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Eles querem lucrar mais

Ações digitais já fazem parte das estratégias de lojistas de peças, que têm confiado mais na internet para acelerar as vendas. Com o respaldo das principais companhias dos setores automotivo e industrial, o varejo brasileiro dispara no cenário eletrônico

Especialistas, professores e presidentes de instituições e empresas não cansam de afirmar que o futuro do varejo será na internet. No entanto, a previsão já é realidade para muitos lojistas de peças, que encontraram, no Canal da Peça, a vitrine certa para seus negócios.

Como forma de estimular o mercado de reposição, a indústria tem investido em ações para atrair mais parceiros e consumidores finais para a rede. Através da nossa plataforma, o varejista alcança, com mais assertividade, seu público-alvo, em todas as regiões do Brasil. E ainda tem a vantagem de viabilizar informações e dados técnicos corretos, já que eles vêm diretamente da fábrica.

+ Saiba mais sobre o Canal da Peça

“Quando o lojista envia a planilha de estoque, as fotos e as descrições técnicas, que costumam demandar muito tempo, ficam visíveis automaticamente em sua página online”, garante Diego Alencar, coordenador da equipe de vendas do Canal da Peça.

Fabricantes como SKF, Cofap, Bosch, Gauss, DNI e MTE-Thomson já utilizam nossas soluções digitais, que têm ajudado a movimentar o setor de reposição na internet. Se antes varejistas reclamavam da falta de tempo para criar um loja virtual, hoje, através das nossas ferramentas, eles não têm mais desculpa para ficarem apenas atrás do balcão.

“Se eu fosse criar uma loja do zero, seria um trabalho enorme. Para vender em outras plataformas, tenho que subir item por item, tirar foto da peça e elaborar as descrições”, comenta Marcelo Martins, da Predileta, que tem mais de 25 mil itens em estoque.

Marcelo Martins, da Predileta. Foto: Adriano Stofaleti

Marcelo Martins, da Predileta. Foto: Adriano Stofaleti


“O Canal da Peça foi o único meio que achamos viável, pois não precisamos perder tempo tirando foto e passando o modo de aplicação. A plataforma já tem esses dados”, diz.

Exposição mais direcionada

O comércio eletrônico tem sido o principal aliado do varejo de peças, que está mais digital do que nunca. Plataformas mais segmentadas, como a nossa, tornam o mercado virtual ainda mais interessante para o setor.

Emerson Martins, gerente da Molina, destaca as vantagens. “O Canal da Peça, especificamente para o mercado de autopeças, é o parceiro ideal, já que o varejista conseguirá vender mais facilmente e rapidamente por conta do forte engajamento no setor. E, ainda, terá à disposição toda a estrutura de uma loja virtual”, afirma. “Todos os dias fazemos vendas pela plataforma, pois oferece mais visibilidade do que um e-commerce sozinho”.

Os pedidos pela web tendem a crescer cada dia mais. Um estudo feito pela consultoria americana Forrester Research, por encomenda do Google, indica que 10% das vendas do varejo virão do e-commerce em 2021, mas outros 30% serão influenciadas pelo online, apesar de acontecerem no offline.

“Mesmo o varejista que é 100% offline tem que estar de olho nas ferramentas online para promover sua loja e fazer parte da jornada de compra do consumidor”, enfatiza Rafael Campion, cientista de dados do Google.
Para o especialista, esse tem sido um bom momento para as empresas se digitalizarem. “O varejo físico, sem dúvida, continuará importante. Porém, o online será cada vez mais crucial para a decisão de compra. O amadurecimento do consumidor é um dos fatores que tem acelerado o setor de autopeças na internet”, afirma.

De olho nas mudanças, até varejistas tradicionais têm apostado no comércio eletrônico, como a autopeças Castro, que há poucos meses se juntou à plataforma. “Para nós, que estamos começando no mundo digital, o Canal da Peça é ótimo, pois já oferece divulgação nacional e segmentada”, opina José Carlos Cabrera, responsável pela área de TI da Castro.

