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A bola da vez

Os marketplaces, sites que servem de vitrine para diferentes varejistas e marcas, estão dominando o comércio eletrônico brasileiro. Saiba como o modelo tem ajudado o setor de peças

Pesquisar uma peça, seja ela automotiva ou industrial, sempre demandou tempo e paciência. Isso porque o comprador precisava ir pessoalmente a um distribuidor ou parar o que estava fazendo para telefonar.

Hoje, com o comércio eletrônico, o esforço é muito menor. Em um clique, onde estiver, o usuário encontra facilmente o que procura, com a vantagem de ter acesso a um número muito maior de ofertas sem ter de se deslocar até um ponto físico.

A facilidade é ainda maior quando a busca é feita em marketplaces, um modelo que se assemelha aos shoppings centers, reunindo empresas de diferentes segmentos em um mesmo ambiente virtual.

Se o marketplace for segmentado, as chances de o usuário encontrar exatamente o que procura são muito maiores. Esse modelo de varejo faz parte da nossa plataforma. O Canal da Peça já opera com mais de 500 varejistas e distribuidores de todas as regiões do Brasil. Juntos, oferecem quase um milhão de ofertas.

“Nossa intenção é gerar mais negócios para lojistas e distribuidores de peças. Do lado do mecânico e do consumidor final, oferecemos a solução, já que, em um único lugar, o usuário tem um ambiente mais amplo de pesquisa”, diz Diego Alencar, coordenador da equipe de vendas do Canal da Peça.

Alex Stamatto, da Gainer, uma das lojas associadas, destaca as vantagens da nossa plataforma. “O marketplace do Canal da Peça é segmentado para o público que procura por autopeças, dessa maneira, nossa exposição é direcionada exatamente para os clientes que desejamos atingir”, afirma Stamatto.

Peças em um único lugar

Desde 2013 no ar, nosso marketplace facilita o comércio eletrônico de itens automotivos e industriais. O setor de peças que, até então, não estava inserido no universo digital, hoje, com o Canal da Peça, está mais online do que nunca.

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“A plataforma agrega valor em relação à padronização das informações e através dos catálogos eletrônicos. Além disso, fez despertar muitos fabricantes e lojistas que ainda estavam offline”, comenta Emerson Martins, gerente da autopeças Molina.

Emerson Martins, da Gainer. Foto: Adriano Stofaleti Emerson Martins, da Molina. Foto: Adriano Stofaleti

“A indústria passou a entender a importância de oferecer informações mais claras e precisas; enquanto o varejista compreendeu que já era hora de estar online”, diz.

O lucro dos shoppings virtuais vem das taxas de comissão, que, de uma forma geral, variam entre 10% e 16%, a cada venda. No Canal da Peça, a porcentagem é de 12%.

De acordo com o coordenador executivo de marketing do Insper, Silvio Laban, o baixo investimento é uma das grandes vantagens de quem se associa aos marketplaces. “O varejista tem um risco muito pequeno, pois o investimento é bem baixo. Ele ainda tem o benefício de contar com a expertise por trás da ferramenta contratada, deixando as questões técnicas com a equipe de suporte da plataforma”, afirma.

Bom suporte faz toda a diferença

Nossa equipe de suporte, de fato, é fundamental para os varejistas associados. Quando ocorre algum problema com a venda, nossos analistas entram em contato com o comprador ou com o lojista para solucionar a questão.

“O varejista não precisa ter contato com o usuário. Nós fazemos essa intermediação”, garante Diego Alencar. “E o nosso suporte, diferentemente de muitos marketplaces, funciona”. E funciona mesmo. Para o varejo, esse é o nosso grande diferencial.

“Para mim, o ponto alto do Canal da Peça é o suporte. Estão sempre disponíveis para tirar dúvidas, seja por telefone, e-mail ou WhatsApp. Eles me ajudam bastante”, diz Adriano Yoshizato, da Brajauto.
Há mais de um ano vendendo pelo Canal da Peça, a Multpeças também elogia nossa atuação. “Como somos novatos na internet, precisamos de mais dicas de como melhorar. O suporte tem nos auxiliado. É uma excelente ferramenta”, diz Osvaldo dos Santos, gerente da Multpeças.

Shoppings virtuais em alta

O crescimento dos marketplaces tem fortalecido o comércio eletrônico brasileiro. De acordo com a 37ª edição do relatório WebShoppers, da Ebit, o faturamento do shoppings virtuais teve alta de 21,9% em 2017, passando para R$ 73,4 bilhões.

Usuário da nossa plataforma, Wagner da Silva enxerga o modelo com bons olhos. “O Canal da Peça, por ser um marketplace segmentado, se difere de outros ambientes virtuais. Além de ter uma boa diversidade de peças, é possível comparar os preços de um modo simples e rápido. Consigo economizar tempo e dinheiro”, diz.

+ Mercado cada vez mais aquecido

Silvio Laban justifica o sucesso do modelo de vendas. “O leque de opções de produtos nesses sites é enorme, então é natural o cliente pesquisar na internet o que não encontra no varejo tradicional”, afirma.

Portal da marca

Quem é membro do Clube Canal da Peça, além de ter uma loja virtual própria e usar o nosso marketplace como vitrine, também expõe seu estoque nos portais de fabricantes como Bosch, SKF, MTE-Thomson e Fras-le.

Eles funcionam nos mesmos moldes de um marketplace convencional, conectando lojistas e consumidores. “O Compreskf.com.br tem incentivado varejistas e distribuidores parceiros a entrarem no universo virtual de vendas, que é a tendência do varejo”, diz Fábio Fabri, coordenador de marketing da SKF no Brasil.

Veja como é fácil ter sua própria loja no Canal da Peça!

Há pouco mais de um ano em operação, atualmente mais de 150 lojistas comercializam seus estoques através do portal e esse número cresce a cada mês. O primeiro ano no universo digital engordou a receita da companhia no Brasil, que fechou o ano com R$ 500 mil a mais.

Josué Cardoso, da SKF. Foto: Adriano Stofaleti Josué Cardoso, da SKF. Foto: Adriano Stofaleti

“Nossa intenção não é vender diretamente ao consumidor e, sim, promover nossa cadeia de distribuição. Nesse modelo, a indústria, o varejo e os distribuidores trabalham em conjunto para atingir o público final”, diz Josué Cardoso, coordenador de e-commerce da SKF no Brasil. “Estar na internet como marketplace é um diferencial competitivo”.

A brasileira Fras-le também tem um marketplace para chamar de seu: o Comprefras-le.com. “Nossa intenção é utilizar as ferramentas para proporcionar um incremento de vendas em todos os níveis da cadeia, propiciando maior visibilidade aos nossos produtos e reconhecimento às nossas marcas”, acrescenta Daniel Signori, coordenador de marketing de produto da Fras-le.

+ Fras-le: sem freio nos negócios

Bom para quem vende e também para quem compra. Através dos portais, os consumidores têm à disposição o catálogo digitalizado, otimizando o tempo de quem busca por determinada peça ou modo de aplicação.

“Para nós, que temos que fazer muitas pesquisas na internet, é muito importante que o fabricante disponibilize, de maneira rápida, informações de produtos”, diz o mecânico Clóvis Ribeiro.

Já quem vende através de marcas renomadas, prevê mais lucratividade. Ricardo Morato, da Auto Brasil Motorpeças, acredita que a exposição em um grande portal poderá render bons negócios. “Ficamos muito felizes com o lançamento do Comprefras-le.com. Sem dúvida, irá refletir nas nossas vendas”, afirma. Ao que tudo indica, marketplace é a bola da vez no comércio eletrônico.

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