comprar uma peça, conseguimos comparar preço e temos muito mais acesso às informações”, afirma Michel Pistori, sócio da oficina Vincenzo & Pistori.


O mecânico André Lira, da Racing Box, compara os catálogos físicos e os digitais.
“A principal diferença entre os dois modos de pesquisa é que ganhamos mais autonomia com os virtuais. Conseguimos, pelo celular, fazer uma consulta e, ainda, não dependemos de autopeças para tirar dúvida sobre produtos”, opina Lira.

+ Veja também: Eles vão às compras

Os meios digitais também têm auxiliado quem não tem tanta familiaridade com produtos específicos, como autopeças. Antes de fazer uma compra, seja ela através de pontos físicos ou virtuais, o auxiliar administrativo Gabriel Seifert pesquisa na web. Ele explica a razão.

“A internet nos possibilita ter mais informações e acesso a um número maior de varejistas. Ela é fundamental para o consumidor atual”, diz. Mas, quando o assunto é peça, ele tem um endereço virtual certeiro: o Canal da Peça. “Além de ser um portal bem completo, a descrição é muito boa. Tudo está bem detalhado e a busca filtrada facilita bastante, ainda mais no meu caso que não sou da área automotiva”, afirma Seifert. Saber atender o novo consumidor, que já está em múltiplos canais, não é mais um exercício para depois. É para já.

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Buscar peças na internet já faz parte da rotina de muitos consumidores brasileiros. Hoje, através do nosso canal, o dono do veículo tem autonomia para comparar preços, comprar com descontos e, ainda, tem acesso à dicas e conteúdos sobre o universo automotivo

Para manter os dois carros antigos em funcionamento – um Gurgel Carajás 1991 e um Pullman 1981 -, o jornalista Silvio Palma não dispensa a internet. É através dela que ele encontra peças pouco comuns em lojas convencionais.

“É muito mais fácil achar produtos para carros antigos na rede. Mas o que eu mais valorizo é a economia, já que a web propicia comparar preços”, diz. Consumidores como o Silvio têm encontrado na internet mais possibilidades de compra.

Ainda mais no mercado de reparação automotiva. O nosso portal exemplifica esse universo paralelo. O Canal da Peça já reúne mais de 500 varejistas, que, juntos, somam mais de 700 mil ofertas. Itens de baixo giro, para carros antigos e importados, são bem procurados no nosso ‘shopping virtual’, que se destaca pela parceria com os principais fabricantes do setor.


Essa união gera benefícios como frete grátis e cupons de desconto, que são frequentemente disponibilizados aos clientes da nossa plataforma. Silvio Palma aproveita essas ações. “Sempre utilizo os descontos. Com eles, compro até o que eu não preciso para deixar no estoque”, revela.

Mais praticidade

A facilidade e a rapidez também são pontos-chave para os novos consumidores. Através da nossa plataforma, o usuário tem mais confiança em adquirir um produto.

O motivo está, exatamente, na parceira com a indústria. Grandes companhias que utilizam nossas soluções, entre elas SKF, Nakata e Cofap, enviam as informações corretas dos itens, como descrições, fotos e modo de aplicação.

Foi através do código da peça, em uma pesquisa no Google, que o operador de usina nuclear Ruiter Diniz conheceu o Canal da Peça e, finalmente, encontrou o pivô de suspensão que tanto procurava.


Diniz também é dono de dois carros antigos, um Honda Accord 1996 e um Toyota Camry 1998. A falta de peças é um dos principais obstáculos para a manutenção dos veículos. “Como são mais velhos e importados, muitas vezes nem as oficinas mecânicas conseguem alguns itens”, afirma.

+ Saiba mais sobre o Canal da Peça

As compras online, no entanto, não são novidade para ele. Consumidor ativo, ele não tem receio em fechar pedidos pela rede. “Costumo comprar tudo pela web. Até esses dois carros foram encontrados em sites”, complementa. Para Diniz, a praticidade é o ponto alto internet. “Ter acesso a uma variedade maior de produtos, sem ter de sair de casa, é uma das grandes vantagens”, opina.

Compartilhando da mesma opinião, o auxiliar administrativo Gabriel Seifert não abre mão da web quando precisa comprar uma peça. “A simplicidade em encontrar produtos, até os mais difíceis, é a grande vantagem do comércio eletrônico”, afirma. Cliente da nossa plataforma, a clareza na exposição dos itens faz toda a diferença para ele.

“Além de ser um portal bem completo, a descrição é muito boa. Tudo está bem detalhado e a busca filtrada facilita bastante, ainda mais no meu caso que não sou da área automotiva”, diz Gabriel Seifert, sobre o Canal da Peça.
Gabriel prefere comprar peças para seu carro por conta própria. Quase sempre os pedidos são feitos pela internet. Ele explica a razão. “Consigo comparar preços e, dessa maneira, posso escolher onde adquirir o produto”.

Conteúdo não é secundário

Além da praticidade, usuários que buscam por itens de reposição, na maioria das vezes, têm interesse em assuntos relacionados à mecânica. Mesmo que o cliente não coloque a mão na massa, saber mais sobre reparação o ajuda a entender sobre possíveis problemas com seu carro.

+ O poder do smartphone

O usuário Wagner da Silva não atua na área automotiva, mas seu passatempo preferido é buscar informações sobre o tema. Nosso blog é um dos canais mais acessados por ele. “Sempre procuro conteúdos técnicos na internet e o Canal da Peça se destaca por oferecer esse tipo de material. Apesar de não trabalhar nessa área, gosto do assunto e, às vezes, me arrisco em fazer reparação em casa”, afirma.

Mudanças positivas no varejo

O mercado online promete atrair ainda mais consumidores para a rede. Um estudo feito pela consultoria americana Forrester Research, por encomenda do Google, concluiu que 27 milhões de brasileiros farão sua primeira compra pela internet até 2021.