José Carlos Cabrera, da Castro. Foto: Adriano Stofaleti

José Carlos Cabrera, da Castro. Foto: Adriano Stofaleti


Desde que criou a loja com a gente, as vendas têm sido diárias para todo o Brasil. “Vender para todos os estados brasileiros é um dos grandes diferenciais do Canal da Peça. Já fidelizamos até um cliente do nordeste”, afirma.

Comércio virtual em alta

O setor automotivo, que sofreu com a crise dos últimos anos, ganhou fôlego e promete se recuperar este ano. Ao que tudo indica, o comércio eletrônico vai impulsionar o reaquecimento. Pelo menos, essa é a expectativa da consultoria brasileira E-Consulting.

+ Com o pé no acelerador

De acordo com a análise feita recentemente, as vendas no comércio online de carros, motos e peças automotivas deverão gerar R$ 15,2 bilhões ao e-commerce brasileiro em 2018. Cifras que representam crescimento de 14,3% em relação ao ano passado, período que acumulou R$ 13,3 bilhões.

“O e-commerce de automóveis é uma tendência que vai ganhar mais força este ano no Brasil por conta de um esforço conjunto entre a indústria e o comércio, que visam levar aos consumidores virtuais facilidades ligadas à economia e à praticidade”, diz Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

Essa ação conjunta tem gerado bons negócios para todos. De um lado, a fábrica divulga seu portfólio e ajuda o varejista a vender mais seus produtos; do outro, o comerciante tem mais incentivos para comercializar online e garantir mais lucro; por fim, o usuário tem mais opções de lojas e, com isso, aumenta a possibilidade de encontrar o produto que busca.

Por conta da alta adesão de varejistas ao Canal da Peça, que já soma mais de 500, criamos o Clube Canal da Peça – plano de benefícios aos associados. Nossa parceria com os principais fabricantes de peças permite que os membros possam oferecer cupons de desconto e frete grátis aos seus clientes, aumentando suas chances de venda.

+ Veja também: Bem-vindo ao clube

Marcas como SKF, Bosch e MTE-Thomson têm angariado mais negócios para suas redes de distribuição. Para Adriano Yoshizato, da Brajauto, iniciativas como essas têm sido fundamentais para se destacar no cenário virtual. “Ações como frete grátis e cupons de desconto nos ajudam a vender mais”, garante o varejista, que também pode usá-las em benefício próprio.

Adriano Yoshizato, da Brajauto. Foto: Adriano Stofaleti

Adriano Yoshizato, da Brajauto. Foto: Adriano Stofaleti


“Temos, ainda, a possibilidade de vender através dos portais das marcas, que já são consolidadas no mercado. Tudo isso ajuda a trazer mais clientes para nós”, acrescenta.

Faturamento alto

A internet já é o principal canal da venda da Brajauto. Há dois anos comercializando pela rede, 70% dos pedidos são feitos pela web. “Estamos deixando a vida nos levar, mas tudo indica que a internet será o principal meio de compras de autopeças daqui a alguns anos. Já percebemos que está tendo crescimento de consumidores finais. Assim como o varejo muda, o perfil do comprador também”, diz.

Lembra da autopeças Molina? Se ela continuar no mesmo ritmo, também vai longe. Em 2017, 20% de suas vendas eram realizadas pela internet. Hoje, a representatividade aumentou para 30%. “Com a exposição na web, ganhamos mais possibilidades e atingimos um novo público, impossível de alcançar se não estivéssemos online”, afirma Emerson Martins. “Mesmo que a gente não concretize uma venda na web, o fato de expor nosso portfólio na rede traz clientes para o balcão”.

Confira como é simples vender online!

Para quem começou a operar recentemente pela internet, o faturamento pode ainda não ser significativo. Em compensação, outras mudanças já são perceptíveis. Peças de baixo giro, que estão há anos paradas no estoque, agora têm mercado.

“Através da nossa loja virtual, tenho vendido produtos que estavam parados há muito tempo. A internet é uma ótima solução para eles, pois sempre terá alguém, em algum lugar do Brasil, que vai precisar de uma peça que você tem no estoque”, opina Marcelo Martins, da Predileta. A transformação digital já é realidade no setor de reposição. E o lucro, que vem através dela, também.

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