Se a expectativa for atingida, o País terá 67,4 milhões de consumidores virtuais, o que representa 44% dos internautas. A pesquisa ainda prevê aumento de quase 80% no faturamento do comércio eletrônico, saltando para R$ 85 bilhões até 2021.

Quer ter uma loja virtual? Confira como é fácil!

O crescimento, é claro, tem animado o varejo. Até que entrou tarde no comércio eletrônico, tem se dado bem. É o caso do lojista Adriano Yoshizato, da Brajauto. Na rede desde 2016, hoje 70% de suas vendas são feitas por lá. A maioria delas para o consumidor final.


“O dono do carro tem mais acesso às informações e preços, e percebemos que ele quer assumir o controle do veículo. Quer pesquisar as peças e levá-las à oficina”, opina Yoshizato. “É uma mudança natural e o varejo precisa se adaptar”.

+ Veja também: Negócio virtual, faturamento real

Com as vendas online a todo vapor, ele não descarta a possibilidade de comercializar apenas pela rede. “Queremos nos consolidar mais na internet e, quem sabe, depender exclusivamente do e-commerce. O consumidor está bem confiante em comprar pela web e isso tem movimentado todos do setor”, afirma.

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Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que metade do setor industrial pretende investir em soluções tecnológicas ainda em 2018, mostrando que a transformação digital não é o futuro e, sim, o presente

A indústria está mais digitalizada do que nunca. É o que mostra o estudo “Investimentos em Indústria 4.0”, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Entre 2016 e 2018, o percentual das companhias que já usam ferramentas tecnológicas passou de 63% para 73%. Até o final deste ano, quase metade (48%) do setor industrial pretende investir em ações digitais.

A pesquisa aponta a produtividade como propulsora para essa transformação, já que as grandes empresas priorizam iniciativas inovadoras para aumentar a eficiência do processo de produção e melhorar a gestão de seus negócios.

Novas experiências

As mudanças mais buscadas com a transformação digital vão além do processo de produção: novos modelos de negócio têm surgido através da inovação. Sete em cada dez grandes indústrias já utilizam ferramentas digitais com esse propósito.

+ Leia também: Eles querem lucrar mais

A SKF é uma delas. Entusiasta de iniciativas tecnológicas, os negócios ganharam mais força após aderir as ferramentas do Canal da Peça. “Estamos nos antecipando para o futuro. Acreditamos que a tendência do setor é ficar cada vez mais digital”, comenta Josué Cardoso, coordenador de e-commerce da SKF no Brasil.

“Nossa entrada no cenário eletrônico também tem nos ajudado a criar um vínculo maior com o cliente final e, consequentemente, gerado mais business para a empresa e para nossos distribuidores. Continuaremos investindo em novas soluções”, acrescenta Cardoso.
Atualmente, mais de 150 varejistas estão se beneficiando com a digitalização da companhia, que, através de seu portal, conecta distribuidores, lojistas e consumidores finais. O primeiro ano no universo digital engordou a receita da empresa no Brasil, que terminou 2017 com R$ 500 mil a mais.

O engajamento virtual tem feito a SKF aderir novas soluções, também desenvolvidas pelo Canal da Peça. Em breve, outras ferramentas serão implementadas na empresa, suprindo ainda mais as deficiências do setor.


“Os estoques das mesmas regiões estarão conectados. Dessa maneira, o consumidor final sempre será atendido e os distribuidores não vão perder vendas. A ideia é que não falte peças no mercado”, comenta Cardoso.

Mais investimentos

Assim como a SKF planeja sofisticar sua operação através de tecnologias já utilizadas, a maioria das companhias brasileiras planeja seguir essa mesma estratégia. Segundo o estudo da CNI, em média, 60% das empresas que pretendem apostar em um tipo de tecnologia digital já fazem o uso dela.

+ A indústria se reinventa

A empresa brasileira Gauss também caminha na mesma direção. “Vamos investir, cada vez mais, na tecnologia e sofisticar as soluções que já utilizamos”, afirma o CEO, Cláudio Doerzbacher.


“A tecnologia está conectando todo mundo. As pessoas não vivem mais longe dela: seja para informação, comunicação ou compra. No nosso setor não é diferente”, diz.

Mudanças necessárias

Outro exemplo de reinvenção é a brasileira Fras-le, que pertence ao Grupo Randon. As ações digitais já fazem parte das estratégias da companhia. “Através delas temos a possibilidade de oferecer aos nossos clientes mais facilidade de compra”, comenta o gerente de marketing, Felipe de Carvalho.

+ Veja mais: Uma solução na palma da mão

Entre as soluções disponibilizadas pela empresa, destacam-se marketplace, catálogo eletrônico e aplicativo. “Acreditamos que as iniciativas digitais serão cada vez mais demandadas por quem busca produtividade, redução de estoque e otimização de custos”, acrescenta Carvalho. Com mais possibilidades, não há dúvida de que o futuro já se faz presente na indústria. Pelo menos, já é realidade no setor de peças.

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As compras através do celular já são realidade no comércio eletrônico brasileiro. Saiba porque usuários estão confiando mais no aparelho e a opinião de fabricantes que disponibilizam aplicativos para fomentar mais negócios no setor de peças

O brasileiro está cada vez mais digitalizado. E não é apenas a comunicação que tem sido beneficiada com a tecnologia. As compras através dos smartphones têm ganhado força no comércio virtual.

A afirmação vem de um estudo feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL): 33% dos consumidores virtuais ativos utilizam os smartphones como principal ferramenta de compra.

O uso do dispositivo móvel para essa função é ainda maior entre o público jovem (48%), pessoas das classes C, D e E (38%) e mulheres (37%). O computador, no entanto, ainda é o instrumento mais usado na hora de adquirir produtos na internet, com 66% de preferência.

De acordo com a pesquisa, que ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, o celular já é utilizado por 74% dos respondentes em ao menos uma das etapas de compra, envolvendo pesquisa de produtos e serviços (32%), comparação de preços (28%) e pagamento (14%). Apenas 24% dos entrevistados admitem não contar com o auxílio do celular nas compras online.

“Com a evolução constante dos meios de pagamento online, ficará cada vez mais rápido e seguro comprar pelo celular. Basta lembrar que ele é mais acessível à população, pois, no geral, é mais barato investir em um smartphone do que em um computador ou notebook”, explica o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Autopeça na ponta dos dedos

O setor de reposição também está se adaptando às mudanças na forma de consumo dos usuários virtuais. O Canal da Peça tem aplicativo disponível nos sistemas Android e iOS. Ele funciona nos mesmos moldes do marketplace, conectando varejistas e consumidores finais.

Profissionais da área enxergam a onda dos apps com bons olhos. “É fundamental termos acesso aos produtos e catálogos de fabricantes no nosso celular. Não dá mais para andarmos para trás”, opina o mecânico Reinaldo Nadim, da Foxcar.

+ Leia mais: A indústria se reinventa

Atentos à alta representatividade dos smartphones nas compras online, fabricantes de peças, como MTE-Thomson, SKF, Nakata, Cofap e Bosch, já têm um aplicativo para chamar de seu. A ideia é fomentar mais negócios para seus revendedores, já que as companhias não vendem diretamente para o consumidor final, e sim, facilitam o comércio através do ambiente virtual. Há mais de um ano em operação, o aplicativo da MTE-Thomson já contabiliza mais de mil downloads.

“Estamos monitorando o acesso e o crescimento é exponencial”, afirma Alfredo Bastos Junior, diretor de marketing da MTE-Thomson. “O smartphone ainda não é o principal canal de venda, mas está crescendo muito rápido.”
No médio prazo, a empresa estima que 15% de suas vendas serão realizadas através das plataformas virtuais. “Temos que disseminar o comércio online de autopeças. Algumas pessoas ainda têm preconceito em fazer compras pela internet. Mas estamos confiantes nos bons resultados que teremos na rede”, diz Bastos.

Para o consumidor Nelson Milani, atrativos como descontos têm ajudado na propagação dos apps. “Não costumava usar aplicativos de compras, mas tenho visto que alguns fabricantes têm lançado promoções através deles. Vou aproveitar para conhecê-los”, afirma.

Indústria conectada

A SKF também está acelerando quando o assunto é solução digital. A companhia está totalmente integrada às plataformas virtuais. “Lançamos aplicativo, disponível nos sistemas Android e iOS, pois complementa nossas ferramentas de alcance ao cliente, uma vez que sabemos que hoje o celular é quase uma extensão do nosso corpo”, diz Fábio Fabri, coordenador de marketing da SKF no Brasil.


No mesmo caminho, a Nakata fez sua estreia na rede através de portal exclusivo e aplicativo. Para Sergio Montagnoli, diretor de marketing e vendas da Nakata, a indústria precisa acompanhar as tendências.

“Quem não é visto não é lembrado. O setor tem que investir em mais um canal de vendas, a internet. Através dela, o cliente pode comparar preço e escolher onde quer comprar. A rede favorece a economia. Por isso, o comércio eletrônico tem crescido tanto”, opina ele, que destaca as vantagens das soluções digitais para o mercado de reposição.

Confira como é simples criar uma loja virtual!

“Através do Canal da Peça ficou muito mais fácil para quem quer vender peças online. A plataforma e o aplicativo já têm um fluxo de clientes; nós também. O varejista que expõe sua marca com a gente, além de economizar tempo e dinheiro, já terá grande audiência”, afirma Montagnoli.

Mais online do que nunca

O estudo do SPC Brasil e da CNDL também afirma que as lojas virtuais já ocupam a primeira posição dos canais mais utilizados para fazer compras no último ano: 93% de menções, ficando à frente das lojas de rua (62%) e dos shopping centers (58%).

Se o online está desbancando as lojas físicas, o faturamento das vitrines virtuais está alto, certo? Certíssimo. Adriano Yoshizato, da Brajauto, que o diga. Há dois anos comercializando pela rede, 70% das vendas são feitas pela internet.

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“Estamos deixando a vida nos levar, mas tudo indica que a web será o principal meio de compras de autopeças daqui a alguns anos. Já percebemos que está tendo crescimento de consumidores finais. Assim como o varejo muda, o perfil do comprador também”, diz Yoshizato, membro do Clube Canal da Peça.

Tecnologia na comunicação

As compras pelos smartphones não estão só. O aparelho também tem sido a principal ferramenta para comunicar lançamentos e promoções. Tem até profissional comercializando através do WhatsApp.

O mecânico Joaquim Marques, da Jo Pneus, utiliza o aplicativo de mensagens instantâneas como canal de relacionamento e de vendas. “Muitos pedidos são feitos através dele, porém são efetivados no balcão. É um meio prático e assertivo de divulgação e, agora, de vendas também”, afirma.

+ Veja também: Uma ferramenta indispensável

Para Alfredo Bastos Junior, o smartphone também possibilita resolver questões técnicas e fidelizar clientes através de ações segmentadas. “Conseguimos, via WhatsApp, explicar o modo de aplicação de um determinado produto, enviar lançamentos e afinar a comunicação com nossos clientes. A tecnologia se faz cada vez mais presente no cotidiano do setor”, analisa. O smartphone é um instrumento cada vez mais poderoso para a indústria e para o varejo.

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Notícias
Ações digitais já fazem parte das estratégias de lojistas de peças, que têm confiado mais na internet para acelerar as vendas. Com o respaldo das principais companhias dos setores automotivo e industrial, o varejo brasileiro dispara no cenário eletrônico

Especialistas, professores e presidentes de instituições e empresas não cansam de afirmar que o futuro do varejo será na internet. No entanto, a previsão já é realidade para muitos lojistas de peças, que encontraram, no Canal da Peça, a vitrine certa para seus negócios.

Como forma de estimular o mercado de reposição, a indústria tem investido em ações para atrair mais parceiros e consumidores finais para a rede. Através da nossa plataforma, o varejista alcança, com mais assertividade, seu público-alvo, em todas as regiões do Brasil. E ainda tem a vantagem de viabilizar informações e dados técnicos corretos, já que eles vêm diretamente da fábrica.

+ Saiba mais sobre o Canal da Peça

“Quando o lojista envia a planilha de estoque, as fotos e as descrições técnicas, que costumam demandar muito tempo, ficam visíveis automaticamente em sua página online”, garante Diego Alencar, coordenador da equipe de vendas do Canal da Peça.

Fabricantes como SKF, Cofap, Bosch, Gauss, DNI e MTE-Thomson já utilizam nossas soluções digitais, que têm ajudado a movimentar o setor de reposição na internet. Se antes varejistas reclamavam da falta de tempo para criar um loja virtual, hoje, através das nossas ferramentas, eles não têm mais desculpa para ficarem apenas atrás do balcão.

“Se eu fosse criar uma loja do zero, seria um trabalho enorme. Para vender em outras plataformas, tenho que subir item por item, tirar foto da peça e elaborar as descrições”, comenta Marcelo Martins, da Predileta, que tem mais de 25 mil itens em estoque.


“O Canal da Peça foi o único meio que achamos viável, pois não precisamos perder tempo tirando foto e passando o modo de aplicação. A plataforma já tem esses dados”, diz.

Exposição mais direcionada

O comércio eletrônico tem sido o principal aliado do varejo de peças, que está mais digital do que nunca. Plataformas mais segmentadas, como a nossa, tornam o mercado virtual ainda mais interessante para o setor.

Emerson Martins, gerente da Molina, destaca as vantagens. “O Canal da Peça, especificamente para o mercado de autopeças, é o parceiro ideal, já que o varejista conseguirá vender mais facilmente e rapidamente por conta do forte engajamento no setor. E, ainda, terá à disposição toda a estrutura de uma loja virtual”, afirma. “Todos os dias fazemos vendas pela plataforma, pois oferece mais visibilidade do que um e-commerce sozinho”.

Os pedidos pela web tendem a crescer cada dia mais. Um estudo feito pela consultoria americana Forrester Research, por encomenda do Google, indica que 10% das vendas do varejo virão do e-commerce em 2021, mas outros 30% serão influenciadas pelo online, apesar de acontecerem no offline.

“Mesmo o varejista que é 100% offline tem que estar de olho nas ferramentas online para promover sua loja e fazer parte da jornada de compra do consumidor”, enfatiza Rafael Campion, cientista de dados do Google.
Para o especialista, esse tem sido um bom momento para as empresas se digitalizarem. “O varejo físico, sem dúvida, continuará importante. Porém, o online será cada vez mais crucial para a decisão de compra. O amadurecimento do consumidor é um dos fatores que tem acelerado o setor de autopeças na internet”, afirma.

De olho nas mudanças, até varejistas tradicionais têm apostado no comércio eletrônico, como a autopeças Castro, que há poucos meses se juntou à plataforma. “Para nós, que estamos começando no mundo digital, o Canal da Peça é ótimo, pois já oferece divulgação nacional e segmentada”, opina José Carlos Cabrera, responsável pela área de TI da Castro.


Desde que criou a loja com a gente, as vendas têm sido diárias para todo o Brasil. “Vender para todos os estados brasileiros é um dos grandes diferenciais do Canal da Peça. Já fidelizamos até um cliente do nordeste”, afirma.

Comércio virtual em alta

O setor automotivo, que sofreu com a crise dos últimos anos, ganhou fôlego e promete se recuperar este ano. Ao que tudo indica, o comércio eletrônico vai impulsionar o reaquecimento. Pelo menos, essa é a expectativa da consultoria brasileira E-Consulting.

+ Com o pé no acelerador

De acordo com a análise feita recentemente, as vendas no comércio online de carros, motos e peças automotivas deverão gerar R$ 15,2 bilhões ao e-commerce brasileiro em 2018. Cifras que representam crescimento de 14,3% em relação ao ano passado, período que acumulou R$ 13,3 bilhões.

“O e-commerce de automóveis é uma tendência que vai ganhar mais força este ano no Brasil por conta de um esforço conjunto entre a indústria e o comércio, que visam levar aos consumidores virtuais facilidades ligadas à economia e à praticidade”, diz Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

Essa ação conjunta tem gerado bons negócios para todos. De um lado, a fábrica divulga seu portfólio e ajuda o varejista a vender mais seus produtos; do outro, o comerciante tem mais incentivos para comercializar online e garantir mais lucro; por fim, o usuário tem mais opções de lojas e, com isso, aumenta a possibilidade de encontrar o produto que busca.

Por conta da alta adesão de varejistas ao Canal da Peça, que já soma mais de 500, criamos o Clube Canal da Peça – plano de benefícios aos associados. Nossa parceria com os principais fabricantes de peças permite que os membros possam oferecer cupons de desconto e frete grátis aos seus clientes, aumentando suas chances de venda.

+ Veja também: Bem-vindo ao clube

Marcas como SKF, Bosch e MTE-Thomson têm angariado mais negócios para suas redes de distribuição. Para Adriano Yoshizato, da Brajauto, iniciativas como essas têm sido fundamentais para se destacar no cenário virtual. “Ações como frete grátis e cupons de desconto nos ajudam a vender mais”, garante o varejista, que também pode usá-las em benefício próprio.


“Temos, ainda, a possibilidade de vender através dos portais das marcas, que já são consolidadas no mercado. Tudo isso ajuda a trazer mais clientes para nós”, acrescenta.

Faturamento alto

A internet já é o principal canal da venda da Brajauto. Há dois anos comercializando pela rede, 70% dos pedidos são feitos pela web. “Estamos deixando a vida nos levar, mas tudo indica que a internet será o principal meio de compras de autopeças daqui a alguns anos. Já percebemos que está tendo crescimento de consumidores finais. Assim como o varejo muda, o perfil do comprador também”, diz.

Lembra da autopeças Molina? Se ela continuar no mesmo ritmo, também vai longe. Em 2017, 20% de suas vendas eram realizadas pela internet. Hoje, a representatividade aumentou para 30%. “Com a exposição na web, ganhamos mais possibilidades e atingimos um novo público, impossível de alcançar se não estivéssemos online”, afirma Emerson Martins. “Mesmo que a gente não concretize uma venda na web, o fato de expor nosso portfólio na rede traz clientes para o balcão”.

Confira como é simples vender online!

Para quem começou a operar recentemente pela internet, o faturamento pode ainda não ser significativo. Em compensação, outras mudanças já são perceptíveis. Peças de baixo giro, que estão há anos paradas no estoque, agora têm mercado.

“Através da nossa loja virtual, tenho vendido produtos que estavam parados há muito tempo. A internet é uma ótima solução para eles, pois sempre terá alguém, em algum lugar do Brasil, que vai precisar de uma peça que você tem no estoque”, opina Marcelo Martins, da Predileta. A transformação digital já é realidade no setor de reposição. E o lucro, que vem através dela, também.

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Fabricantes, Notícias
Referência na fabricação de relés, a empresa brasileira DNI, comandada pela família Salfatis, quer conquistar seu lugar ao sol na internet. Para suprir as necessidades dos novos consumidores, o Canal da Peça foi o fio condutor para a entrada da companhia no ambiente virtual

No final da década de 1950, quando montava seu primeiro negócio ao lado da esposa, a sra. Kelly, o patriarca da família Salfatis, o sr. David Josif, conhecido como “Sr. João”, nem imaginava que o tino para os negócios iria passar de geração para geração. Ainda mais, que seria no setor de peças, onde tudo começou.

O pequeno negócio familiar, batizado de autopeças Dani, nome em homenagem à primogênita Daniela, fechou na década de 1990 para dar lugar a um projeto muito maior: a indústria Dani Condutores Elétricos, a DNI.

Seus filhos Jeff, Daniela, Roberto e Eduardo, ao lado dos futuros sucessores, comandam a empresa, que hoje é líder na fabricação de relés. Mas não foi fácil chegar até aqui. O Plano Collor fez a família se reinventar nos negócios.

“Nós tínhamos sociedade com outro fabricante, mas nos vimos em uma situação complicada devido à economia da época. Separamos as empresas e apostamos no setor elétrico, que carecia de bons produtos nacionais”, explica Jeff Salfatis, diretor administrativo da DNI. “Nos esforçamos muito para conseguir nos estabelecer no mercado. O empenho é contínuo: hoje, toda a família trabalha na empresa, que já está na terceira geração”, diz, orgulhoso.

Mais do que relés

Com o tempo, a DNI foi se consolidando nos mercados automotivo e de segurança patrimonial através de uma política comercial e industrial mais agressiva. Administrada por mais quatro diretores, responsáveis por áreas distintas, a empresa foi além e passou a buscar novos mercados.

Em 2006, adquiriu a Key West, que tem como foco produtos para casa e escritório. “Ela complementa o nosso portfólio, já que sempre teve forte atuação com a parte elétrica e iluminação residencial. Estamos tentando convergir com a nossa linha de segurança patrimonial”, afirma Jeff.

Hoje, o portfólio contempla 1380 produtos, entre eles fios e cabos, itens para segurança patrimonial, domiciliar e escritório. Desse total, mais de 900 são relés – os carros-chefe da marca. Todos eles são exportados para 71 países, com forte atuação na América do Sul e América Central.

Nesses quase 30 anos de história, o catálogo cresceu drasticamente. A razão? A frota brasileira. “Ao longo desses anos, o número de automóveis novos fez com que nós expandíssemos nossas linhas e, consequentemente, nossos espaços. Se nos anos 1990, conseguíamos cobrir 80% da frota com 30 modelos de relés, hoje, com mais de 900, atendemos 50%”, diz o empresário, que divide sua produção em três fábricas, localizadas em São Paulo e Minas Gerais.

“Aquela peça que ficava anos no mercado e servia para quase todos os carros, não existe mais. Hoje, um produto não resiste muito tempo. A agilidade do setor fez a indústria correr com a produção. Não é à toa que, no primeiro semestre deste ano, já lançamos 180 itens”.

De acordo com o estudo “Frota Brasileira de Veículos em Circulação”, realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), em parceria com a Empresômetro Tecnologias, em 2017 a frota brasileira alcançou o número de 65,8 milhões de veículos em circulação na soma de carros, motos, comerciais leves, caminhões e ônibus, o que representa crescimento de 1,37% em relação ao ano anterior. Desse total, os automóveis correspondem a 62,65%, com 41,2 milhões.

Apesar do tímido crescimento, a variedade de automóveis é enorme, o que demanda mais tecnologia para empresas de peças, como a DNI. “Todo mês temos lançamentos. Por conta disso, precisamos manter nossos distribuidores sempre atualizados e a melhor maneira é através da internet”.

Soluções digitais

Há pouco mais de um ano, a DNI decidiu fortalecer sua marca na rede. Mas a companhia queria mais do que site e catálogo digital: a ideia, desde o início, era fomentar mais negócios para distribuidores e lojistas que comercializam seus produtos.


David Salfatis, filho de Jeff, atua no departamento comercial da DNI. Através da nossa plataforma, ele encontrou o que buscava. “Queremos que todos do setor tenham certeza o que estão vendendo e o que estão comprando. E a melhor maneira para isso é a indústria passar fotos, aplicações e dados técnicos corretos. Nosso trabalho com o Canal da Peça é divulgar essas informações, unindo todas as pontas da cadeia”, explica.

+ Saiba mais: A indústria se reinventa

O portal da marca serve como ambiente virtual comum para distribuidores e lojistas que vendem produtos da DNI. No modelo marketplace, ele conecta varejistas e consumidores finais, que têm, ali, a certeza de estar adquirindo o produto correto e a possibilidade de comparar preços.

Já o catálogo eletrônico, que viabiliza atualização a qualquer momento, tem ajudado mecânicos e varejistas na hora de buscar um produto com apenas um clique.

“O Canal da Peça é muito interessante para lojistas e consumidores de peças. Imagina alguém no interior da Bahia que esteja procurando por um item específico? É muito mais fácil encontrar através do comércio eletrônico, que tende suprir essa deficiência. Nesse setor, a plataforma entra com grande força por conta de sua segmentação”, opina Jeff Salfatis, da DNI.
O empresário enfatiza que a companhia não está vendendo diretamente para lojistas e consumidores finais, mas, sim, facilitando o comércio para seus revendedores. “A nossa intenção sempre foi auxiliar a equipe de vendas, nossos parceiros e consumidores. Estamos alimentando o setor com informações técnicas através do Canal da Peça. A cadeia é muito respeitada por nós”, afirma.

Mais controle

Com a nossa plataforma, a DNI consegue medir onde sua marca está mais fortalecida, quais regiões vendem menos e, assim, criar estratégias diferenciadas. “É possível ter um controle maior com as ferramentas do Canal da Peça. E isso, para qualquer negócio, é ótimo”, comenta David.

Para ele, o trabalho mais importante do fabricante é a atualização da planilha regularmente. “Quando lançamos um produto, temos o cuidado de fazer o cadastro, pegar todos os detalhes, fotos, códigos originais, aplicações técnicas e fazemos o upload dessas informações. Com a atualização frequente e os dados corretos, o distribuidor tem mais chances de vender”, diz David, que aprova o primeiro ano usando a plataforma.

Confira como é simples ter sua própria loja virtual!

“O Canal da Peça é muito bem visto no mundo automotivo. O consumidor sabe que, para peças, é mais fácil encontrar o que procura através da plataforma. É uma referência no mercado”, afirma.

Em breve, o site institucional da DNI irá ganhar um recurso a mais, que favorecerá o portal. “Vamos colocar um botão de direcionamento para o nosso marketplace, assim, quem estiver procurando onde comprar, terá acesso aos parceiros que estiverem mais próximos”.

+ A bola da vez

A indústria, para David, está cada vez mais unida para incentivar lojistas a entrarem no comércio eletrônico. A DNI ressalta a importância para o varejo. “Vale muito a pena participar do Clube Canal da Peça. O varejista irá ampliar sua área de atuação. O País inteiro estará de olho no estoque e ele poderá alcançar todas as regiões”, diz.

A tecnologia é fundamental

Jeff acredita que a investida do setor em meios digitais tem de ser agora. “É impossível um lojista ter todos os itens que existem no mercado em estoque físico. A digitalização já se faz necessária. O comércio eletrônico, sobretudo para peças de curvas b e c, vai ser muito procurado. A tecnologia será cada vez mais importante nesse processo”, diz.

+ Veja também: Negócio virtual, faturamento real

O ponto físico, para ele, está ameaçado. “Acredito que, entre cinco ou dez anos, alguma das etapas irá desaparecer. Não sei se o pequeno distribuidor ou o varejista físico, mas o processo de compra será muito mais por vias virtuais”, aposta.

De olho no futuro, a DNI quer ajudar distribuidores e lojistas nessa caminhada. “O comércio eletrônico é muito promissor. Queremos angariar vendas para os nossos parceiros e auxiliá-los sempre na estrada da digitalização”, afirma Jeff Salfatis. O Canal da Peça também.

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Notícias
O setor brasileiro de peças, definitivamente, não quer ficar para trás. Fabricantes de itens automotivos e industriais já deram o primeiro passo rumo à digitalização. Para eles, a transformação já começou

Impulsionar negócios, fortalecer a marca no cenário eletrônico e melhorar a comunicação com consumidores têm sido preocupações constantes da indústria brasileira. Essas questões serviram de trampolim para que fabricantes de itens automotivos e industriais alcançassem um novo patamar no mercado: a transformação digital, enfim, já está inserida no setor de peças.

Companhias de todos os portes, entre elas Bosch, SKF, Nakata e MTE-Thomson, já implementaram soluções digitais que têm contribuído com todas as pontas da cadeia. O Canal da Peça está por trás da transformação do setor. Nossa plataforma serve como uma espécie de passaporte para a era tecnológica.

+ Saiba mais sobre o Canal da Peça

“A Bosch possui inúmeras iniciativas digitais em todo o mundo. No Brasil, a divisão Aftermarket escolheu ser parceira do Canal da Peça devido ao seu know-how técnico e inovador, orientação ao cliente, flexibilidade para soluções customizadas e, sobretudo, pelo espírito empreendedor e visão de médio e longo prazos”, afirma Raphael Couto, coordenador de trade marketing da divisão Automotive Aftermarket da América Latina da Bosch.

Entre as soluções adotadas pelas companhias, destacam-se a digitalização dos catálogos, que, agora, passam a ser eletrônicos com todos os dados técnicos e de aplicação unificados pelo código da peça; portais exclusivos da marca, que conectam estoques de distribuidores e de varejistas de todas as regiões do País; e ações para fortalecer a empresa no ambiente virtual.

“A parceria com uma plataforma digital agrega valor para a Bosch e favorece também os demais elos com a cadeia, que envolvem lojistas, mecânicos e consumidores”, diz Couto.

Negócios em foco

Distribuidores e lojistas podem, em poucos cliques, vender online utilizando grandes portais como vitrine virtual. Ao subir o estoque, informações técnicas, fotos e modo de aplicação, enviados pela própria indústria, ficam automaticamente visíveis na loja.

+ Canal da Peça na prática

De uma maneira simples e padronizada, o varejista tem a chance de faturar mais sem muito esforço e investimento. Alfredo Bastos Junior, diretor de marketing da MTE-Thomson, explica a motivação da indústria na criação de um ecossistema digital.

“A ideia é promover negócios, conectando todos da cadeia industrial. Não se trata da fábrica vendendo diretamente para os consumidores finais. O portal funciona como um marketplace e serve apenas de vitrine para nossos distribuidores e parceiros, que ali podem comercializar em um mesmo ambiente”, comenta Alfredo Bastos Junior, da MTE-Thomson.
Segundo ele, o lojista que se associa à plataforma estará visível em um portal acessado por usuários de todas as regiões do País, enquanto os clientes podem saber exatamente onde encontrar determinado item, com a vantagem de comparar preços. “A intenção da indústria é fomentar mais negócios através da tecnologia”, enfatiza Bastos.

Com mais incentivos para investirem no comércio eletrônico, varejistas de peças têm aproveitado o sucesso das vendas no Brasil. A 2ª edição do Estudo do Setor de Autopeças, realizada pelo Google, revelou que a procura por peças na internet vem crescendo a um ritmo de 40% ao ano, enquanto o varejo total apenas 25% no mesmo período.


A Galpão Autopeças, em São Paulo, um dos principais revendedores da MTE-Thomson, já sente no bolso o poder das vendas online. “Antigamente, tínhamos certa restrição em comprar e vender pela internet, tanto que entramos meio desacreditados. Começamos a atingir regiões de várias partes do Brasil e percebemos que o futuro estava ali”, afirma Jefferson Masullo, sócio-proprietário da Galpão Autopeças. “Hoje, 40% das vendas vêm da internet”.

Bom para todos

Histórias como a da Galpão Autopeças são cada vez mais frequentes e estimulam o setor a se atualizar. De acordo com um estudo feito pela companhia americana CA Technologies, empresas brasileiras que investem em tecnologia podem faturar até 50% mais.

“A transformação digital mudou de uma vez por todas o papel da tecnologia dentro das empresas. Se antes as companhias eram feitas para durar, hoje, são feitas para mudar. A experiência do usuário está no centro desse movimento”, afirma João Fábio Valentin, vice-presidente de DevOps da CA na América Latina.

De olho nesse movimento, fabricantes e varejistas estão tornando suas operações mais digitais para atingir o novo consumidor, que passou a se interessar mais por pesquisas e compras através da internet. Até os mais conservadores estão se rendendo à rede, como o mecânico José de Sousa, de Belo Horizonte. “Consigo achar peças que, dificilmente, iria encontrar em uma loja física”, diz. “O setor tende a consumir mais pela internet”.

Mais soluções

As novas tecnologias têm animado a indústria, que, aos poucos, começa a tornar suas operações ainda mais sofisticadas. A SKF faz parte das companhias que querem ir além.

+ Leia também: Os planos da SKF na rede

Utilizando nossas ferramentas, a empresa planeja, em breve, aderir a mais soluções. “Queremos conectar os estoques de varejistas e distribuidores da mesma região. Dessa maneira, o consumidor final sempre será atendido e nossos parceiros não perderão negócios. A ideia é que não falte nunca peças no mercado”, comenta Josué Cardoso, coordenador de e-commerce da SKF no Brasil.

Os novos planos também incluem a comercialização de outros produtos que tenham correlação com os da SKF, suprindo todo o setor. A ideia é levar essas soluções para outros mercados.


“Estamos sempre atentos às mudanças no comportamento do consumidor e para onde o setor está caminhando. Por oferecer soluções que beneficiam todos da cadeia de peças, também estudamos levá-las para a América Latina”, revela Cardoso.

Tecnologia na comunicação

As ferramentas digitais também têm facilitado o relacionamento. Se antes a ligação era o meio usado para tirar dúvidas, hoje, elas podem ser sanadas através de mensagens nas redes sociais, e-mails, WhatsApp e pelos chamados chatbots – programas que usam inteligência artificial para interagir com humanos.

Veja os benefícios do uso do WhatsApp no varejo

Programados com respostas instantâneas, que ajudam o usuário com dúvidas técnicas e de produtos, eles têm sido soluções cada vez mais eficientes, pois funcionam 24h por dia e ainda ajudam a reduzir custos operacionais.

“Em breve, pretendemos utilizar os chatbots como forma de otimizar nosso trabalho”, diz Alfredo Bastos Junior, da MTE-Thomson, que se autodescreve como entusiasta do mundo tecnológico.

“Fomos a primeira fábrica de autopeças a disponibilizar o WhatsApp para nossos clientes. Usamos para tirar dúvidas técnicas e mandar fotos. Também enviamos os lançamentos através de um grupo, que já soma mais de mil reparadores. Testamos sempre todas as novidades que nos conectam com o consumidor”.

Ações tecnológicas também fazem parte das estratégias da Nakata, que já disponiliza portal exclusivo, catálogo eletrônico e aplicativo. Para Sergio Montagnoli, diretor de marketing e vendas, o futuro do setor será definido por soluções que, a cada ano, chegam para otimizar o trabalho de todos da cadeia industrial.

“O universo digital vai muito além do e-commerce. Muitas possibilidades vão surgir e teremos a ajuda da tecnologia para criarmos um padrão de consumo e planos cada vez mais direcionados. O céu é o limite”, finaliza.

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Notícias
Cupons de desconto, frete grátis, loja virtual personalizada e exposição em portais de grandes marcas fazem parte dos benefícios de quem se associa ao Clube Canal da Peça. Saiba como virar membro e aproveitar todas as possibilidades do comércio eletrônico

Vender online já é realidade para varejistas de autopeças. Muitos, inclusive, têm se surpreendido com os resultados da internet – sobretudo, os membros do Clube Canal da Peça. Quem adere ao plano tem benefícios exclusivos, como cupons de desconto, frete grátis e divulgação em todos os nossos canais de comunicação, incluindo portais de grandes companhias do setor.

De modo simples e rápido, o usuário tem sua loja virtual personalizada e, o mais importante, com informações de produtos, fotos e modo de aplicações corretos. A nossa parceria com as principais companhias do setor de peças nos permite essa integração imediata. Atualmente, mais de 500 varejistas fazem parte do Clube Canal da Peça. Juntos, somam mais de um milhão de ofertas.

+ Leia também: Uma loja virtual do seu jeito

“Se eu fosse criar uma loja do zero, seria um trabalho enorme. Para vender em outras plataformas, tenho que subir item por item, tirar foto da peça e elaborar as descrições”, comenta Marcelo Martins, da Predileta, um dos membros do clube.

“O Canal da Peça foi o único meio que achamos viável, pois não precisamos perder tempo tirando foto e passando o modo de aplicação. A plataforma já tem esses dados”, diz.

Exposição mais ampla

Grandes companhias nacionais e internacionais encabeçam a lista de parceiros do Canal da Peça, entre elas Bosch, SKF, Nakata, Delphi, Fras-le e MTE-Thomson.

Todas elas têm portais próprios, que funcionam nos mesmos moldes de um marketplace convencional, conectando varejistas e consumidores finais. Além da sua loja aparecer no Canal da Peça, também garante espaço no ambiente virtual das principais indústrias. Alex Stamatto, da Gainer, destaca o benefício.

“É um privilégio ter minha marca em portais tão importantes. O Canal da Peça se sobressai por essas parcerias e pelos benefícios disponíveis aos associados”, diz Alex Stamatto, da Gainer.
Quem compra através desses canais também aprova. O mecânico Clóvis Ribeiro, cliente do Comprefras-le.com, explica o motivo. “Para nós, que temos que pesquisar bastante na internet, é muito importante que o fabricante disponibilize, de maneira rápida, informações de produtos e em quais varejistas podemos encontrar determinado item”, comenta. “Através do portal temos mais confiança em fazer um pedido”.

Cupons de desconto e frete grátis à disposição

Além da exposição muito mais abrangente, quem se associa ao Clube Canal da Peça têm à disposição cupons de desconto para uso próprio, dentro da plataforma, e para seus clientes. Os descontos já chegaram a até 90%. O lojista, no entanto, não perde com eles, já que recebe o valor integral.

+ Desconto é bom e o setor gosta

Essa possibilidade tem ajudado nossos membros a lucrarem mais. “Percebo que quando é lançada uma campanha, principalmente a de desconto, aumenta o número de vendas. É excelente para nós”, opina Hélio Pereira, gerente de vendas da Leves e Pesados.


O frete, motivo de desistência na hora de finalizar uma compra pela internet, é levado muito a sério por nós. Membros do nosso clube têm a vantagem de poder oferecer frete gratuito para seus clientes – e isso pode ser decisivo para os e-consumidores.

A Pesquisa Conversion do Consumidor Digital 2017, publicada pela agência brasileira Conversion, comprova os efeitos positivos do frete gratuito: 84% dos e-consumidores entrevistados afirmam que comprariam mais pela internet se o frete fosse sempre grátis. Já o alto custo da taxa de entrega liderou a lista de fatores que desestimulam o cliente a finalizar uma compra, correspondendo a 77%.

+ Veja mais: Sem medo do frete

Para quem vive em regiões menores, o benefício é fundamental. Rosálio Vital é morador de Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul, e usufrui do frete gratuito do Canal da Peça há mais de um ano.

“Não consigo achar peças no meu município, então, a plataforma é a melhor opção. É muito bom saber que posso, mesmo longe, comprar itens que não encontro na minha região, sem ter de pagar mais por isso”, afirma.

Suporte garantido

Membros do clube não precisam se preocupar com o pós-venda. Temos uma equipe especializada para resolver eventuais problemas com clientes e no manuseio com as nossas ferramentas. “O varejista não precisa ter contato com o usuário. Nós fazemos essa intermediação”, garante Diego Alencar, coordenador da equipe de vendas do Canal da Peça. “Também auxiliamos o lojista que não tem muita intimidade com a internet”.

Confira como é fácil criar sua própria loja online!

Nicola Mendes, da Molina, confirma. “Os consultores estão sempre disponíveis para nos atender. O fato de o suporte falar diretamente com o cliente, tira uma enorme carga da gente”, analisa.

O lojista Adriano Yoshizato, da Brajauto, também ressalta a importância da nossa equipe. “Para mim, o ponto alto do Canal da Peça é o suporte. Estão sempre disponíveis para tirar dúvidas, seja por telefone, e-mail ou WhatsApp. Eles me ajudam bastante”, diz. E você, já é membro do Clube Canal da Peça?

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